Money Week: confira os debates do terceiro dia de evento; faça aqui sua inscrição

Felipe Moreira
Editor na EuQueroInvestir, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional.
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Crédito: Reprodução/Money Week

No terceiro dia da Money Week os participantes debateram temas como educação financeira para crianças, recuperação econômica e perspectiva do setor imobiliário e muito mais! Confira.

Gustavo Cerbasi debate planejamento e proteção patrimonial

A necessidade de ter planejamento financeiro e adquirir novos hábitos para atingir metas em 2022 foi tema de painel nesta quarta-feira (27) na Money Week.

Praticidade e precisão, saiba quais melhores investimentos e como melhorar rentabilidade de suas ações

Para debater o assunto, foram convidados Gustavo Cerbasi, especialista em educação financeira, autor de diversos livros na área, e André de Brito Iziquiel, head de parcerias da Metlife.

Iniciando a conversa, Cerbasi advertiu os investidores, iniciantes ou não, de que não existe “investimento do momento”, mas, sim, ativos adequados para cada perfil e para cada momento da vida.

“Não adianta nada eu ter o perfil arrojado, se eu não tenho a minha reserva de emergência”, ele ensina.

A reserva a que Cerbasi se refere é uma quantia poupada (e devidamente investida em ativos seguros e com liquidez) que atenda às necessidades básicas do investidor e de sua família caso alguma emergência aconteça. O ideal é que a reserva atenda a um mínimo de três meses de sobrevivência diante de qualquer fato inesperado, como desemprego ou doença, por exemplo.

Além da reserva de emergência, outro ponto fundamental ao investidor – novamente seja iniciante ou não – é ter um seguro do seu patrimônio.

“Existe um tipo de seguro para cada investimento. Não existe riqueza sem proteção. É um hedge do seu patrimônio. É importante para qualquer momento do investidor, desde o iniciante”, afirma Iziquiel.

Cerbasi aponta que o caminho correto é ter um seguro com crescimento orgânico, isto é, você contrata quando a probabilidade de usá-lo é baixa, para pagar menos quando realmente precisar fazer uso dele.

Ao que Iziquiel complementa: “Costumo dizer que quem compra seguro é a saúde e não o dinheiro. Quanto mais cedo você contratar um seguro de vida, mais barato ele é”.

Educação financeira para crianças

Edgar Abreu, especialista em certificações financeiras, foi mais um dos convidados da quinta edição da Money Week, evento online e gratuito da EQI Investimentos, que segue até dia 29. O painel apresentado por ele discutiu “Educação Financeira para crianças: como os pais podem ajudar os filhos a lidar bem com o dinheiro”.

Pai de dois meninos gêmeos de 7 anos, Edgar conta que começou a educá-los financeiramente quando eles tinham 5 anos. “É preciso que a criança tenha noção de quantificação para ser iniciada na educação financeira. Antes disso, não funciona”, recomenda.

Quanto à mesada, Edgar Abreu diz que ela pode servir tanto para educar quanto para deseducar.

“Quando você dá uma mesada, sem qualquer contrapartida, você está criando a criança para um ambiente que não vai existir no futuro. Ela não vai ganhar dinheiro de ninguém. Ela precisa ser educada para o mercado de trabalho, não para o assistencialismo”, afirma.

Seu conselho é juntar o conceito da mesada com a “despesada”, que seria um crédito de onde a criança verá ser debitados alguns de seus gastos supérfluos. A intenção final, ele diz, é ensinar os conceitos de crédito e débito.

“Eu defini R$ 100 de mesada para cada um dos meus dois filhos. A ‘despesada’ veio do consumo da assinatura de filmes e desenhos e da compra de jogos online. Eu percebi que, na média, cada um deles gastava R$ 40 com streaming e downloads. Esse valor mensal passou, então, a ser debitado da mesada. E não me interessa saber quanto vai sobrar, mas sim como eles estão fazendo a gestão”, ensina.

Você controla as suas estratégias de investimentos, e não o seu resultado

O Economista Sincero, Charles Mendlowicz, falou com a Money Week sobre as suas estratégias de investimentos, na bolsa e em outros ativos.

Charles falou justamente sobre a incapacidade de controlarmos os resultados da carteira. Isso é impossível, ainda mais no mercado de renda variável.

Por isso, no lugar de ficar tentando controlar os resultados, o ideal é traçar uma estratégia e tratar de segui-la conforme o planejado.

“Por exemplo, eu não consigo controlar o mercado de criptomoedas. Porém, tenho total controle sobre a minha exposição nesses ativos. Por isso, é nas estratégias de investimentos que vou atuar (quanto vou investir e em quais criptos), pois quem foca no resultado acaba perdendo dinheiro”, diz.

Quando você foca no resultado, as chances de que faça movimentações nos momentos errados (comprar na alta e vender quando o mercado está despencando) são grandes. Logo, é mais inteligente se ater à estratégia.

Diversificação de carteira na renda fixa

Brenda Peixoto, sócia e assessora sênior da EQI Investimentos, palestrou nesta quarta-feira (27) sobre como montar uma carteira diversificada com ativos de renda fixa.

Recentemente, a volta da renda fixa e o aumento da inflação tem estado no topo dos assuntos mais comentados na internet e nos jornais.

Para ela, é interessante tanto para quem já tem sua carteira formada quanto para quem pretende investir, entender melhor como funciona tudo isso.

Renda fixa são aplicações financeiras que possuem uma regra de rentabilidade pré-estabelecida, como, por exemplo, CDB, Tesouro Direto, Poupança, LCI, LC e Debêntures.

“Nela, partimos do princípio de que sempre estamos emprestando o dinheiro para alguém”, afirma Brenda.

Já as rendas variáveis são: ações, fundos de investimento, fundos multimercado, Fundos Imobiliários, ETFs e derivativos. Nestes, você investe sem saber ao certo quanto vai ganhar ao final.

Apesar disso, Brenda salienta que a renda fixa não é uma aplicação de zero risco. Ela tem risco de crédito (já que você empresta dinheiro a alguém) e também pode ter risco de mercado (no caso da marcação a mercado, quando você não carrega o título até o vencimento).

Ter um título bancário, de uma empresa e do governo não significa que você tenha uma carteira diversificada.

Para Brenda, o ideal é ter títulos bons para qualquer cenário econômico. Isso porque, no Brasil, é muito difícil ter previsibilidade econômica – seja para as eleições do ano que vem ou daqui a 10 anos. A instabilidade da política nacional dificulta muito para quem não tem uma carteira diversificada.

Os grandes mitos de investimentos no exterior

Com o maior acesso aos produtos financeiros internacionais, é preciso diferenciar mitos e verdades sobre como realizar a alocação, o que é necessário ou como recolher impostos. Roberto Lee, CEO da Avenua, identifica os principais pontos de dúvidas:

  • “Investe-se no exterior em busca de mais risco e volatilidade”: mito. Conforme Lee, é preciso mudar o mindset. Não é o dólar que varia, e sim o real. Ele sugere comparar o dólar com o euro historicamente. É fácil ver que não há muita volatilidade, pois moedas fortes tendem a ter mais estabilidade. Ou seja, o risco é menor. “Em tese, quanto mais conservador o investidor, mais investimento no exterior ele deveria ter. Assim, ele preserva seu poder de compra global”, explicou.
  • “Investir no exterior é muito difícil e deve ser feito somente por investidores mais ‘sofisticados'”: mito. A infraestrutura de investimentos dos EUA é a maior do mundo, por isso está preparada para receber investidores mundiais. O investidor brasileiro acredita nessa premissa devido à falta de infraestrutura de acesso direto ao exterior. Roberto Lee reforça que, hoje, criar uma conta internacional é tão simples quanto criar uma conta em corretora nacional.
  • “É complicado investir no exterior por conta do recolhimento de imposto de renda”: mito. O empresário pontua que, na realidade, o investimento traz benefícios tributários tremendos, seja para um investidor que trabalha com valores menores ou se é feito em fundos de investimentos. É importante verificar individualmente. Muitos acreditam que o recolhimento de imposto é muito complicado, sofisticado. No caso da Avenue, a corretora disponibiliza todos os documentos necessários, baseado na sua carteira.

Perspectivas para o mercado imobiliário em 2021 e 2022

Um dos maiores segmentos do país, o mercado imobiliário tem sido impactado com as recentes altas de juros. O que esperar para este e o próximo ano do setor foi um dos temas abordados na Money Week desta quarta-feira (27).

No painel “Mercado imobiliário em 2021: o que voltou ao normal e o que esperar para o próximo ano”, mediado pelo head de assessoria, daEQI Investimentos, André Arantes, participaram três convidados: Emílio Fugazza, Giancarlo Nicastro e Fernanda Rosalem.

Emílio Fugazza lembra que, no Brasil, a alta de juros não é uma novidade. Pelo contrário, há uma década, em 2010/2011, o país viveu isso e o setor imobiliário está mais experiente.

“Vivemos momento em que as vendas acabam se transformando em uma busca incessante por compradores, que entendem que é uma boa opção de compra em que parece que os preços não estão representando toda valorização que ainda vai acontecer. Então lança-se muito mais, vende-se muito mais. Passa um ciclo de 2-3 anos de entregas, vemos uma geração de caixa intensa, mas não vemos o mesmo volume de intenção de aquisição imobiliária, que tinha antes. Nós não temos linearidade no nosso setor. Temos uma volatilidade bastante importante na nossa operação”, destaca ele.

Giancarlo Nicastro fez uma projeção de três grandes áreas segmentos que abarcam os FIIs (Fundos de Investimentos Imobiliários) brasileiros: escritórios, logística e shoppings.

  • Escritórios. Em 2019 o segmento era muito promissor, com taxas de vacância caindo muito rápido e o mercado reagindo bem. Depois, veio a pandemia e o uso massivo do home office. O IGP-M saltou e muitas empresas quebraram. “Foi uma sucessão de acontecimentos. Os escritórios que estavam num momento maravilhoso frearam bruscamente. A taxa de vacância saiu de 14-15% e hoje está em torno de 23% em imóveis vagos na cidade (de São Paulo)”, destaca ele. Giancarlo destaca que o momento de curto prazo é de preocupação e cautela. “Mas no longo prazo estamos tranquilos, por que as empresas vão voltar, precisam de sedes, vai ter modelo híbrido. Os escritórios sofreram bastante, ainda estão sofrendo, mas vai ter uma acomodação”, prevê o gestor.
  • Logística. Por outro lado, o setor de logística cresceu muito na pandemia. “Ele cresceu 3 anos em 3 meses. Logística é o queridinho do setor (de FIIs)”, destaca Giancarlo. Ele destaca que este é um tipo de empreendimento recente no Brasil, que começou a ser desenvolvido com padrões internacionais há 10 anos. “A indústria está rindo de orelha a orelha. Antes tínhamos uma logística muito concentrada no Sudeste. Com a chegada de Amazon, Mercado Livre, vemos as regiões Sul, Norte e Nordeste tendo um protagonismo no Brasil”, afirma.
  • Shopping. Foi um dos segmentos mais afetados durante a pandemia pelo fechamento dos comércios e, consequentemente, com a mudança na forma de consumo, com a expansão do e-commerce. “Assim como o e-commerce cresceu, os shoppings foram perdendo sua atratividade e relevância para o consumo”, destaca Giancarlo. Mas ele diz que a comparação do setor de shoppings do Brasil com o dos EUA não pode ser feita, pois aqui nossos shoppings são localizados dentro das cidades e são mais do que centros de compras, sendo referência também em lazer e restaurantes. “Os shoppings estão com números de 2018 em volume de vendas por conta da pandemia, mas tendem a se recuperar muito rapidamente”, afirma.

