Radar: Petrobras (PETR3 PETR4) nega preços predatórios, e prioriza venda de BRDT3 e BRKM5

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O Radar corporativo desta quarta-feira (13) destaca que o presidente da Petrobras (PETR3 PETR4), Roberto Castello Branco, refuta a acusação de que a estatal vem segurando o reajuste dos preços dos combustíveis para prejudicar as concorrentes.

Sobre as participações acionárias da petroleira na BR Distribuidora (BRDT3) e Braskem (BRKM5), Castello Branco afirma que seguem no radar da direção e que “são prioridade”.

Já a BR Distribuidora (BRDT3) informou que assinou memorando para a venda de suas operações térmicas.

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O BTG Pactual (BPAC11) fechou acordo de parceria com a Mosaico Tecnologia, dona das marcas Zoom,  Buscapé e  Bondfaro.

A Embraer (EMBR3) informa que a Congo Airways encomendou mais duas aeronaves no valor de US$ 272 milhões. 

O Atacadão (CRFB3) informa que está em andamento um projeto  de  combinação  de  negócios  entre  o  seu  acionista controlador,  Carrefour  S.A.,  e  o  grupo  canadense  Alimentation Couche-Tard. 

O diretor de privatizações do BNDES diz que banco não deve vender ações da JBS (JBSS3) no curto prazo.

O Sistema Único de Saúde (SUS) cobra dívida de R$ 450 milhões de Hapvida (HAPV3) e NotreDame (GNDI3).

Já a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla) aponta que saída da Ford do país deve prejudicar as frotas de Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3).

Enquanto isso, a Direcional (DIRR3) teve crescimento de 41% nas vendas líquidas no quarto trimestre de 2020 e a Locaweb (LWSA3) conclui compra da plataforma digital Vindi.

No mais, o Itaú (ITUB4) precifica emissão de notas no valor de US$ 500 milhões e a Klabin (KLBN11) conclui venda de US$ 500 milhões em títulos.

A Sinqia (SQIA3) anuncia programa de inovação e aporte em startups, enquanto a Equatorial (EQTL3) informa entrada de operação de reator e módulo.

Já a Cyrela Commercial Properties (CCPR3) forma joint venture com a SPX Gestão de Recursos.

O Banco do Brasil (BBAS3) anuncia a abertura de 14 novas agências para atuar no setor do agronegócio. A SulAmérica (SULA11) terá novo diretor presidente.

A Ecorodovias (ECOR3) tem queda de 10,5% no tráfego. A Brasil Brokers (BBRK3) comunica que aprovou o aumento de seu capital social no valor total de R$ 120 milhões.

Movida (MOVI3), Fleury (FLRY3) e BR Properties (BRPR3) pagam proventos.

Veja mais notícias.

O que você verá neste artigo:

Petrobras nega prejuízo aos concorrentes

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, negou em entrevista ao Valor que a estatal venha segurando o reajuste dos preços dos combustíveis para prejudicar as concorrentes. Ele afirmou que considera as acusações uma “ofensa profissional” a ele e às autoridades econômicas do governo.

Conforme o executivo, a empresa não vai cometer o erro de reajustar os combustíveis diariamente. “Nossa política é ajustar os preços à paridade internacional”, afirmou.

A Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) protocolou ofício no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) apontando a prática de “preços predatórios” por parte da Petrobras.

Ações de BR Distribuidora (BRDT3) e Braskem (BRKM5)

Na mesma entrevista ao Valor, Castello Branco afirmou que a venda da fatia da Petrobras na BR Distribuidora e na Braskem seguem no radar da direção e que “são prioridade”.

“No caso da Braskem se aparecer um comprador estamos dispostos a vender, buscamos compradores. Na BR, o conselho de administração nos autorizou meses atrás, ficamos observando o mercado… É uma questão apenas de timing, não de decisão”, acresentou.

Sobre a venda de refinarias, afirmou que quatro operações estão em fase final de ajuste, entre elas Rlam, Refap, Lubnor e SIX.

Térmicas da BR Distribuidora (BRDT3)

Pela manhã, BR Distribuidora informou que assinou um Memorando de Entendimento (MOU) não vinculante com
a New Fortress Energy (NFE) e a CCETC Brasil Holding (CCETC) para possível transferência para a NFE das ações detidas pela BR e CCETC nas empresas Pecém Energia e Energética Camaçari Muricy II.

O preço e demais condições de eventual transação, envolvendo as térmicas, serão discutidos e acordados mutuamente.

BNDES não deve vender ações da JBS (JBSS3) no curto prazo

Segundo a coluna Broadcast do Estadão, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não deve vender ações da JBS (JBSS3) no curto prazo.

O banco estaria focado em vender debêntures participativas da Vale (VALE3) e não tem pressa no momento. “A JBS não está na nossa estratégia de venda”, comentou o diretor de privatizações, Leonardo Cabral.  O BNDES detém 12% de participação na JBS, algo em torno de R$ 14 bilhões.

SUS cobra Hapvida (HAPV3) e NotreDame (GNDI3)

Hapvida e NotreDame Intermédica, que estão negociando a fusão de seus negócios, deixaram de pagar pouco mais de R$ 450 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS), referentes aos ressarcimentos que devem ser feitos quando os clientes são atendidos na rede pública. O cálculo é da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

As empresas alegam que as cobranças são indevidas e que estão tratando dos valores na justiça, de acordo com o Valor.

Saída da Ford prejudica Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3)

A Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla) afirma, em reportagem do Valor, que a saída da Ford deve afetar as locadoras, especialmente Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3).

Isto porque a montadora fornecia grande parte dos veículos que seriam adquiridos este ano por estas empresas. Em 2019, por exemplo, a Ford respondia por 13,15% (131.139 veículos) da frota total do setor.

Movida (MOVI3) anuncia pagamento de JCP

A Movida (MOVI3) informou que pagará R$ 44 milhões em JCP (juros sobre capital próprio).

Por ação cada acionista que tiver os papéis até 5 de janeiro de 2021 deverá receber R$ 0,147.

Mas o valor por ação dos juros sobre o capital próprio poderá ser ajustado em razão do Programa de Recompra de Ações da companhia em andamento.

O pagamento será feito em 1º de julho de 2021, data ainda a ser validada na assembleia geral de 28 de abril.

Itaú (ITUB4) precifica notas no valor de US$ 500 milhões

O Itaú (ITUB4) comunicou a precificação de notas subordinadas nível 2 no valor de US$ 500 milhões. Elas serão emitidas em 15 de janeiro e terão vencimento em 10 anos e 3 meses.

O Itaú Unibanco também informou o lançamento do seu Sustainability Finance Framework que define as diretrizes para a emissão de títulos verdes, sociais e sustentáveis.

Os recursos serão destinados para financiar ou refinanciar projetos verdes e/ou sociais elegíveis de acordo com o seu Sustainability Finance Framework, disponível no site de relações com investidores.

As notas serão emitidas à taxa fixa de 3.875%, que será válida por 5 anos e 3 meses da data  da emissão.

Segundo o Itaú, a partir dessa data, inclusive, a taxa de juros será recalculada por mais 5 anos com base na taxa de juros dos títulos emitidos pelo Tesouro dos Estados Unidos da América para o mesmo período.

O preço de oferta das notas foi de 99.671%, o que resultará aos investidores o retorno de 3.95%.

A companhia poderá recomprar as notas a partir do 5º ano até o 5º ano e 3 meses da data da emissão, estando sujeita à aprovação prévia do Banco Central do Brasil.

Locaweb (LWSA3) conclui compra da plataforma digital Vindi

A Locaweb (LWSA3) informou que concluiu a compra da Vindi, plataforma de gestão de assinaturas e pagamentos recorrentes no Brasil. O anúncio da transação foi feito em outubro de 2020, mas só agora a transação foi completada, após todos os trâmites legais.

Em comunicado ao mercado naquela ocasião, a Locaweb informava que a Vindi foi avaliada em R$ 180 milhões.

Fundada em 2013, a Vindi oferece soluções no modelo de assinaturas (planos e mensalidades) e combina um software de cobrança recorrente com uma plataforma de pagamento. “Entre os mais de 6 mil clientes, estão importantes marcas e os maiores cases de assinaturas do Brasil”, defende a Locaweb. “A empresa se estabeleceu no mercado ao disseminar o termo ‘economia da recorrência’ (traduzido do termo subscription economy) e em educar o mercado de SaaS (software as a service) e clubes de assinaturas”, completa.

“Os planos da aquisição incluem integrar as APIs de pagamentos recorrentes da Vindi na Tray (plataforma de e-commerce) e explorar todo o potencial de cross sellcom os demais segmentos de negócios da Companhia(BeOnline, SaaS e Commerce) com a adquirida”, segue o comunicado.

Em dezembro, a Locaweb já havia informado a aquisição da Melhor Envio, por R$ 83 milhões, por meio da subsidiária Locaweb Commerce.

BB (BBAS3) anuncia 14 novas agências de agronegócio

O Banco do Brasil (BB) anunciou a abertura de 14 novas agências para atuar no setor do agronegócio.

Segundo a instituição, o setor representa 26% da carteira de crédito total do banco e teve crescimento de 4,2% nos últimos 12 meses, chegando a R$ 190,5 bilhões.

O BB anunciou o pagamento de R$ 103 bilhões para o plano Safra 20/21, valor 11% superior ao da safra anterior.

”Mesmo diante dos fortes impactos econômicos causadas pela crise da covid-19, as operações de investimento tiveram destaque, com contratação 41% superior ao mesmo período da Safra 19/20, enquanto as de custeio apresentaram aumento de 15%”, destaca nota do banco.

No setor do agronegócio, o BB intensificará a atuação em 243 municípios e 71 mil clientes contarão com atendimento especializado.

“A iniciativa faz parte de um conjunto de ações lançadas nesta semana para reforçar a competividade e a eficiência operacional do BB, buscando a melhoria da experiência e satisfação do cliente”, diz o comunicado.

CCP (CCPR3) anuncia novos executivos

A Cyrela Commercial Properties (CCPR3) comunicou que celebrou um memorando não vinculante para formação de uma joint venture de controle compartilhado com a SPX Gestão de Recursos.

O objetivo da parceria é a constituição e o desenvolvimento de uma nova gestora de recursos que deverá gerir fundos de investimentos destinados à aplicação de recursos em ativos imobiliários.

A CCP informou ainda que a nova gestora será liderada pelo Sr. Pedro Marcio Daltro dos Santos, que apresentou ao Conselho de Administração o seu pedido de renúncia ao cargo de diretor presidente da Companhia, permanecendo no cargo até 12 de fevereiro de 2021.

Os Conselheiros elegeram então o Sr. Thiago Kiyoshi Vieira Muramatsu, atual diretor financeiro e de Relações com Investidores da Companhia para, após a saída do Sr. Pedro Daltro, ocupar, de forma cumulativa, o cargo de diretor presidente da Companhia.

SulAmérica (SULA11) tem novo diretor presidente

O Conselho de Administração da SulAmérica (SULA11) comunicou que tomou conhecimento da decisão do Sr. Gabriel Portella Fagundes Filho de não renovar seu mandato como diretor presidente da companhia.

Assim sendo, foi indicado o nome de Ricardo Bottas Dourado dos Santos, atual diretor vice-presidente de controle e de relações com investidores para a posição de diretor presidente da Companhia após o término do mandato do Sr. Gabriel Portella, em 29/03/2021.

Banco do Nordeste (BNBR3) elege membro do Comitê de Auditoria

O Conselho de Administração do Banco do Nordeste (BNBR3) aprovou o nome do Sr. João Décio Ames como membro do Comitê de Auditoria.

Desse modo, o referido comitê do Banco do Nordeste passará a ter a seguinte composição: Eudes de Gouveia Varela (Coordenador, Débora Santille, Rudinei dos Santos e João Décio Ames.

BKBR3: Morgan Stanley reduz participação acionária para 4,9%

A BK Brasil (BKBR3) recebeu do acionista Morgan Stanley a informação de que, em 06 de janeiro de 2021, o banco reduziu sua participação acionária para patamar inferior a 5% das ações da Companhia.

Dessa forma, o acionista deixa de se qualificar como detentor de participação relevante no capital social da BK Brasil.

A participação societária detida pelo Morgan Stanley alcançou 13.375.497 ações ordinárias, representando 4,9% das ações de emissão da companhia.

Direcional (DIRR3): vendas líquidas crescem 41% no 4TRI20

A construtora e incorporadora Direcional (DIRR3) registrou recorde de vendas líquidas no quarto trimestre de 2020. Foram vendidos R$ 523 milhões. Ou seja, um crescimento de 41% em comparação ao mesmo período de 2019. A prévia operacional foi divulgada nesta terça-feira (12) pela empresa.

As vendas líquidas cresceram 27% no acumulado do ano de 2020.

Os últimos meses de 2020 foram também o melhor trimestre de lançamentos da história da Direcional: R$ 697 milhões, crescimento de 26% sobre o 4T19 e de 21% em relação ao trimestre anterior. Este foi um recorde absoluto ao longo dos 40 anos da companhia.

Em 2020, os lançamentos atingiram R$ 1,8 bilhão. Ou seja, declínio de 9% em relação ao registrado no ano de 2019.

Os impactos gerados ao longo do ano pela pandemia do Covid-19, sobretudo no primeiro semestre, tais como a redução na velocidade de aprovações das licenças/alvarás por órgãos públicos em geral e prefeituras, contribuíram de maneira significativa no que se refere ao volume de lançamentos de empreendimentos.

“Ainda assim, enxergamos, ao longo dos meses que se sucederam, uma evolução gradual e contínua no ritmo dessas aprovações, culminando no melhor trimestre de lançamentos da Direcional”, diz a empresa.

Vendas líquidas Direcional 4TRI20

AES Brasil (TIET11) fecha contrato com a Ferbasa

A AES Tietê (TIET11 TIET4 TIET3) comunicou que fechou acordo com a CIA de Ferro Ligas da Bahia – Ferbasa para o fornecimento pela de 80MW médios, pelo prazo de 20 anos, com entrega de energia a partir de 2024.

As partes, a partir da assinatura, iniciam a negociação do Contrato de Compra e Venda de Energia Elétrica, que detalhará os compromissos já firmados e estabelecerá cláusulas essenciais à celebração do negócio.

Conforme informa a empresa, o parque eólico será desenvolvido no Complexo Eólico Cajuína, no Estado do Rio Grande do Norte, região onde a AES Brasil cria seu cluster eólico, com início de construção esperado para 2021.

O projeto possui 165MW de capacidade eólica instalada, equivalentes a 92MW médios de energia assegurada a P50.

“Esse passo reforça a estratégia de crescimento e diversificação de portfólio da companhia, por meio de desenvolvimento de projetos de fontes complementares à hídrica e com contratos de longo prazo, visando a criação de valor para os acionistas”, explica a AES Brasil.

Klabin (KLBN11) conclui venda de US$ 500 mi em títulos

A Klabin (KLBN11 KLBN3 KLBN4) precificou através de sua subsidiária integral Klabin Austria, a emissão de títulos sênior representativos de dívida com garantia integral pela companhia (Senior Unsecured Notes), regidos sob lei do Estado de Nova Iorque, no montante total de US$ 500 milhões, com cupom e yield de 3,20% ao ano, juros devidos semestralmente e vencimento em 6 de janeiro de 2031.

Esta emissão é caracterizada como Sustainability-Linked.

Ou seja, está associada ao desempenho de indicadores de performance em sustentabilidade (KPIs – Key Performance Indicators) definidos para 2025.

