Petrobras (PETR4) nega saídas de diretores; AES Brasil (TIET11) revisa projeções

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
1

Crédito: Divulgação / Petrobras

A Petrobras (PETR3 PETR4) soltou nesta quinta-feira (4) comunicado ao mercado procurando esclarecer as notícias veiculadas na mídia, sobre a decisão de saída da Diretora Executiva Financeira e de Relacionamento com Investidores Andrea Marques de Almeida, e do Diretor Executivo de Comercialização e Logística, André Barreto Chiarini.

Segundo a estatal, “todos os membros da Diretoria Executiva estão comprometidos em cumprir seus mandatos, que se encerram em 20 de março de 2021”.

A Petrobras está em meio a uma crise, com a ingerência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na companhia. Ele indicou um novo presidente para a petrolífera, o general Joaquim Silva e Luna, para o lugar de Roberto Castello Branco.

Não Perca! Começa hoje o evento que vai transformar sua visão sobre Fundos de Investimento Imobiliário

AES Brasil (TIET11) revisa projeções de investimentos para 2021-2025

A AES Tietê (TIET11 TIET4 TIET3) anunciou no dia 25 de fevereiro a assinatura de um acordo de venda de energia para a Ferbasa (FESA4).

A AES estima que o CAPEX dispendido será de R$ 4,9 milhões por megawatt instalado.

“Dessa maneira, a AES Brasil atualizou suas projeções referentes a previsão de investimentos para o período de 2021 a 2025 e para tal período planeja investir um total de aproximadamente R$ 2,4 bilhões”, diz a empresa.

Entre os empreendimentos que receberão investimentos, estão os Complexos Eólicos Tucano (R$ 918 milhões) e Cajuína (R$ 1,033 bilhão). A empresa também pretende colocar R$ 400 milhões em modernização e manutenção de equipamentos e estruturas.

Acionistas da Raízen avaliam IPO

A Raízen soltou comunicado ao mercado em resposta à notícia veiculada pelo jornal Valor Econômico ontem (3), sob o título “Pipeline: Raízen dá início a processo para IPO de até R$ 13 bi”.

A matéria diz que a Raízen começou a engajar bancos de investimento para uma oferta que é estimada entre R$ 8 bilhões e R$ 13 bilhões.

“Em relação à matéria”, diz a empresa, “a Raízen Energia vem informar que o Grupo Raízen e seus acionistas controladores estão constantemente analisando possível listagem por meio de uma oferta pública inicial de ações (IPO). Tal oferta depende da aprovação final dos acionistas da companhia, bem como de inúmeras condições de mercado alheias à sua vontade”.

“A companhia ressalta que não há, até o presente momento, qualquer definição de potencial valor da oferta, tampouco aprovação dos acionistas controladores para início formal do processo”, encerrou.

Ômega (OMGE3) recompra ações

A Ômega Geração (OMGE3) aprovou a aquisição privada, pela própria companhia, de 41.000 ações ordinárias, em decorrência do exercício do direito de aquisição da totalidade das ações de titularidade de participante do chamado “Terceiro Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações da Companhia” por ele adquiridas por força do exercício das respectivas opções, tendo em vista seu desligamento de afiliada da companhia.

O objetivo é permitir à Ômega exercer seu direito de recompra, tendo em vista o desligamento, por iniciativa da companhia e sem justa causa, de participante do Plano.

Serão adquiridas a totalidade das ações subscritas pelo participante desligado por força do exercício das opções a ele outorgadas no âmbito do Programa e do Contrato, totalizando 41.000 ações ordinárias.

As ações serão adquiridas ao preço de R$ 40,5744544 por ação, preço de mercado.