Banco Central fez o movimento certo ao elevar Selic, mas futuro é incerto

alta da taxa de juros promovida pelo Banco Central nesta quarta-feira (27) trouxe mais discussão sobre o mercado de juros no Brasil e a alta da inflação.

Para analisar melhor o tema, Ettore Marchetti, sócio da EQI Investimentos, conversou com Pedro Dreux, gestor da estratégia macro dos fundos multimercados da Occam Investimentos, e com Bruno Cordeiro, sócio-diretor da Kapitalo Investimentos.

Para Pedro Dreux, a decisão de elevar a Selic, taxa básica de juros a 7,75% ao ano foi acertada. “O BC fez a coisa certa, apesar de ficar atrasado em relação à alta de juros. Já houve compromisso com uma nova alta, sem perspectiva para o fim do movimento. O próprio mercado já está precificando a Selic com dois dígitos e fica difícil precisar qual seria o valor final. Já prevíamos isso desde março, por conta da deterioração fiscal. Em termos práticos, o teto de gasto não existe mais, apesar de existir no papel.”

Ele continua: “Podemos afirmar que não temos mais regime fiscal e isso acaba sendo um passo atrás em um ciclo virtuoso que existia desde 2016. A perda da âncora fiscal perdida enseja em um afrouxo da política fiscal. Em algum momento, o provável é que a meta de 5% não seja alcançada em 2022. Será difícil a vida do BC para abandonar esse ciclo de alta”.

Já Bruno Cordeiro pondera que falar dos números em períodos pré-eleitorais é muito difícil, e os micro números mostram que o cenário não é positivo.

“A popularidade do atual governo vem caindo e a inflação alta com crescimento baixo é um cenário bem difícil. Sendo assim, a raiz das discussões provavelmente serão os aspectos fiscais. Está cedo para os mercados dizerem que não farão financiamento, mas é provável que isso aconteça”, acredita.

Nesses casos, ele diz, o Banco Central acaba por virar um “passageiro da situação”.

“Vê-se pouca vontade política de endereçar esse problema e os ativos brasileiros terão dificuldades em performar bem com o cenário atual. É difícil acertar o valor da Selic, mas é provável que o movimento será ascendente ainda em 2022, talvez chegando a dois dígitos. Aqui na gestora, estamos nos concentrando em estratégias offshore. No Brasil, a aposta é no prêmio da curva de juros, pois o cenário de juros altos só se materializa. Por isso, vale a pena continuar”, afirma Bruno.

Recuperação econômica

Para falar sobre recuperação econômica, a Money Week recebeu a economista-chefe do Traders Club – TC, Fernanda Mansano. Ela falou sobre perspectivas de retomada econômica e sobre o papel da renda fixa nesse contexto. A seguir, confira alguns pontos da conversa.

Em relação ao cenário macro, houve aumento da inflação principalmente a partir de 2021, tendo chegado já a dois dígitos. Nesse sentido, Fernanda relembra a interrupção do ciclo de baixa da Selic em março desse ano.

“O investidor que, até então, tinha o horizonte de médio e longo prazo, viu rapidamente uma mudança de rumo na economia, em menos de um ano. No entanto, percebemos atualmente um cenário de recuperação econômica. Logicamente, a alta de preços ainda é um problema, mas ocorre de forma generalizada. Ou seja, não é só o Brasil, mas vários países estão nessa situação”, destaca a economista.

Para a economista, é importante que o investidor esteja acompanhando essa mudança macroeconômica. Dessa forma, conseguirá entender para onde o país caminha para direcionar melhor os seus investimentos.

Para a boa administração da carteira, Fernanda fala sobre a importância de o investidor acompanhar as taxas de juros e a inflação. Isso porque ambos andarão sempre juntos. Ou seja, se há uma inflação maior, certamente é esperado que os juros também sejam maiores.

