Novatas da bolsa: como foi o desempenho das empresas que fizeram IPO em 2021?

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Divulgação

O ano foi intenso na bolsa de valores quando se trata de IPO (Oferta Pública Inicial). Foram pelo menos 45 estreias no mercado financeiro em um ano turbulento. Mas quais foram as empresas que valorizaram e desvalorizaram até o momento?

Dos 45 IPOs de 2021, apenas 11 empresas apresentam valorização das cotas até o fechamento do pregão de 19 de novembro. Já outras 34 companhias tiveram desvalorização desde a data do IPO de cada uma delas.

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O ano foi de fortes emoções para quem investe em renda variável. Em janeiro de 2021, com o início da vacinação o otimismo tomava conta do país e, como consequência, a expectativa era de que o ano teria recordes de estreantes na bolsa de valores. Mas isso não ocorreu, já que o ano recorde de IPOs foi 2007, com 64 estreias na bolsa.

O primeiro semestre de 2021 foi bem movimentado. Das empresas que decidiram manter seus projetos iniciais e abriram capital em 2021 o mês mais intenso foi julho, com 12 IPOs.

Depois, as aberturas de capital começaram a diminuir. A segunda onda da pandemia de coronavírus, que começou em fevereiro e acelerou em março, arrefeceu o esperado boom de ofertas iniciais. Em 2021, 61 empresas cancelaram seus pedidos de IPO, enquanto outras decidiram paralisar suas ofertas. Em agosto só quatro empresas abriram capital. Em setembro apenas a Vittia Fertilizantes (VITT3) estreou na bolsa. E outubro e novembro não registraram novatas na B3.

Há pelos menos 27 empresas que entraram com pedido para realizar IPO na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), mas ainda não abriram capital.

A EQI reuniu as principais informações sobre as 45 empresas que fizeram IPO este ano, bem como sua valorização ou desvalorização desde o dia da estreia de cada companhia.

As empresas que valorizaram desde o IPO

Allied (ALLD3)

Setor: tecnologia

Desvalorização desde o IPO: +3,68%

Sobre a empresa: fundada em 2001, a Allied é uma das principais empresas no mercado brasileiro de eletrônicos de consumo, com um portfólio de 3.000 SKUs em mais de 20 categorias de produtos. No mercado de smartfones, a companhia vende 1 em cada 11 aparelhos adquiridos no Brasil.

 

Armac (ARML3)

Setor: locação de máquinas e equipamentos pesados

Desvalorização desde o IPO: +16,87%

Sobre a empresa: a Armac diz ser líder nacional no mercado de locação de máquinas de várias categorias. E opera desde locações diárias até operações de longo prazo. Fundada em 1994 e com sede em São Paulo, a Armac Locação oferece aos clientes, dentre outras categorias, equipamentos de linha amarela, que englobam pás-carregadeiras, escavadeiras hidráulicas, retroescavadeiras, tratores de esteira, minicarregadeiras, motoniveladoras, rolos compactadores, tratores agrícolas, entre outros.

 

BR Partners (BRBI11)

Setor: participação em outras na qualidade de sócia, acionista ou quotista e a administração de bens próprios.

Desvalorização desde o IPO: +0,56%

Sobre a empresa: a Companhia é uma holding constituída por executivos de relevante experiência no mercado financeiro brasileiro e internacional. A empresa, por meio de suas controladas, esteve inicialmente focada em operações de assessoria financeira, notadamente fusões, aquisições e de captação de recursos, originando a área de Investment Banking do Grupo BR Partners.

 

CBA (CBAV3)

Setor: extração de minério de alumínio e serviços de usinagem

Desvalorização desde o IPO: + 4,87%

Sobre a empresa: a Companhia Brasileira de Alumínio é controlada pela Votorantim. A empresa foi fundada em 1941 e afirma que é a única companhia integrada de alumínio do Brasil, atuando desde a mineração da bauxita até a produção de um portfólio completo de produtos primários e transformados de alumínio.

