Radar traz CVC (CVCB3), Cosan (CSAN3), Cemig (CMIG4) e D’Or (RDOR3)

Felipe Moreira
Editor na EuQueroInvestir, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional.
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Crédito: Crédito da imagem: Reprodução/Internet

No Radar Corporativo desta segunda-feira (17) destaque para a reta final da safra de balanços, com grandes empresas, de menor porte e em recuperação judicial.

A CVC (CVCB3) registrou prejuízo líquido de R$ 45,4 milhões no balanço do primeiro trimestre. Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo líquido de R$ 49 milhões.

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Já a Cosan (CSAN3) reportou lucro de R$ 827,7 milhões, com números refletindo uma alta de 28% sobre o mesmo período do ano passado.

Enquanto isso, a Cemig (CMIG4) apresentou lucro de R$ 422,4 milhões, reportando prejuízo líquido de R$ 68,1 milhões.

Por sua vez, a Rede D’Or (RDOR3) viu seu lucro ampliar-se 254%, para R$ 402,4 milhões no primeiro trimestre.

A Vivara (VIVA3) teve lucro líquido 79,4% menor no primeiro trimestre de 2021, somando R$ 3,9 milhões.

Além disso, a EDP (ENBR3) registrou lucro líquido ajustado 58,6% maior no primeiro trimestre, que atingiu R$ 337 milhões.

Fora os balanços, o Assaí (ASAI3) fará segunda emissão de debêntures no montante de R$ 1,6 bilhão e a JBS (JBSS3) oferta US$ 500 milhões em bonds.

Já o Banco Inter (BIDI11) finalizou a operação com a Duo Gourmet e a Wine (WNBR3) fechou a compra da Cantu Importadora por R$ 180 milhões.

Por fim, anunciaram proventos: Itaúsa (ITSA4) e Sinquia (SQIA3).

Veja agora a cobertura completa do Radar Corporativo:

O que você verá neste artigo:

Balanços

CVC (CVCB3) tem prejuízo 7,3% menor 

A CVC (CVCB3) registrou prejuízo líquido de R$ 45,4 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo líquido de R$ 49 milhões.

Cosan (CSAN3) lucra 28% a mais 

A Cosan (CSAN3) registrou lucro líquido de R$ 827,7 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Os números refletem uma alta de 28% sobre o mesmo período do ano passado, com lucro de R$ 646,7 milhões.

Cemig (CMIG4) reverte prejuízo e lucra R$ 422,4 mi 

A Cemig (CMIG4) registrou lucro líquido de R$ 422,4 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Um ano antes, a companhia havia reportado prejuízo líquido de R$ 68,1 milhões.

Rede D’Or (RDOR3) lucra 254% a mais

Rede D’Or (RDOR3) viu seu lucro ampliar-se 254% no primeiro trimestre, para R$ 402,4 milhões.

Wine tem prejuízo 92,4% menor no balanço do 1TRI21

A Wine reportou prejuízo líquido de R$ 0,5 milhão no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

No mesmo período do ano anterior, a companhia havia registrado um prejuízo de R$ 5,9 milhões.

Meliuz (CASH3) lucra R$ 3,01 milhões no balanço do 1TRI21

A Meliuz (CASH3) reportou lucro líquido de R$ 3,01 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

O resultado financeiro líquido no balanço do 1TRI21 foi uma receita de R$ 427 milhões.

Vivara (VIVA3) tem queda de 79% do lucro 

A Vivara (VIVA3) registrou lucro líquido 79,4% menor no primeiro trimestre de 2021.

O indicador passou de R$ 19 milhões para R$ 3,9 milhões nos três primeiros meses deste ano.

EDP (ENBR3) tem lucro líquido 58% maior 

A EDP (ENBR3) registrou lucro líquido ajustado 58,6% maior no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período de 2020.

A empresa lucrou R$ 337 milhões no 1TRI21 contra R$ 212,5 milhões no 1TRI20.

Enjoei (ENJU3) tem prejuízo de R$ 31,7 mi 

A Enjoei (ENJU3) registrou prejuízo líquido de R$ 31,7 milhões no primeiro trimestre de 2021.

O indicador foi maior do que o prejuízo líquido do 1TRI20 de R$ 1,3 milhão.

Riva (RIVA3) eleva prejuízo a R$ 6,7 mi 

A Riva (RIVA3) registrou um prejuízo líquido de R$ 6,7 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021.