Em relação ao próximo ano, segundo a economista, a expectativa é de que a alta da Selic estabilize. O choque de juros desse ano acaba sendo repassado para a economia, de forma que será possível começar a ver a inflação diminuir.

Quem já passou por Money Week

Em suas quatro primeiras edições, a Money Week já trouxe Rogério XavierLuis StuhlbergerAndré EstevesLuiz BarsiSergio ZimermanTarcísio de FreitasHenrique BreddaEvandro PereiraFábio CoelhoHenrique MeirellesRodrigo Maia, entre outros.

Grandes números:

A grandiosidade de Money Week e o seu papel como agente de transformação do mundo dos investimentos se observa pelos números das quatro primeiras edições:

  • Mais de 250 mil pessoas já participaram das quatro primeiras edições.

5ª Money Week

Com mais de 50 convidados, a quinta edição da Money Week terá mais de 20 horas de conteúdo exclusivo dentro dos cinco dias de evento. Diversas palestras, minicursos e outros tipos de conversa vão trazem um enorme leque de aprendizado aos inscritos.

Veja as trilhas previstas para essa edição:

  • Cenário econômico;
  • Juros em alta;
  • Renda variável;
  • Balanceamento de carteira;
  • Diversificação;
  • Conteúdo variado;
  • Gestão de carteiras;
  • Educação financeira.

Prêmios Money Week

Além de ampliar seu conhecimento, ao participar de Money Week será possível ganhar prêmios, exclusivos. Tudo que é preciso fazer é confirmar sua inscrição! Em seguida, um link será enviado para convidar amigos para participar da Money Week. Quanto mais pessoas se inscreverem pelo seu link, melhores os seus prêmios.

Veja quais são:

TOP 1

Ganhe o MBA de Finanças e Educação Financeira com Jordan Belfort, o Lobo de Wall Street, no valor de R$ 13.872,00 + 1 ano de assinatura Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + Viagem para NY, para visitar a Nasdaq (prêmio não acumulativo)

TOP 2

Ganhe o MBA de Finanças e Educação Financeira com Jordan Belfort, o Lobo de Wall Street, no valor de R$ 13.872,00 + 1 ano de assinatura Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + 3 meses de Avenue Academy, no valor de R$ 59,90/mês  (prêmio não acumulativo)

TOP 3

Ganhe o MBA Profissional de Finanças, Banking, Brokers e Traders, no valor de R$ 9.650,00 + 1 ano de assinatura Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + 3 meses de Avenue Academy, no valor de R$ 59,90/mês (prêmio não acumulativo)

30 amigos inscritos

Ganhe o MBA Profissional de Finanças Banking, no valor de R$ 9.650,00 + 1 Ano de Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + 3 meses de Avenue Academy, no valor de R$ 59,90/mês (exclusivo para os 10 primeiros que baterem a meta)

20 amigos inscritos

Ganhe o Curso Construindo Renda com Fundos Imobiliários da Exame Academy, no valor de R$ 879,00 + 1 ano de Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + 3 meses de Avenue Academy, no valor de R$ 59,90/mês. (Exclusivo para os 20 primeiros que baterem a meta)

10 amigos inscritos

Acesso 100% LIBERADO ao curso Iniciação: Primeiros Passos para Investir na Bolsa da falta Exame Academy, no valor de R$ 149,90 + 1 ano de acesso ao Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + Live Exclusiva com Denys Wiese & Aline Cardoso. (Exclusivo para os 100 primeiros que baterem a meta)

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Ganhe o curso A Renda Fixa não Morreu da Exame Academy, no valor de R$ 298,80 + 1 ano de Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + Live Exclusiva com Denys Wiese & Aline Cardoso. (premiação acumulativa)

3 amigos inscritos

6 meses de acesso 100% LIBERADO de MONEY PLAY, no valor de R$ 49,90/mês + Live Exclusiva com Denys Wiese & Aline Cardoso. (prêmio acumulativo)

1 amigo inscrito

3 Meses de Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + Live Exclusiva com Denys Wiese + Aline Cardoso.

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