Radar traz balanços de B3 (B3SA3), Natura (NTCO3), MRV (MRVE3) e mais

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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O Radar Corporativo desta sexta-feira (5) a grande bateria de balanços divulgados na véspera, que vieram acompanhados de dividendos e recompras de ações.

A B3 (B3SA3) teve alta de 34,1% no lucro do quarto trimestre na comparação com o mesmo período de 2019, somando R$ 1,159 bilhão, em linha com o consenso. Adicionalmente, anunciou propostas de desdobramento de ações e dividendos extraordinários de R$ 1,19 bilhão.

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B2W (BTOW3) reverteu prejuízo e lucrou R$ 15,6 milhões no quarto trimestre, desempenho abaixo do previsto pelo consenso.

Já a Lojas Americanas (LAME4) obteve alta de 0,6% no lucro do quarto trimestre, para R$ 400,4 milhões, resultado em linha com o consenso.

Enquanto isso, a Natura (NTCO3) reverteu prejuízo e lucrou R$ 175,7 milhões no quarto trimestre do ano passado.

A CCR (CCRO3) reverteu lucro e teve prejuízo de R$ 74,8 milhões nos últimos três trimestres de 2020, resultado abaixo do previsto pelo consenso.

Por sua vez, a MRV (MRVE3) registrou lucro líquido de R$ 196 milhões no quarto trimestre, crescimento de 29,8% e acima do consenso.

A Randon (RAPT4) reportou lucro líquido de R$ 490,39 milhões no quarto trimestre, resultado 9,27 vezes maior que o lucro de um ano antes e desempenho acima do previsto pelo consenso.

Iguatemi (IGTA3) registrou lucro líquido de R$ 82 milhões no quarto trimestre, queda de 26,7%, mas acima do consenso.

A Arezzo (ARZZ3) teve lucro ajustado de R$ 83,2 milhões, alta de 77,8% e acima do previsto pelo consenso.

Enquanto isso, a Odontoprev (ODPV3) registrou lucro líquido de R$ 83,5 milhões no quarto trimestre, elevação de 16,6% sobre o mesmo período de 2019.

A Wiz (WIZS3) reportou lucro líquido de R$ 33,5 milhões no quarto trimestre de 2020, redução de 33,9%.

Destaque ainda para Vale (VALE3), que informou o valor final dos dividendos por ação, para pagamento em 15 de março de 2021, no montante bruto de R$ 4,2616472191 por ação. Já a Itaúsa (ITSA4) aprovou JCP de R$ 0,015 por ação.

Por fim, o noticiário de IPOs segue aquecido. A Elétrica Rio Energy, da Denham Capital, pede registro; a Caramuru Alimentos contratou bancos coordenadores e a Raízen informou em comunicado que “estão constantemente analisando possível listagem” por meio de IPO.

Veja agora a cobertura completa.

O que você verá neste artigo:

Balanços

B3 (B3SA3) tem alta de 34,1% no lucro no 4TRI20

A B3 (B3SA3) registrou um lucro líquido de R$ 1,159 bilhão no quarto trimestre de 2020. Isso representa crescimento de 34,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

No ano, o lucro líquido somou R$ 4,2 bilhões, um aumento de 52,9% na comparação com 2019.

B3 (B3SA3) desdobra ações e paga dividendos extraordinários de R$ 1,19 bi

A B3 (B3SA3) informou nesta quinta-feira (4) a aprovação do cancelamento de ações da companhia mantidas em tesouraria e a submissão da proposta de desdobramento de suas ações à apreciação da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) a ser realizada em 29 de abril de 2021.

Segundo a administradora da Bolsa de Valores de São Paulo, “o cancelamento de ações considerou a posição de ações em tesouraria, o programa de recompra, bem como o objetivo de garantir o cumprimento dos programas de concessão de ações existentes atualmente”.

Assim, a B3 vai cancelar 17.138.490 ações atualmente mantidas em tesouraria.

“Diante disso, após o referido cancelamento de ações”, segue a empresa, “o capital social da companhia passará a ser dividido em 2.042.000.000 ações ordinárias”.