O indicador foi maior do que os R$ 132 mil de prejuízo que a empresa computou nos três primeiros meses do ano passado.

Orizon (ORVR3) tem prejuízo 5 vezes maior 

A Orizon (ORVR3) registrou prejuízo líquido cinco vezes maior no primeiro trimestre de 2021.

O prejuízo cresceu de R$ 9,1 milhões no 1TRI20 para R$ 45,5 milhões no 1TRI21.

Plano&Plano (PLPL3) lucra 2,45 vezes a mais 

A Plano&Plano (PLPL3) registrou lucro líquido de R$ 50 milhões no primeiro trimestre de 2021. Esse valor é 2,45 vezes superior ao resultado do mesmo período do ano passado.

Bemobi (BMOB3) tem lucro 12% superior 

A Bemobi (BMOB3) registrou lucro líquido de R$ 13,9 milhões no primeiro trimestre de 2021. Isso representa um crescimento de 12% em relação ao mesmo período do ano passado.

Banco ABC (ABCB4) registra alta de 15,5% no lucro 

O Banco ABC (ABCB4) apresentou lucro líquido de R$ 122,4 milhões no primeiro trimestre de 2021. Isso representa um aumento de 15,5% em relação ao lucro do mesmo período do ano passado.

Alliar (AALR3) reverte prejuízo e lucra R$ 12,5 mi 

A Alliar (AALR3) registrou lucro líquido de R$ 12,5 milhões no primeiro trimestre de 2021. O valor reverteu o prejuízo do mesmo período no ano passado, que foi de R$ 20 milhões.

Restoque (LLIS3) tem prejuízo 19% menor 

A Restoque (LLIS3) melhorou em 19,4% o prejuízo líquido no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano passado.

O prejuízo líquido foi de R$ 47,1 milhões no 1TRI20 contra prejuízo de R$ 38 milhões no 1TRI21.

Rodobens (RDNI3) lucra 79,3% a mais 

A Rodobens (RDNI3) apresentou lucro líquido de R$ 97,9 milhões no primeiro trimestre de 2021. Isso representa um crescimento de 79,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Hotéis Othon (HOOT4) tem prejuízo 2,6 vezes menor 

O Hoteis Othon (HOOT4) registrou prejuízo líquido 2,6 vezes menor no primeiro trimestre de 2021.

O prejuízo cai de R$ 23,4 milhões para um prejuízo de R$ 8,8 milhões ao fim do 1TRI21.

Grazziotion (CGRA4) tem lucro 88% maior 

O lucro líquido da Grazziotion (CGRA4) cresceu 88,5% no primeiro trimestre de 2021.

O indicador passou de R$ 7,2 milhões (1TRI20) para R$ 13,6 milhões (1TRI21).

Nutriplant (NUTR3) tem queda de 46% no lucro 

A Nutriplant (NUTR3) registrou lucro líquido 46,5% menor no primeiro trimestre de 2021.

O indicador caiu de R$ 798 mil para R$ 427 mil no 1TRI21.

Bombril (BOBR4) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 26,3 mi 

A Bombril (BOBR4) reverteu o lucro do início de 2020 e registrou prejuízo líquido de R$ 26,3 milhões no primeiro trimestre de 2021.

Nos três primeiro meses do ano passado o lucro havia sido de R$ 26,6 milhões.

Saraiva (SLED4) reduz para R$ 20,3 mi prejuízo 

A Saraiva (SLED4) – em recuperação judicial – registrou prejuízo líquido de R$ 20,3 milhões no primeiro trimestre de 2021, contra prejuízo de R$ 40,9 milhões no mesmo período do ano passado.

PDG Realty (PDGR3) aumenta para R$ 220 mi prejuízo 

PDG Realty (PDGR3) – em recuperação judicial – encerrou o primeiro trimestre de 2021 com prejuízo líquido de R$ 220 milhões, contra um resultado negativo de R$ 175 milhões no mesmo período do ano passado.

Lupatech (LUPA3) reduz o prejuízo a R$ 42,7 mi  

A Lupatech (LUPA3) – em recuperação judicial – encerrou o primeiro trimestre de 2021 com prejuízo líquido de R$ 42,7 milhões. Isso corresponde a uma redução de 33% em relação ao prejuízo do mesmo período de 2020.