 

GPS Participações (GGPS3)

Setor: prestação de serviços integrados

Desvalorização desde o IPO: + 0,71%

Sobre a empresa: a GPS Participações foi fundada em 1962 em Salvador. A companhia acredita ser o maior player do setor de prestação de serviços integrados, que incluem soluções de facilities, segurança, logística indoor, serviços de engenharia e manutenção industrial.

 

Infracommerce (IFCM3)

Setor: tecnologia

Desvalorização desde o IPO: + 5,92%

Sobre a empresa: a Infracommerce é uma companhia de soluções digitais focada no negócio de e-commerce para o consumidor final pessoa física ou outras empresas na América Latina.

 

Intelbras (INTB3)

Setor: indústria de eletrônicos

Desvalorização desde o IPO: + 45,25%

Sobre a empresa: a Intelbras é a maior fabricante nacional de câmeras e equipamentos de segurança eletrônica e comunicação do Brasil, segundo o monitoramento Intelbras de dados de importação (Midi). A companhia está presente em 98% dos munícipios com potencial de consumo eletrônico no Brasil. Além disso, a Intelbras informou que exporta produtos para diversos países.

 

Jalles Machado (JALL3)

Setor: exploração agrícola industrial e comercial

Desvalorização desde o IPO: + 19,79%

Sobre a empresa: com 40 anos de experiência no setor sucroenergético, a Jalles é pioneira na indústria, com portfólio de produtos diferenciados e com implantação da cogeração de energia a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A Jalles Machado está entre os maiores produtores e exportadores mundiais do mundo de açúcar orgânico.

 

Orizon Valorização de Resíduos (ORVR3)

Setor: gestão de resíduos

Desvalorização desde o IPO: + 21,90%

Sobre a empresa: a Orizon atua exclusivamente na fase final da cadeia de tratamento de resíduos e na prestação de serviços ambientais no Brasil. Em 2020, a Orizon foi uma das companhias que mais gerou créditos de carbono certificados no país, de acordo com dados da ONU.

 

Vamos (VAMO3)

Setor: locação de caminhões, máquinas e equipamentos

Desvalorização desde o IPO: + 65,42%

Sobre a empresa: controlado pela holding Simpar, o Grupo Vamos é líder no setor de locação de caminhões, máquinas e equipamentos do Brasil, operando há mais de 20 anos por meio da antiga controladora JSL S.A., o que posiciona a empresa como a melhor alternativa para a renovação da frota nacional. A  estrutura operacional inclui mais de 15 mil ativos alugados e uma rede de 43 lojas distribuídas em 11 estados, das quais 14 concessionárias de caminhões e ônibus da marca Volkswagen/Man, 15 concessionárias de máquinas e equipamentos agrícolas da marca Valtra, 11 lojas de seminovos, duas lojas da marca Komatsu e a mais nova loja da marca Fendt.

 

Vittia Fertilizantes (VITT3)

Setor: fertilizantes

Desvalorização desde o IPO: + 30,71%

Sobre a empresa: a empresa tem sede em São Joaquim da Barra (SP) e foi fundada em 1971. A empresa iniciou suas atividades como um dos primeiros produtores nacionais inoculantes (fertilizantes biológicos) focados, inicialmente, no mercado de soja. Ao longo dos anos, o escopo de atuação foi expandido e a Vittia Fertilizantes começou a produzir e comercializar, além de fertilizantes, também fertilizantes foliares, fertilizantes de solo a base de micronutrientes (ou micro de solo), condicionadores de solo e organominerais e defensivos biológicos.

 

As empresas que desvalorizaram desde o IPO

Agrogalaxy (AGXY3)

Setor: insumos agrícolas

Desvalorização desde o IPO: -15,49%

Sobre a empresa: a companhia é uma das maiores plataformas de varejo de insumos agrícolas e serviços voltados para o agronegócio brasileiro. A Agrogalaxy atua na comercialização de insumos agrícolas, produção de sementes, originação, armazenamento e comercialização de grãos, além de prestação de serviços agrícolas.