Os três KPIs objeto desta emissão são: consumo de água igual ou abaixo de 3,68 m³ por tonelada de produção, equivalente a redução de 16,7% do patamar verificado em 2018; mínimo de 97,5% de reutilização/reciclagem de resíduos sólidos; e reintrodução ao ecossistema de no mínimo duas espécies de animais nativas em extinção.

Os recursos captados por meio da emissão das Notes 2031 servirão para a recompra antecipada das Notes 2024, anunciada em 4 de janeiro de 2021, através de oferta de aquisição a ser realizada pela sua subsidiária integral Klabin Finance, localizada em Luxemburgo.

MetrôRio anuncia emissão de debêntures

A Concessão Metroviária do Rio de Janeiro, conhecida como MetrôRio, informou que aprovou sua 9ª emissão de debêntures.

A emissão será no montante de R$ 1,2 bilhão, com vencimento em 10 anos e 11 meses e remuneração correspondente à atualização monetária pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acrescida de juros de até 6,80% ao ano, a ser definido em Procedimento de Bookbuilding.

A emissão é do tipo incentivada e destinada ao reembolso de gastos relacionados ao projeto da companhia considerado como prioritário pela portaria nº 2.745 do Ministério de Desenvolvimento Regional.

Fleury (FLRY3) paga JCP

O Grupo Fleury (FLRY3) informou que ajustou o pagamento de JCP (juros sobre capital próprio) por ação para R$ 0,234 (valor bruto).

O valor da distribuição será de R$ 74.469.903,79, com base acionária em 6 de janeiro de 2021.  Assim, as ações da empresa serão negociadas na condição “ex” juros sobre o capital próprio a partir de 7 de janeiro de 2021.

O pagamento aos acionistas da Fleury será feito em 5 de março de 2021.

Segundo a Fleury, os juros sobre o capital próprio, líquidos do imposto de renda retido na fonte, serão imputados ao dividendo obrigatório relativos ao exercício de 2020.

BR Properties (BRPR3) paga dividendos e JCP

A BR Properties (BRPR3) anunciou que pagará dividendos e JCP (juros sobre capital próprio) em 13 de janeiro de 2021.

O pagamento de juros é sobre as 2ª, 3ª, 4ª e 5ª Séries da Emissão Pública de Debêntures Simples, Não Conversível em Ações, da Espécie com Garantia Real, da Décima Segunda Emissão da BR Properties S.A.

Sinqia (SQIA3): programa de inovação e aporte em startups

A Sinqia (SQIA3) anunciou nesta terça-feira (12) o lançamento oficial do Torq Ventures, programa de corporate venture capital com o objetivo de promover a execução da estratégia de open innovation da empresa.

Segundo a Sinqia, a Torq realizará investimentos em start-ups que detenham tecnologias inovadoras e desenvolvam teses de negócio conectadas com o futuro dos serviços financeiros.

São exemplos as teses de Banking as a Service, Open  Banking, Artificial Intelligence e Integration Platforms, entre outras.

Serão reservados para o programa inicialmente até R$ 50.000.000 ao longo dos próximos 5 anos. Este valor será para investimentos indiretos e para investimentos diretos por meio de aquisições de participações minoritárias na start-up.

MGI informa sobre remuneração

A Minas Gerais Participações, MGI, anunciou que pagará a 11ª parcela de remuneração, e a 4ª parcela de amortização referente à 5ª emissão pública de debêntures simples, emitidas em novembro de 2015.

O valor total referente ao MMGP15 é de R$39.582.663,82. Assim, deste montante, R$ 24.076.000,00 são referentes a amortização e R$ 15.506.663,82 são referentes a juros.

A partir de 12 de janeiro de 2021, as debêntures da quinta emissão serão ex-juros.

PetroRio (PRIO3) tem mudança acionária

A PetroRio (PRIO3) informou nesta terça-feira (12) que a Truxt Investimentos passou a deter 14,01% da empresa. Ou seja, 20.451.976 ações ordinárias.

O movimento não visa alterar a estrutura administrativa da PetroRio e não faz parte de qualquer acordo ou contrato que disponha sobre direito de voto ou compra e venda de valores mobiliários de emissão da companhia.