Heringer (FHER3) reduz o prejuízo a R$ 7,4 mi 

A Heringer (FHER3) – em recuperação judicial – encerrou o primeiro trimestre de 2021 com prejuízo líquido de R$ 7,4 milhões, contra R$ 204,9 milhões no mesmo período do ano passado.

Renova Energia (RNW4) tem queda de 43% no prejuízo 

A Renova Energia (RNEW4) registrou prejuízo líquido 43,5% melhor no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o mesmo período de 2020.

O prejuízo passou de R$ 53,1 milhões para R$ 30,0 milhões no 1TRI21.

Brasil Brokers (BBRK3) tem prejuízo 66% menor 

A Brasil Brokers (BBRK3) reduziu em 66,5% o prejuízo no primeiro trimestre de 2021 no comparativo com o mesmo período de 2020.

O prejuízo caiu de R$ 71,1 milhões (1TRI20) para R$ 23,8 milhões (1TRI21).

Portobello (PTBL3) lucra 3,2 vezes a mais 

A Portobello (PTBL3) registrou lucro 3,2 vezes maior no primeiro trimestre de 2021 no comparativo com o mesmo período do ano anterior.

O lucro líquido ajustado e recorrente da empresa saltou de R$ 12,5 milhões (1TRI20) para R$ 40,4 milhões (1TRI21).

Cias Abertas

Petrobras (PETR4) se aproxima de meta de redução de dívida

Com a forte geração de caixa, a Petrobras se aproxima de sua meta de redução da dívida e alimenta as expectativas de que, mantido o ritmo de desalavancagem e de recuperação dos preços do petróleo, a nova política de
dividendos da empresa seja antecipada, conforme informou o jornal Valor.

O entusiasmo com remuneração aos acionistas se refletem na recuperação recente das ações da estatal. Por mais que a confiança do mercado sobre a nova gestão da Petrobras dê sinais de melhora, porém, os riscos associados à intervenção do governo na política de preços da estatal ainda não estão dissipados.

B2W (BTOW3) começa entrega em favelas

A B2W começou à entregar compras on-line em favelas. Becos e vielas sem endereço oficial restringiam essas entregas a pontos de coleta, como agências dos Correios, onde o comprador ia fazia a retirada.

A cerca de um mês, a empresa firmou parceria com a startup de logística Favela Brasil Xpress e com a organização não-governamental G10 Favelas, criada por líderes e empreendedores de impacto social em dez grandes comunidades do país. A primeira favela foi a paulistana Paraisópolis, um universo de 100 mil moradores,
onde a B2W já faz 350 entregas diárias. As informações são do Valor.

Banco Inter (BIDI11) fecha operação com Duo Gourmet

O Banco Inter (BIDI11) comunicou que finalizou a operação com a Duo Gourmet.

“Em continuidade com o Comunicado ao Mercado divulgado em 13 de abril de 2021, informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que foi celebrado, em 13 de maio de 2021, o Termo de Fechamento  que  formaliza  o  cumprimento  das  condições  precedentes  necessárias  para  a conclusão da aquisição, pelo Inter, do controle da operação Duo Gourmet”, diz a empresa.

Wine (WNBR3) compra a Cantu Importadora

A Wine (WNBR3) informou que celebrou contrato os sócios da Cantu Importadora para adquirir a totalidade de seu capital social pela companhia.

A compra foi feita por R$ 180 milhões. Deste total, R$ 54 milhões serão pagos na data de fechamento da transação; e R$ 126 milhões em duas parcelas iguais, sendo que a primeira em 01 de março de 2024 e, a segunda parcela, será paga em 01 de julho de 2024.

Wine informa emissão de debêntures

A Wine anunciou a segunda emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie com garantia real, em série única, com prazo de vencimento de 5 (cinco) anos, no montante de R$ 120 milhões.

Os recursos a serem captados serão utilizados pela companhia para realizar o pagamento parcial relativo à aquisição de quotas representativas do capital social da Futura Comercial Trading.

CCR (CCRO3): tráfego tem alta de 32% na semana

A CCR (CCRO3) registrou aumento de 32,3% no tráfego na semana de 7 a 13 de maio de 2021 no comparativo com o mesmo período de 2020.

A maior alta foi com os veículos de passeio, de +61,2%, mas o segmento comercial também apresentou crescimento, de +17,7%.

No acumulado do ano a alta é de 10,5%. Neste caso, a maior alta é do segmento comercial, com +14,6%, e a alta dos veículos de passeio é de +5%.