 

Bemobi (BMOB3)

Setor: desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não-customizáveis

Desvalorização desde o IPO: -30,05%

Sobre a empresa: a companhia tem foco em distribuição e monetização de aplicativos, games e serviços digitais móveis para países emergentes e tem atividade em 70 operadoras de telefonia móvel ao redor do mundo. A Bemobi é uma empresa de entretenimento e mídia móvel global com sede no Brasil. Tem escritório também na Ucrânia, Noruega e Índia.

 

Blau Farmacêutica (BLAU3)

Setor: fabricação, comercialização, pesquisa e desenvolvimento de medicamentos de alta complexidade.

Desvalorização desde o IPO: -10,28%

Sobre a empresa: a Blau é uma indústria farmacêutica líder no segmento institucional e pioneira em biotecnologia, com portfólio proprietário de medicamentos de alta complexidade com foco em segmentos relevantes na indústria, como imunologia, hematologia, oncologia, nefrologia, especialidades, antibióticos, atuando em diversas classes terapêuticas.

 

Boa Safra Sementes (SOJA3)

Setor: produção e comércio de sementes certificadas

Desvalorização desde o IPO: -7,90%

Sobre a empresa: a Boa Safra Sementes tem mais de 40 anos de mercado com atuação em estados representando 80% do território nacional, atuando nas regiões do Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste. Com sede em Goiás, a companhia atua há quatro décadas como multiplicadora de sementes de soja, milho e feijão. Hoje é considerada uma das maiores produtoras de sementes de soja do mercado.

 

Brisanet (BRIT3)

Setor: participação em sociedades cujas atividades estejam relacionadas a serviços de telecomunicações e tecnologia

Desvalorização desde o IPO: -50,82%

Sobre a empresa: a empresa é fornecedora de internet, TV a cabo e telefonia. A companhia tem um foco grande em banda larga por fibra óptica e atua em 251 cidades do Nordeste do país.

 

Caixa Seguridade (CXSE3)

Setor: seguridade e corretagem de seguros

Desvalorização desde o IPO: -5,49%

Sobre a empresa: braço de seguros da Caixa Econômica Federal, a Caixa Seguridade iniciou suas atividades em 2015 com foco em diversos tipos de seguros. A companhia oferece seguros nos ramos Habitacional, Prestamista, Vida e Residência, dentre outros, tendo suas atividades desenvolvidas principalmente por parcerias de bancassurance, preponderantemente Caixa.

 

Clear Sale (CLSA3)

Setor: desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis

Desvalorização desde o IPO: -41,75%

Sobre a empresa: a Clear Sale (CLSA3) atua no mercado de soluções antifraude digital nos mais diversos segmentos, como e-commerce, mercado financeiro, vendas diretas, telecomunicações e seguros. Foi fundada em 2000.

 

Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3)

Setor: educação

Desvalorização desde o IPO: -51,11%

Sobre a empresa: com 330 mil alunos de graduação, pós-graduação e extensão na modalidade presencial e a distância, o Cruzeiro do Sul é o quarto maior grupo de ensino superior privado do País em número de estudantes.

 

CSN Mineração (CMIN3)

Setor: mineração e comercialização de minério de ferro

Desvalorização desde o IPO: -34,48%

Sobre a empresa: a CSN Mineração S.A., principal controlada da CSN no setor, é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil e está entre as cinco mais competitivas no mercado transoceânico.

 

Desktop (DESK3)

Setor: internet e tecnologia

Desvalorização desde o IPO: -30,83%

Sobre a empresa: a Desktop é uma das maiores plataformas de ISP do Brasil, sendo a maior plataforma ISP do interior do Estado de São Paulo, conforme dados da Anatel. Atua majoritariamente no mercado de prestação de serviços de internet de banda larga com tecnologia de fibra óptica de alta velocidade com foco no consumidor pessoa física.