Programa de Recompra

A B3 informou também sobre o Programa de Recompra: administração da estrutura de capital da companhia, combinando recompras de ações e distribuições de proventos para “retornar capital aos acionistas”.

A quantidade máxima de ações a serem adquiridas e de até 27,6 milhões, do montante total em circulação no mercado de 2,039 bilhões de ações.

De acordo com as informações financeiras mais recentes, a B3 possuía reservas de capital no montante de R$ 9,1 bilhões.

B3 desdobrará ações

A operação de desdobramento de ações tem a finalidade de adequar o patamar das cotações das ações, tornando-as mais acessíveis aos investidores.

Após o pregão de quinta-feira, 4 de março de 2021, com queda de 1,94%, as ações da B3 passaram a valer R$ 55,49.

Caso a operação proposta seja aprovada pela AGE, será realizado o desdobramento da totalidade da ações ordinárias, na proporção de uma para três ações da mesma espécie, sem modificação do valor do capital social da companhia.

Deste modo, o capital social permanecerá em R$ 12,548 bilhões. A B3 passaria a ter no mercado 6.126.000.000 ações ordinárias.

Proventos

O Conselho de Administração da B3 aprovou pagamento de dividendos nos montantes de R$ 798,5 milhões e R$ 1,189 bilhão.

Adicionalmente, em 2020 foram efetuadas recompras de ações no valor total de R$ 886,5 milhões. Ao longo do ano, a companhia distribuiu um total de R$ 6,2 bilhões para seus acionistas (R$4,1 bilhão em dividendos, R$1,2 bilhão em JCP, e R$0,9 bilhão em recompras).

B2W (BTOW3) reverte prejuízo e lucra R$ 15,6 mi no 4TRI

No quarto trimestre de 2020, a B2W (BTOW3) reportou um lucro líquido de R$ 15,6 milhões ante prejuízo de R$ 22,3 milhões um ano antes, o que representou uma melhora de 170,0%.

Em 2020, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 203,8 milhões, uma melhora de 48,0% em relação ao prejuízo de R$ 391,6 milhões de 2019.

Lojas Americanas (LAME4) registra alta de 0,6% no lucro no 4TRI

A Lojas Americanas (LAME4) registrou um lucro líquido de R$ 400,4 milhões no quarto trimestre de 2020, aumento de 0,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

No ano, o lucro líquido somou R$ 394 milhões, uma redução de 22,1% na comparação com 2019.

Natura (NTCO3) reverte prejuízo do 4TRI19 e lucra R$ 175,7 mi

A Natura (NTCO3) reportou lucro líquido consolidado de R$ 175,7 milhões no quarto trimestre de 2020. No critério atribuído aos acionistas controladores o lucro foi de R$ 177,4 milhões.

Há um ano a companhia havia registrado um prejuízo de 176,1 milhões.

No acumulado de 2020, a Natura registrou um prejuízo liquido de R$ 663,7 milhões ante um lucro de R$ 173 milhões em 2019.

Paranapanema (PMAM3) reverte prejuízo e lucra R$ 150,9 mi no 4TRI

A Paranapanema (PMAM3) registrou um lucro líquido de R$ 150,86 milhões no quarto trimestre de 2020. Um ano antes a companhia havia reportado prejuízo de R$ 229,09 milhões.

No entanto, no acumulado de 2020, a Paranapanema registrou prejuízo de R$ 861,60 milhões.

Segundo a companhia, o prejuízo foi impactado pela variação cambial sobre as dívidas em R$ 534,2 milhões.

Grendene (GRDN3) registra alta de 47,7% no lucro no 4TRI

A Grendene (GRDN3) registrou um lucro líquido de R$ 309 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 47,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com a companhia, o resultado se deve pelo aumento do volume de pares embarcados, o reajuste de preços concedidos a partir de outubro, o controle das despesas operacionais e o ganho financeiro oriundo das aplicações em renda variável

No ano, o lucro líquido somou R$ 405,2 milhões, uma redução de 50,5% na comparação com 2019.