Proventos

Itaúsa (ITSA4) e Sinquia (SQIA3) informam sobre JCP

A Itaúsa (ITSA4) comunicou que seu Conselho de Administração deliberou por declarar antecipadamente, por conta do dividendo obrigatório do exercício de 2021, juros sobre o capital próprio no  valor de R$ 0,01840 por ação.

Os proventos serão pagos pela Itaúsa até 30.09.2021, com base na posição acionária final do dia 24.05.2021.

Haverá retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,01564 por ação.

Sinquia (SQIA3) ajusta pagamento de JCP

A provedora de tecnologia Sinquia (SQIA3) informou que pagará JCP na próxima segunda-feira (17).

Devido à alienação de ações em tesouraria para atender ao pagamento da parcela em ações das recentes aquisições, o valor bruto por ação dos juros sobre capital próprio aprovado na Assembleia  Geral Ordinária de  29/04/2021 foi ajustado de R$ 0,019911450 para R$ 0,019659421.

O pagamento tomará como base a posição acionária de 29/04/2021.

Emissões e dívidas

Assaí (ASAI3) informa debêntures 

A Assaí (ASAI3) informou que o Conselho de Administração aprovou a alteração do valor de sua segunda emissão de debêntures simples.

Agora o valor será de R$ 1,6 bilhão. O prazo de vencimento é entre 5 a 7 anos.

JBS (JBSS3) oferta US$ 500 milhões em bonds

A JBS (JBSS3) informa que a companhia e suas subsidiárias ofertaram ao mercado internacional US$ 500 milhões em notas sêniores com remuneração de 3,75% ao ano, o menor cupom em uma emissão da companhia.

A JBS USA Food pretende utilizar os recursos da transação para financiar a aquisição da Vivera, terceira maior produtora de alimentos plant-based da Europa.

Braskem (BRKM5) autoriza alienação de ações

A Braskem (BRKM5) informou que seu Conselho de Administração autorizou a alienação em bolsa da totalidade das ações da companhia mantidas em tesouraria que perfazem, nesta data, 902.166 ações preferenciais classe A de emissão da Braskem.

“A destinação dos recursos auferidos será para uso corporativo geral da Companhia, tendo em vista que o artigo 9 da Instrução CVM 567/15 estabelece a obrigação da Companhia de alienar ou cancelar ações mantidas em tesouraria sempre que constatar que foi excedido o saldo de recursos disponíveis, conforme apurado em suas últimas demonstrações contábeis divulgadas”, explica a Braskem.

Segundo a empresa, a companhia tem controle acionário definido e a quantidade de ações a ser alienada é insuficiente para afetar a composição do controle acionário ou a estrutura administrativa da companhia.

BBM Logística (BBML3) avalia realizar oferta pública

A BBM Logistica (BBML3) informou que está avaliando constantemente alternativas de captação de recursos junto aos mercados de renda fixa ou variável, sempre alinhada com seu planejamento estratégico e as atuais condições de mercado, incluindo a possibilidade de realização de uma oferta pública de distribuição primária e secundária de ações ordinárias.

Para o assessoramento da avaliação, a companhia informa que mandatou o Bank of America, a XP Investimentos, o Citigroup Global Markets  Brasil, o Banco Safra S.A. e o UBS Brasil, para engajá-las na prestação de serviços de assessoria financeira no âmbito da potencial oferta restrita.

A efetiva realização da potencial oferta restrita está sujeita, entre outros fatores, à obtenção das aprovações necessárias.

BrasilAgro (AGRO3) aprova aumento de capital

A BrasilAgro (AGRO3) comunicou que a Cresud  S.A.C.I.F.Y.A e a Turismo Investment  S.A.U (atual denominação da Agro Investment  S.A.) exerceram seus direitos de subscrição de ações decorrentes dos bônus de subscrição de primeira emissão emitidos pela companhia em 15 de  março de 2006.

Assim, em razão do exercício dos Bônus de Subscrição realizados em 10 de maio de 2021 (por Cape Town LLC) e nesta data, o conselho de administração aprovou  os  aumentos  do  capital  social  da  Companhia no valor total de R$ 448.174.023,92.

O capital social da companhia passou de R$ 1,139 bilhão, dividido em 82.104.301 ações ordinárias, para R$ 1,587 bilhão, dividido em 102.377.008 ações ordinárias.

(Com Marco Antonio Lopes, Claudia Zucare, Felipe Alves, Regiane Medeiros e Rodrigo Petry)

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