São Paulo Turismo (AHEB3) troca presidente

O conselho de administração da São Paulo Turismo (AHEB3elegeu Luiz Alvaro Salles Aguiar de Menezes para o cargo de diretor presidente da companhia. Assim, Rodrigo Kluska foi destituído do cargo.

Rodrigo passou a atuar como diretor administrativo, financeiro e de relação com investidores da São Paulo Turismo, no lugar de Frederico Hannah Mattar Rozanski.

Telebras (TELB4) marca data de Assembleia Geral

A TeleBras (TELB4) aprovou a proposta de administração e convocação da Assembleia Geral Extraordinária de Acionista. A data marcada é dia 11 de fevereiro.

Na pauta, estará a eleição de membro do Conselho Fiscal da Companhia, representante do Ministério das Comunicações, Flávia Duarte Nascimento, na qualidade de membro titular, em substituição a Johnny Ferreira dos Santos.

Equatorial (EQTL3) informa entrada de operação de reator e módulo

A Equatorial Energia (EQTL3) informou que em 23 de dezembro último entraram em operação o Reator de Barra 500 kV -150 Mvar Igaporã III e o Módulo Geral da SE Igaporã III que somam R$ 7,6 milhões em RAP (Receita Anual Permitida). Isso equivale a 7,84% do total da SPE.

Já em 6 de janeiro de 2021, entraram em operação a LT 500 kV Igaporã III / Janaúba 3 -C2 e o Módulo Geral da SE Janaúba 3, representando R$ 89,3 milhões em RAP, equivalente a 92,16% do total da SPE.

“Deste modo, entramos em operação comercial com a SPE 5 em sua totalidade”, ressalta a Equatorial.

O Contrato de Concessão da SPE 5 foi assinado em 10 de fevereiro de 2017, e a entrada em operação destes trechos “representa uma antecipação de aproximadamente 13 meses em relação ao prazo regulatório”, informa a empresa.

Atualmente,a Equatorial possui seis empreendimentos em operação comercial e dois em fase final para entrada em operação, além da Intesa.

Brasil Brokers (BBRK3) aumenta capital

A Brasil Brokers (BBRK3) comunicou que aprovou o aumento de seu capital social no valor total de R$ 120 milhões.

Após o aumento, o capital social passará dos atuais R$ 653.895.835,30 para R$ 773.895.835,30.

A operação se dará mediante a capitalização da totalidade dos créditos contra a companhia, representados pela 1ª emissão de debêntures.

O aumento de capital tem como objetivo readequar a estrutura de capital da companhia e criar condições que permitam à Brasil Brokers a buscar novas formas de captação de recursos necessários para a expansão de suas atividades e executar sua estratégia de transformação digital.

Assim, a companhia emitirá 42.253.521 novas ações ordinárias, ao preço de R$ 2,84 a unidade.

Conforme explica a Brasil Brokers no comunicado ao mercado, as novas ações serão subscritas e integralizadas mediante a capitalização dos créditos representados pelas debêntures, respeitado o direito de preferência dos atuais acionistas da companhia.

Méliuz (CASH3) salta mais 10% e dobra de tamanho desde IPO

A ação da Méliuz (CASH3),plataforma de cashback pioneira no Brasil, disparou 10,39% na sessão de terça-feira (12), dando continuidade aos fortes ganhos registrados na sexta, após a divulgação da prévia operacional.

Com a valorização, a empresa dobrou de tamanho desde sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) em 5 de novembro do ano passado.

A Meliuz informou na quinta-feira (7) que em 2020 o Volume Bruto de Mercadorias totalizou mais de R$ 2,5 bilhões, um crescimento de 51%.

Somente no quarto trimestre, foram originados um total de R$ 950 milhões em volume bruto. Ou seja, um crescimento de 56% em relação ao desempenho observado no mesmo período de 2019.

Ao longo de 2020, foram abertas 5 milhões de novas contas no Méliuz, um crescimento de 96% em relação a 2019.