 

Dotz (DOTZ3)

Setor: programa de fidelização

Desvalorização desde o IPO: -68,04%

Sobre a empresa: a companhia foi fundada há mais de 20 anos e possui 48 milhões de membros. Dotz é um programa de fidelidade que permite acumular pontos para serem trocados por serviços e produtos.

 

Eletromídia (ELMD3)

Setor: publicidade

Desvalorização desde o IPO: -29,14%

Sobre a empresa: a companhia afirma ser a maior companhia de mídia out-of-home (fora de casa, em tradução livre) no Brasil em termos de faturamento e número de telas.

 

Focus Energia (POWE3)

Setor: energia

Desvalorização desde o IPO: -15,86%

Sobre a empresa: a Focus Energia é uma plataforma integrada de negócios em energia elétrica. A empresa tem foco em três segmentos de atuação, com o objetivo de explorar as oportunidades do setor de energia no Brasil.

 

G2D Investimentos (G2DI33)

Setor: investimentos

Desvalorização desde o IPO: -7,90%

Sobre a empresa: a G2D investe em companhias baseadas em tecnologia de alto crescimento e potencial de se tornarem líderes em suas indústrias. Com mais de 30 anos de experiência em investimentos, apoia empreendedores a transformarem seus negócios.

 

Getninjas (NINJ3)

Setor: tecnologia

Desvalorização desde o IPO: -65,01%

Sobre a empresa: a companhia é uma plataforma criada para conectar profissionais de várias áreas aos seus clientes e seu aplicativo está disponível em todos os meios digitais.

 

HBR Realty (HBRE3)

Setor: gestão de espaços comerciais

Desvalorização desde o IPO: -38,76%

Sobre a empresa: é uma companhia focada no desenvolvimento de ativos de renda urbana baseada em Mogi das Cruzes (SP), fundada em dezembro de 2011 pela família Borenstein, tendo iniciado suas atividades no próprio ano da sua fundação.

 

Kora Saúde (KRSA3)

Setor: saúde

Desvalorização desde o IPO: -33,46%

Sobre a empresa: a companhia opera uma das maiores redes independente de hospitais privados no Brasil, com atuação em três Estados e no Distrito Federal. A Kora Saúde também presta serviços auxiliares de apoio diagnóstico a pacientes particulares ou através de empresas conveniadas, companhias seguradoras, entidades de assistência médico-hospitalar e cooperativas de saúde. Os serviços de apoio diagnósticos incluem diagnóstico por imagem, análises clínicas e hemodinâmica, entre outros.

 

Livetech (LVTC3)

Setor: tecnologia e telecomunicação

Desvalorização desde o IPO: -24,80%

Sobre a empresa: fundada em 2003, a companhia diz que se tornou líder em seus segmentos na oferta do modelo de negócio “TaaS – Tecnologia as a service” (hardware e software como serviço). A sede fica em Ilhéus-BA. A empresa de tecnologia é focada nos setores de telecomunicações com fibra ótica e corporativo em vários segmentos.

 

Mater Dei (MATD3)

Setor: saúde

Desvalorização desde o IPO: -7,26%

Sobre a empresa: a Rede Mater Dei de Saúde é um ecossistema integrado na prestação de serviços hospitalares e oncológicos, sendo uma referência nacional em saúde e a maior rede hospitalar privada de Minas Gerais em número de leitos. A companhia possui 1.081 leitos hospitalares distribuídos em suas três unidades, localizadas na região metropolitana de Belo Horizonte.

 

Mobly (MBLY3)

Setor: móveis e tecnologia

Desvalorização desde o IPO: -76,55%

Sobre a empresa: é uma empresa de tecnologia que atua no comércio eletrônico, referência em varejo do setor de móveis e decoração, com uma gama de mais de 250 mil artigos, entre mobiliários e objetos de decoração.

 

ModalMais (MODL11)

Setor: financeiro

Desvalorização desde o IPO: -34,02%

Sobre a empresa: é uma plataforma com produtos e serviços bancários, além de ofertas de produtos de investimentos, com todas as opções centralizadas em um lugar. O público é diversificado, com investidores de varejo para agentes autônomos independentes, consultores de investimento e family offices.

 

Mosaico (MOSI3)

Setor: intermediação e agenciamento de serviços/negócios em geral

Desvalorização desde o IPO: -77,18%

Sobre a empresa: a Mosaico Tecnologia (MOSI3) é dona dos sites Buscapé, Zoom e Bondfaro. A empresa afirma ser a maior plataforma digital de conteúdo e originação de vendas para o comércio eletrônico no Brasil. A plataforma dispõe de um amplo sortimento de produtos, tendo atingido 75 milhões de ofertas no primeiro trimestre de 2021 em mais de 1,4 mil categorias de produtos incluindo eletrônicos e eletrodomésticos, produtos de beleza e saúde, móveis e decoração, moda e acessórios, artigos esportivos, suplementos alimentares e calçados, entre outros.

 

MPM Corporeos / Espaço Laser (ESPA3)

Setor: estética

Desvalorização desde o IPO: -54,48%

Sobre a empresa: a MPM Corpóreos é dona da rede de clínicas de depilação Espaçolaser, a maior empresa de depilação a laser do Brasil em termos de faturamento, número de lojas e clientes atendidos. A companhia atua neste ramo há 16 anos. A companhia acredita ser também a maior empresa especializada no setor de serviços estéticos no país.

 

Multilaser (MLAS3)

Setor: bens de consumo

Desvalorização desde o IPO: -46,38%

Sobre a empresa: a Multilaser afirma ser uma das mais diversificadas companhias de bens de consumo do Brasil devido à amplitude de seu portfólio com mais de 5000 produtos diferentes (SKUs) e ampla capacidade de distribuição nacional. A empresa atua no desenvolvimento, fabricação, distribuição, venda e pós-venda de diversos produtos em diferentes áreas como tablets, smartphones, notebooks, pen drives, chips de memória, acessórios de informática, eletroportáteis, casa conectada, utensílios domésticos, ferramentas, acessórios e equipamentos esportivos, entre outros.

 

Oceanpact (OPCT3)

Setor: serviços de suporte marítimo

Desvalorização desde o IPO: -72,20%

Sobre a empresa: criada em 2007 no Rio de Janeiro, a Oceanpact é uma das principais prestadoras de serviços de suporte marítimo no Brasil, oferecendo serviços para estudo, proteção, monitoramento e uso sustentável do mar, do litoral e dos recursos marinhos para clientes principalmente no setor de óleo e gás, e também em diversos outros setores da economia, como energia, mineração, telecomunicações, portuário, navegação, turismo, pesca e aquicultura. Com uma frota de 23 embarcações especializadas e serviços dedicados.

 

Oncoclínicas (ONCO3)

Setor: saúde

Desvalorização desde o IPO: -51,03%

Sobre a empresa: a empresa afirma ser líder no mercado brasileiro de oncologia clínica privada. A empresa iniciou suas atividades em 2010, com uma unidade em Belo Horizonte, o Oncocentro Oncologia Clínica e Medicina Interna de Minas Gerais S.A. A Oncoclínicas adquiriu 13 novas clínicas entre 2016-2019. Em 2020, foram adquiridas 4 novas unidades.

 

Petrorecôncavo (RECV3)

Setor: petróleo e gás

Desvalorização desde o IPO: -18,31%

Sobre a empresa: A PetroRecôncavo é uma empresa operadora independente de petróleo e gás e uma das líderes na sua área de atuação no Brasil. Com uma trajetória de mais de 20 anos, a companhia é especializada na operação, desenvolvimento e revitalização de campos maduros em bacias terrestres de óleo e gás (onshore).

