Meu primeiro dividendo: aprenda a investir de olho na renda passiva

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.

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O acionista de uma empresa de capital aberto vai sempre ter uma aposentadoria, não importa sua idade. O ensinamento vem de Luiz Barsi, maior investidor pessoa física do país e conhecido como o “rei dos dividendos”.

A dica é valiosa: quem não quer ter a garantia de uma renda pingando na conta de tempos em tempos, sem comprometer o montante dos ativos?

Para tanto, é preciso montar uma estratégia de investimentos com foco em dividendos. E a EQI Investimentos pode te ajudar nessa missão.

É que nos dias 30 e 31 de agosto acontece o evento “Meu primeiro dividendo”, totalmente online e gratuito, voltado para quem já investe e quer melhorar seu portfolio ou para quem ainda está pensando em começar a poupar.

Com o mote “aprenda a fazer seu dinheiro trabalhar por você”, os painéis vão mostrar como é possível investir com segurança em dividendos.

Entre outros temas, você vai aprender o que são dividendos, como e quando eles são pagos, como analisar os melhores pagadores de dividendos da bolsa, como montar uma carteira eficaz, como os juros compostos te ajudam e ainda como se aposentar vivendo apenas com os rendimentos dos investimentos.

Entre os 20 especialistas convidados estão André Bona, educador financeiro e parceiro de conteúdo do BTG Pactual (BPAC11); também Bettina Rudolph, sócia e analista de investimentos da Empiricus; Elias Wiggers, assessor sênior de alocação daEQI Investimentos; Alice Porto, a contadora da bolsa; e Louise Barsi, filha de Luiz, que segue à risca os ensinamentos do pai.

Mas, afinal, o que é dividendo?

Dividendo nada mais é do que a distribuição de parte do lucro das empresas de capital aberto aos seus acionistas.

Esses lucros são distribuídos de acordo com a quantidade de ações que cada investidor possui. Ou seja, de acordo com a parcela da empresa que pertence a ele.

No Brasil, as empresas são obrigadas por lei a dividir seus lucros com os acionistas.

Já nos Estados Unidos, por exemplo, a companhia pode optar por não distribuir lucros para reaplicar os recursos na própria empresa. O que também não deixa de ser vantajoso para o investidor. Isso porque, se bem aplicado, este dinheiro resultará em ações mais valorizadas no longo prazo. Amazon, Facebook e Google são exemplos de empresas que não compartilham os lucros com os acionistas e nem por isso deixam de ser excelentes opções de investimento.

Como é a distribuição de dividendo?

Mas, no Brasil, de acordo com a Lei de Sociedades por Ações (6.4040/76), toda empresa de capital aberto, ou seja, que tenha ações na bolsa de valores, deve distribuir aos seus acionistas no mínimo 25% de seu lucro líquido por meio de dividendos ou juros sobre capital próprio.

Na prática, isso quer dizer que, ao comprar uma ação, o investidor está se tornando proprietário de uma parte da empresa e, como tal, tem direito a participar dos lucros.

Então, paralelamente à valorização da ação, o investidor também recebe este percentual. Ele é depositado em conta e pode ser utilizado para comprar mais ações, seja da mesma empresa ou não. E pode também ser usado como complementação à renda.

Os pagamentos podem acontecer de maneira mensal, trimestral, semestral ou anual, dependendo do que estabelece o estatuto da empresa.

Portanto, o investidor que tem interesse em receber uma quantia periódica decorrente de suas ações, deve investir com estratégia focada nas melhores pagadoras de dividendos.

Quer saber mais? Confira nosso material sobre o tema: