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Small caps de varejo reúnem empresas conhecidas do pequeno investidor

Small caps de varejo reúnem empresas conhecidas do pequeno investidor

O mercado brasileiro vem crescendo e com isso consolidando novas opções de empresas da bolsa. Conheça hoje as small caps do varejo.

Entre as empresas do setor de varejo integrantes do Índice Small Caps (SMLL) da B3 (B3SA3) estão marcas conhecidas do grande público. Algumas delas são Arezzo (ARZZ3), Vivara (VIVA3) e Grendene (GRND3). 

As small caps podem ser boas opções de investimentos, trazendo companhias de grande porte, consolidadas em seus segmentos, mas que não se encontram entre as maiores do Ibovespa. 

Assim, por estarem fora de parte da estratégia de grandes fundos estrangeiros, podem ser uma aposta aos pequenos investidores. Sobretudo para quem busca retornos a médio prazo mais vantajosos, caso se proponha a aceitar um pouco mais de risco. 

Conheça as small caps de varejo 

Arezzo (ARZZ3)

O principal ramo de atividade da Arezzo é a industrialização e comercialização de artigos de couro e de plástico em geral, como sapatos, bolsas e acessórios. Possui lojas espalhadas por diversos estados do país.

Os principais acionistas individuais da empresa são Anderson Lemos Birman, que possui 31,14% das ações e Alexandre Café Birman, que detém 14,70%. A maior fatia, de 54,16%, está diluída em demais acionistas, tendo um total de 53,9 milhões de ações negociadas. 

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No segundo trimestre de 2021 a companhia reverteu o prejuízo de R$ 31 milhões e lucrou R$ 132 milhões. 

Vivara (VIVA3)

A Vivara (VIVA3) também está entre as small caps do índice. Ela atua no ramo de joias, relógios e demais acessórios femininos, como cordão, brincos e outros. Além disso, também possui participação em outras sociedades, na qualidade de quotistas ou acionistas; participa ainda de holdings de instituições não-financeiras. É também agente de propriedade intelectual.

A família Kaufman detém a maior parte das ações individuais da empresa, sendo 20% nas mãos de Márcio Monteiro Kaufman, que é o CEO; 19,66% com Nelson Kaufman; e 14% com Marina Kaufman Bueno Netto. Há ainda Paulo Kruglensky, com 4,24%, e o fundo Verde Asset Management, com 5,10%. Os demais acionistas somam 37,01% e tem 99,4 milhões de ações no mercado.

A empresa reverteu o prejuízo do 2TRI20 e registrou lucro de R$ 81,3 milhões no 2TRI21.

Quero-Quero (LJQQ3)

A Quero-Quero (LJQQ3) atua no comércio varejista especializado em material de construção, eletrodomésticos e móveis, com lojas pelo país. 

Os principais investidores da rede de lojas são bancos e fundos como Safra Asset Managment, que detém 8,41% das ações; Genesis Investment Managemen, também com 8,41%; Itaú-Unibanco com 6,33%; Bradesco Asset Management, com 5,82%; Absoluto Partners Gestão de Recursos, com 5,29%; e Capital World Investors, com 5,33%. Os demais acionistas somam 60,42%. Possui 179,1 milhões de papéis em circulação.

A Lojas Quero Quero (LJQQ3) encerrou o 2TRI21 com lucro líquido de R$ 16 milhões. O resultado foi 3,63 vezes superior ao do mesmo período do ano passado.

Grendene (GRND3)

Uma das small caps mais conhecidas, a Grendende (GRND3) é fabricante de marcas como sandálias Havaianas, atua na fabricação de calçados em geral.

O controle das ações individual está com a família Grendene. Alexandre Grendene Bartelle possui 41,20% do total dos papéis; ao passo que Pedro Grendene Bartelle tem 13,89%; Giovana Bartelle Velloso possui 4,12%; Pedro Bartelle, 3,94%; e Gabriella de Camargo Bartelle, 3,20%. O fundo 3g Radar Gestora de Recursos possui 6,97%. Já a fatia de 23,44% está nas mãos dos demais acionistas.

A Grendene (GRND3) registrou um lucro líquido de R$ 33,2 milhões no balanço do 2TRI21, revertendo o prejuízo de R$ 44 milhões de um ano antes.

CEA Modas (CEAB3)

Mais uma rede varejista de roupas, a CEA Modas (CEAB3), dona da marca C&A, atua nos setores de vestuário, acessórios, calçados, higiene, eletrônicos, dentre outros.

O fundo Incas S/A possui 32,75% dos papéis, sendo o maior acionista individual, seguido por Cofra Investments, com 32,56%, além da Verde Asset Management (5,15%) e Cofra Latin America (0,01%). Os demais acionistas detém 29,54% das ações. 