Assim, a empresa agora tem uma base total de 14 milhões de contas abertas. Foi um crescimento de 55% em relação ao total no final de 2019.

Já o número de usuários ativos nos últimos doze meses registrou um crescimento de 152%. Passou de 2,1 milhões em 2019 para 5,3 milhões em 2020.

O cartão Méliuz – cartão de crédito co-branded, em parceria com o Banco PAN (BPAN4), em 2020, atingiu a marca de mais de 2,8 milhões de solicitações – 16 vezes o número atingido em 2019.

Ultrapar (UGPA3) sofre ataque cibernético

A Ultrapar (UGPA3) informou que sofreu um ataque cibernético em seu ambiente de tecnologia da informação.

Assim, a empresa optou por interromper preventivamente alguns sistemas, afetando parcialmente as operações de suas subsidiárias.

A companhia diz que prontamente acionou seus protocolos de controle e segurança para bloquear o ataque e minimizar eventuais impactos e está operando em regime de contingência.

“A Ultrapar está avaliando a extensão desse incidente e atuando para mitigar seus efeitos, empreendendo todos os esforços para normalizar suas operações, e manterá o mercado informado de qualquer informação relevante relacionada a este evento”, afirmou a empresa.

Ecorodovias (ECOR3) tem queda de 10,5% no tráfego

Ecorodovias (ECOR3) divulgou uma queda de 10,5% no tráfego nos últimos nove meses. Os dados levam em conta o início da pandemia, em 16 de março de 2020 até o último dia 10 de janeiro de 2021, com o mesmo período do ano anterior.

Assim, entre 18/03/2019 a 12/01/2020 as rodovias da Ecorodovias registraram um volume de tráfego de 241.518, valor que caiu para 216.081 entre 16/03/2020 a 10/01/2021.

Mas no volume de tráfego consolidado, que leva em consideração outras três rodovias (Eco135, Eco050 e Ecovias do Cerrado), a queda entre os períodos foi de 6,5%.

3R (RRRP3): BTG Pactual (BPAC11) passa a deter 9,16% das ações

Concluída a operação de cisão de sua participação acionária no fundo FIP 3R, o BTG Pactual passou a deter, pelo banco ou por veículos controlados por este, 10.027.668 ações ordinárias de emissão da 3R, equivalente a 9,16% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia.

2W Energia renegocia dívida de acionista controlador

A 2W informa que a dívida de seu acionista controlador, Ricardo Lopes Delneri, será renegociada e não perdoada, como anteriormente anunciado em fato relevante de 31 de dezembro de 2020. O prazo de pagamento da dívida foi estendido para até 2031, com a utilização de 25% dos dividendos pagos pela companhia ao acionista.

Cielo (CIEL3): 3G Radar passa a deter 5,16% das ações

A 3G Radar aumentou a participação no capital social da Cielo S.A., passando a administrar o total de 140.114.832 ações ordinárias, correspondentes a 5,16% dessa espécie de ação.

Segundo o comunicado, a 3G Radar não pretende participar do bloco de controle e o investimento não busca alterar a atual estrutura da administração da companhia.

Enjoei (ENJU3) anuncia novo diretor financeiro

A Enjoei (ENJU3) informou que, em reunião realizada nesta segunda-feira (11), aprovou a eleição de Marcos Antonio Pinheiro Filho ao cargo de diretor financeiro e de relações com investidores da empresa.

Marcos é um executivo com mais de 15 anos de experiências em finanças, compliance, e relações com investidores. Foi CFO da Smiles Fidelidade S.A até janeiro de 2020 e liderou áreas de finanças de grandes empresas no Brasil.

Anteriormente, ele foi executivo na Gol Linhas Aéreas Inteligentes S.A., MedialSaúde, Sodexho e Embratel.

Marcos é formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica de SãoPaulo (PUC-SP), com pós-graduação em gestão pela Universidade Adolfo Ibanez (UAI – Chile) e MBA pela Universidade da California – Los Angeles (UCLA).

Ele assume o cargo no lugar de Guilherme Soares Almeida.