Grendene (GRND3) aprova JCP

A Grendene (GRND3) aprovou a distribuição do saldo de dividendos do exercício findo em 31 de dezembro de 2020, no montante bruto de R$ 458,787 milhões.

Isso representa um valor bruto de R$ 0,508914175 por ação (excluídas as ações em tesouraria), que serão pagos aos acionistas a partir de 12 de maio deste ano.

Farão jus ao recebimento dos juros sobre o capital próprio e dividendos complementares os acionistas titulares de ações ordinárias (GRND3) inscritos em 22 de abril de 2021, que é a data do corte.

Randon (RAPT4) lucra 9,27 vezes mais no quarto trimestre de 2020

A Randon (RAPT4) reportou lucro líquido de R$ 490,39 milhões no quarto trimestre de 2020, um resultado 9,27 vezes maior que o lucro de um ano antes, com R$ 52,87 milhões.

Segundo a companhia, aLém da melhora da rentabilidade por meio da operação, o lucro líquido avançou significativamente pelo êxito em processos tributários.

No acumulado de 2020, o lucro líquido foi de R$ 664,67 milhões, alta de 168,4% ante 2019, com lucro de R$ 247,61 milhões.

CCR (CCRO3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 74,8 mi no 4TRI

CCR (CCRO3) reportou prejuízo líquido de R$ 74,8 milhões no quarto trimestre de 2020, revertendo o lucro líquido registrado em igual período de 2019.

A companhia informou que já prevê novas perdas, diante do descontrole da pandemia no Brasil. O tráfego nas concessões da CCR vinha se recuperando ao longo de 2020. Agora, porém, a retomada deverá ser interrompida, diante da necessidade de novas medidas de isolamento social, conforme informou o Valor.

MRV (MRVE3) tem alta de 29,8% no lucro no 4TRI

MRV (MRVE3) registrou lucro líquido de R$ 196 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 29,8% sobre o mesmo período de 2019.

A receita líquida cresceu 19,9% no quarto trimestre do ano passado, atingindo R$ 1,7 bilhão.

MRV (MRVE3) segue com planos de expansão em 2021

A MRV mantém seus planos de curto e médio prazo mesmo com a expectativa de que o crescimento da economia brasileira não seja suficiente para reverter a queda de 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) e apesar do ritmo lento da vacinação contra a covid-19, conforme reportagem do Valor.

Iguatemi (IGTA3) registra queda de 26,7% no lucro no 4TRI

A Iguatemi (IGTA3) registrou lucro líquido de R$ 82 milhões no quarto trimestre de 2020, redução de 26,7% na comparação com o quarto trimestre de 2019.

Arezzo (ARZZ3) registra lucro ajustado de R$ 83,2 mi no 4TRI, alta de 77,8%

A Arezzo (ARZZ3) reportou lucro ajustado de R$ 83,2 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 77,8% na comparação com mesmo período de 2019.

O Ebitda somou R$ 122,2 milhões, uma elevação de 61,1% na comparação ano a ano.

Odontoprev (ODPV3) tem lucro líquido de R$ 83,585 mi no 4TRI (+16,6%)

Odontoprev (ODPV3) registrou lucro líquido de R$ 83,5 milhões no quarto trimestre de 2020, elevação de 16,6% em relação ao mesmo período de 2019.

O Ebitda totalizou R$ 122,138 milhões no trimestre, crescimento de 21,3% na comparação com mesmo período de 2019.

Lucro da Wiz (WIZS3) no 4TRI foi de R$ 33,5 mi, queda de 33,9% ante 2019

A Wiz (WIZS3) reportou lucro líquido de R$ 33,5 milhões no quarto trimestre de 2020, redução de 33,9% na comparação com igual período de 2019.

No acumulado de 2020, o lucro líquido atingiu a cifra de R$ 199,6 milhões, queda de 10,8% em relação ao ano anterior.