 

Raizen (RAIZ4)

Setor: distribuição e venda de etanol e de petróleo

Desvalorização desde o IPO: -16,48%

Sobre a empresa: a companhia foi criada a partir de uma joint venture entre Cosan (50%) e Shell (50%). Líder mundial em açúcar e etanol de cana-de-açúcar, a Raízen Energia e suas controladas têm como atividade principal a produção, trading e comércio de açúcar, etanol e pellets, inclusive por meio das controladas no exterior, assim como a cogeração de energia por meio do bagaço de cana-de-açúcar em suas 26 usinas localizadas na região Centro-Sul do Brasil e por negócios de trading de energia elétrica.

 

Smartfit (SMFT3)

Setor: academias/fitness

Desvalorização desde o IPO: -29,44%

Sobre a empresa: consolidada no Brasil, a rede de academias já opera em outros 12 países, totalizando 940 academias espalhadas pela América Latina, e 2,4 milhões de alunos. A Smart Fit afirma que é a líder do mercado de academias na América Latina, a quarta maior rede do mundo em número de clientes (sendo a maior academia fora dos Estados Unidos da América), e a com maior taxa de crescimento em número de academias próprias no período de 2014 a 2019, dentre as 25 maiores redes de academias de ginástica do mundo.

 

Traders Club (TRAD3)

Setor: investimentos

Desvalorização desde o IPO: -48,80%

Sobre a empresa: a empresa afirma que é a maior plataforma social para investidores da América Latina, que conecta mais de 450 mil usuários por meio da plataforma infotech. A plataforma possui features sociais, como espaço para fóruns de discussão e postagem de Trade Ideas, e também features técnicas e informacionais, como feed de notícias de mercado, estatísticas do mercado em tempo real, ferramentas analíticas e conteúdo educacional dedicado para suportar discussões, análises e decisões de investimento dos usuários.

 

Três Tentos Agroindustrial (TTEN3)

Setor: varejo de insumos agrícolas

Desvalorização desde o IPO: -25,23%

Sobre a empresa: o Grupo 3tentos tem sua origem no ano de 1954 com o início das atividades agrícolas do casal João Osório Dumoncel e Clélia Luiza Kloeckner Dumoncel, pioneiros no plantio de trigo no noroeste gaúcho. A empresa conta com 40 unidades e dois parques industriais, distribuídos em 37 municípios do Rio Grande do Sul.

 

Unifique (FIQE3)

Setor: telecomunicação

Desvalorização desde o IPO: -23,25%

Sobre a empresa: com atuação principalmente em banda larga e telefonia fixa, a empresa diz que é a maior provedora de fibra óptica no estado de Santa Catarina, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A companhia já cobre mais de 1 milhão de residências e possui mais de 18 mil km de rede de fibra óptica, com um modelo de negócios enxuto e escalável que permitiram a execução de um forte crescimento na região Sul do país.

 

Viveo (VVEO3)

Setor: distribuidora de medicamentos

Desvalorização desde o IPO: -14,81%

Sobre a empresa: a distribuidora de medicamentos e materiais médicos Viveo (VVEO3) é controlada pelo fundo DNA, que tem entre seus acionistas a família Bueno e os fundadores da Mafra, distribuidora de medicamentos e materiais que deu origem à empresa. A Viveo é um ecossistema de produtos e serviços em saúde cujo propósito é “cuidar de cada vida” com a missão de simplificar o mercado de produtos e serviços para o setor de saúde, por meio da oferta de soluções ágeis, confiáveis e inovadoras.

 

Westwing (WEST3)

Setor: comércio digital e físico de móveis

Desvalorização desde o IPO: -67,64%

Sobre a empresa: A Westwing Brasil foi fundada em 2011 como subsidiária de uma multinacional alemã de mesmo nome que, além do Brasil, estabeleceu operações em vários países da Europa e Ásia. A Westwing é uma marca com mais de 8 milhões de usuários cadastrados, que visitam suas plataformas e redes sociais em busca de inspiração e boas oportunidades de compras.