Como diversificar carteira com renda variável? Saiba aqui!

Ronaldo Araújo
Engenheiro e Agente Autônomo de Investimentos, hoje me dedico a divulgar ensinamentos sobre como funciona a Previdência Privada. Acredito que com mais conhecimento é possível fazer melhores escolhas para a formação do patrimônio de longo prazo. Para saber mais acesse www.ronaldoaraujo.com.br
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Crédito: Divulgação

Dividir o patrimônio em aplicações em renda fixa e variável já é uma recomendação bastante conhecida. No entanto, nem sempre as opções ficam tão claras em cada um dos mercados. Para fazer uma boa distribuição do capital, o ideal é tomar conhecimento das potencialidades e dos riscos de cada um dessas alternativas.

Este artigo aborda melhor essa questão. Ao ler o texto, você entenderá qual é a razão principal de investir em renda variável. Em seguida, conhecerá as principais aplicações, de modo que possa medir o risco e fazer a opção adequada ao seu perfil.

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Porque ter parte do patrimônio em renda variável?

A renda variável geralmente é a parte do mercado que pode proporcionar os maiores ganhos, mas também traz riscos embutidos. Sendo assim, as estratégias que consideram esse mercado podem trazer bastante lucro aos seus investidores. Por essa razão, faz muito sentido tomar um risco adequado ao perfil do investidor em questão em busca de potencializar os rendimentos.

De que forma é possível diversificar usando a renda variável?

Acompanhe algumas maneiras interessantes de diversificar o patrimônio utilizando a renda variável.

Fundos de investimentos

Uma das opções bastante interessantes para diversificar o patrimônio em renda variável são os fundos de investimentos. Existe uma infinidade deles disponíveis no mercado e eles se apresentam em diferentes classes. Na renda variável, é possível aplicar em fundos multimercado ou mesmo em fundos de ações.

A grande vantagem desse tipo de investimento é contar com uma estrutura profissional para cuidar das suas aplicações. Os fundos contam com gestores profissionais remunerados para aplicar os recursos do fundo da melhor forma possível. Assim, pode-se ter liberdade inclusive para ganhar mais dinheiro e aumentar os aportes.

Ações

As ações são alternativas mais diretas de investimento e compõe uma modalidade na qual o próprio investidor é o tomador de decisões. Assim, ele mesmo deve analisar a empresa da qual pretende se tornar sócio e fazer a compra dos ativos. Dessa forma, é necessário mais conhecimento e dedicação para encontrar as melhores oportunidades.

Opções

As opções são instrumentos derivativos que podem ser usados por quem tem o ativo objeto, como as ações por exemplo. Geralmente a estratégia usada é para prover proteção para a carteira, mas também é possível fazer operações de taxas e obter uma remuneração mensal para a carteira já existente.

Fundos Imobiliários

Esse tipo de fundo é voltado para aplicações imobiliárias. Ou seja, são grandes somas de dinheiro que mantém seus investimentos em imóveis de alto valor espalhados pelo país. Quem compra uma cota de um fundo desses passa a receber dividendos mensais provenientes dos aluguéis vindos dos imóveis. Como o valor da cota varia, o investimento é classificado como sendo de renda variável.

Contratos futuros

Por fim, também é possível investir no mercado futuro por meio de contratos derivativos. Eles representam investimentos em commodities que têm seu preço regulado no mercado internacional. É preciso apenas uma parte do valor total do contrato para negociá-lo, fatia de investimento conhecida como “margem”. Esse mecanismo possibilita a alavancagem do patrimônio, o que pode trazer mais ganhos, só que junto com um risco bem maior.

A diversificação deve fazer parte da carteira de qualquer investidor. Nesse sentido, a parcela em renda variável também não deve se concentrar em apenas um ativo. Para isso, pode-se investir em um leque maior de alternativas, já que o mercado conta com diversas opções. O principal disso tudo é conhecer bem o investimento escolhido de modo a tomar apenas aquele risco do qual se tem plena consciência.

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