São Carlos (SCAR3) tem alta de 12% no lucro no 4TRI

A São Carlos (SCAR3) reportou lucro líquido de R$ 16,8 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 12% na comparação com igual período de 2019.

No ano, o lucro líquido somou R$ 87,3 milhões, alta de 1% em relação ao ano anterior.

CSU Cardsystem (CARD3) tem alta de 45,2% no lucro no 4TRI

A CSU Cardsystem (CARD3) reportou lucro líquido de R$ 14,1 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 45,2% em relação ao mesmo período de 2019.

Ouro Fino (OFSA3) tem alta de 13,1% no lucro no 4TRI

A Ouro Fino (OFSA3) registrou lucro líquido de R$ 27,7 milhões no quarto trimestre de 2020, 13,1% na comparação com igual período de 2019.

No ano, o lucro líquido ajustado cresceu 83%, para R$ 86 milhões.

Cias abertas

Petrobras (PETR4) nega saídas de diretores

A Petrobras (PETR3 PETR4) soltou nesta quinta-feira (4) comunicado ao mercado procurando esclarecer as notícias veiculadas na mídia, sobre a decisão de saída da Diretora Executiva Financeira e de Relacionamento com Investidores Andrea Marques de Almeida, e do Diretor Executivo de Comercialização e Logística, André Barreto Chiarini.

Segundo a estatal, “todos os membros da Diretoria Executiva estão comprometidos em cumprir seus mandatos, que se encerram em 20 de março de 2021”.

Banco do Brasil (BBAS3) pode perder membros do conselho

O conselho de administração do Banco do Brasil (BBAS3) deve sofrer baixas se o presidente da instituição, André Brandão, deixar o cargo por interferência política. A notícia é do Valor.

AES Brasil (TIET11) revisa projeções de investimentos para 2021-2025

A AES Tietê (TIET11 TIET4 TIET3) anunciou no dia 25 de fevereiro a assinatura de um acordo de venda de energia para a Ferbasa (FESA4).

A AES estima que o CAPEX dispendido será de R$ 4,9 milhões por megawatt instalado.

“Dessa maneira, a AES Brasil atualizou suas projeções referentes a previsão de investimentos para o período de 2021 a 2025 e para tal período planeja investir um total de aproximadamente R$ 2,4 bilhões”, diz a empresa.

Entre os empreendimentos que receberão investimentos, estão os Complexos Eólicos Tucano (R$ 918 milhões) e Cajuína (R$ 1,033 bilhão). A empresa também pretende colocar R$ 400 milhões em modernização e manutenção de equipamentos e estruturas.

PetroRio (PRIO3) assina contrato para aquisição de 28,6% do Campo de Wahoo

A PetroRio (PRIO3) informou ao mercado a assinatura de contrato com a TotalE&P do Brasil para a aquisição da participação de 28,6% no Bloco BM-C-30, o Campo de Wahoo ou simplesmente Wahoo, na Bacia de Campos.

Somada à parcela de Wahoo adquirida da BP, a participação da PetroRio na concessão passará a ser de 64,3%, quando concluídas as duas transações, sujeitas a condições precedentes.

EDP (ENBR3) compra 40% do capital votante da Blue Sol

A EDP – Energias do Brasil (ENBR3) – concluiu o acordo para aquisição de 40% do capital votante da Blue Sol Participações, detentora da Blue Sol Energia Solar LTDA., Blue Sol Franquia LTDA. e Blue Sol Educacional LTDA., através de sua controlada EDP Ventures.

O preço de aquisição é de R$ 20 milhões, dos quais R$ 11,7 milhões foram pagos de imediato e os restantes R$ 8,3 milhões serão pagos em até 240 dias, em função do cumprimento de metas de vendas definidas no acordoo.

Monteiro Aranha (MOAR3) informa resultado do leilão da OPA

A Monteiro Aranha (MOAR3) comunicou hoje que foi realizado na B3 o leilão de oferta de 1.262.866 ações ordinárias da empresa, representativas de aproximadamente 10,31% do seu capital social.

A companhia informa ainda que como a OPA (Oferta Pública de Aquisição) foi aceita por acionistas representantes de mais de dois terços das ações em circulação, os titulares das ações em circulação remanescentes poderão exercer, pelo prazo de até três meses, ou até o dia 4 de junho de 2021, o direito de venda superveniente.

Ômega (OMGE3) recompra ações

A Ômega Geração (OMGE3) aprovou a aquisição privada, pela própria companhia, de 41.000 ações ordinárias, em decorrência do exercício do direito de aquisição da totalidade das ações de titularidade de participante do chamado “Terceiro Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações da Companhia” por ele adquiridas por força do exercício das respectivas opções, tendo em vista seu desligamento de afiliada da companhia.

O objetivo é permitir à Ômega exercer seu direito de recompra, tendo em vista o desligamento, por iniciativa da companhia e sem justa causa, de participante do Plano.

IPO

Elétrica Rio Energy, da Denham Capital, pede registro para IPO

A Elétrica Rio Energy, controlada pelo grupo de private equity Denham Capital, pediu registro para IPO (Oferta Pública Inicial) na B3.

A empresa possui três parques eólicos operacionais. Juntos, eles somam quase 485 megawatts em potência instalada, na Bahia e no Ceará. Mas há ainda duas construções eólicas em andamento na Bahia e Ceará, que devem começar a gerar energia em 2022.

Caramuru Alimentos contrata coordenadores de seu IPO

A Caramuru Alimentos contratou Bradesco BBI, Itaú BBA, XP e UBS-BB como coordenadores de seu IPO.

Acionistas da Raízen avaliam IPO

A Raízen soltou comunicado ao mercado em resposta à notícia veiculada pelo jornal Valor Econômico ontem (3), sob o título “Pipeline: Raízen dá início a processo para IPO de até R$ 13 bi”.

A matéria diz que a Raízen começou a engajar bancos de investimento para uma oferta que é estimada entre R$ 8 bilhões e R$ 13 bilhões.

“Em relação à matéria”, diz a empresa, “a Raízen Energia vem informar que o Grupo Raízen e seus acionistas controladores estão constantemente analisando possível listagem por meio de uma oferta pública inicial de ações (IPO). Tal oferta depende da aprovação final dos acionistas da companhia, bem como de inúmeras condições de mercado alheias à sua vontade”.

Proventos

Vale (VALE3) informa valor de dividendos

A Vale (VALE3) soltou nota nesta quinta-feira (3), informando o mercado de que houve alteração do número de ações em tesouraria da empresa, em função do pagamento da remuneração de longo prazo de seus executivos.

“Dessa forma, o valor final dos dividendos por ação, para pagamento em 15 de março de 2021, passou a ser no valor bruto de R$ 4,2616472191 por ação, sendo R$ 3,425910336 por ação, na forma de dividendos, e R$ 0,835736883 por ação, na forma de juros sobre o capital próprio (JCP)”, diz o comunicado da Vale.

As ações da Vale estão cotadas em R$ 98,86, após queda de 1,48% do pregão de hoje.

Itaúsa (ITSA4) aprova JCP de R$ 0,015 por ação

O Conselho de Administração da Itaúsa (ITSA4) deliberou declarar antecipadamente, por conta do dividendo obrigatório do exercício de 2021, juros sobre o capital próprio no valor de R$ 0,015456 por ação,

O valor será pago até 30 de setembro de 2021, com base na posição acionária final do dia 9 de março.

Isso representa juros líquidos de R$ 0,0131376 por ação.

Dívidas e emissões

Localiza (RENT3) anuncia oferta de debêntures

A Localiza (RENT3) informou hoje que vai oferecer 1 milhão de debêntures, em série única, na 17ª Emissão da empresa.

Cada debênture terá valor nominal de R$ 1 mil, na data de emissão (15 de março de 2021), o que dá o montante total de R$ 1 bilhão.

Segundo a Localiza, os recursos oriundos da captação serão destinados para a recomposição de caixa.

(Com Marco Antonio Lopes, Claudia Zucare, Rodrigo Petry e Redação)

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