A C&A (CEAB3) registrou lucro líquido de R$ 69,2 milhões no balanço do 2TRI21, revertendo o prejuízo de R$ 192,1 milhões na comparação anual.

Guararapes (GUAR3)

Outra empresa no índice small caps está a Guararapes, que possui a marca Riachuelo e atua em produção de roupas e tecidos em geral.

A família Gurgel Rocha domina o quadro de acionistas: Lisiane Gurgel Rocha possui 27,90% dos papéis, enquanto Élvio Gurgel Rocha e Flávio Gurgel Rocha, têm 27,51% e 27,35%, respectivamente. Os demais acionistas somam 17,25%. Estão em circulação, total de 81,9 milhões de papéis. 

A Guararapes (GUAR3) reverteu o prejuízo do 2TRI20 e reportou lucro líquido de R$ 46,1 milhões no 2TRI21.

Lojas Marisa (AMAR3)

As lojas Marisa (AMAR3), conhecida do público feminino atua no ramo de comércio varejista de roupas e ainda na prestação de serviços de correspondente bancário, intermediação de negócios e congêneres, além de atuação como Representante de seguros.

A composição acionária está diluída entre representantes da família Goldfarb, como Ricardo Goldfarb, que possui individualmente a maior parte das ações, com 4,79%. Os demais acionistas somam 43,41% das ações. Estão em circulação, 111,6 milhões de ações.

No 2TRI21 a Marisa registrou prejuízo líquido de R$ 59,5 milhões, representando melhora ante as perdas de R$ 171,7 milhões no mesmo período de 2020.

Vulcabrás (VULC3)

A Vulcabrás (VULC3) atua no ramo de representantes comerciais e agentes do comércio de têxteis, vestuário, calçados e artigos de viagem. É dona de marcas como Olympikus e Mizuno. 

O fundo Gianpega Negócios e Participações, com 31,83%, é o principal acionista individual da empresa. Também em seu quadro de acionistas estão alguns membros da família Grendene como Giovana Bartelle Velloso, com 2,95% de participação. Os demais acionistas somam 19,98% e o total de papéis em circulação chega a 73,7 milhões.

A empresa registrou lucro líquido de R$ 91,5 milhões no 2TRI21. O resultado reverteu o resultado negativo de R$ 75,4 milhões no mesmo período do ano passado.

Espacolaser (ESPA3)

A Espacolaser (ESPA3) é a maior rede de clínicas de depilação do Brasil. Foi criada em 2004 e hoje tem mais de 600 unidades espalhadas pelo país.

Ygor Alessandro de Moura, um dos fundadores da empresa, é o maior acionista individual da Espaçolaser, com 15,73%, seguido pela Squadra Investimentos Gestão de Recursos, com 10,48%. A empresa tem 161.437.857 ações em circulação no mercado.

No 2TRI21 a Espaçolaser (ESPA3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 56,6 milhões ante o prejuízo de R$ 13,5 milhões do mesmo período de 2020.

Grupo SBF (SBFG3)

O Grupo SBF (SBFG3) é o controlador das lojas Centauro, ByTennis e Almax Sports. Em dezembro de 2020, a companhia concluiu a compra da operação brasileira de distribuição da Nike e, em janeiro de 2021, da NWB (Network Brasil). Foi fundada em 1981, em Belo Horizonte, por Sebastião Bomfim Filho.

A empresa tem como maior acionista a Pacipar Participações, que detém 39,49%. Outros 19,94% estão com a Nefele Investments. Há 95.476.145 ações em circulação no mercado.

O Grupo SBF (SBFG3) registrou lucro líquido de R$ 24,1 milhões no balanço do 2TRI21, revertendo o prejuízo de R$ 102,28 milhões do 2TRI20.

Grupo Soma (SOMA3)

O Grupo Soma (SOMA3) foi fundada em 2010 a partir da fusão de duas tradicionais varejistas de moda feminina: a Animale e a Farm. Também dona da Maria Filó, a empresa é a 5ª do país no mercado de vestuário feminino. Recentemente, a empresa incorporou a Hering.

A participação acionária da empresa é bem diluída. Os maiores acionistas individuais da empresa são os irmãos Roberto Luiz Jatahy Gonçalves, com 9,93%, seguido de Claudia Jatahy Gonçalves, com 9,64%. O Grupo Soma tem 489.194.623 de ações em circulação no mercado.

No 2TRI21 o Grupo Soma (SOMA3) reverteu o prejuízo do 2TRI20 e reportou lucro líquido de R$ 66,2 milhões. O resultado foi recorde para a companhia.

Lojas Americanas (LAME4)

A Lojas Americanas (LAME4) foi fundada em 1929 por John Lee, Glen Matson, James Marshall, Batson Borger (americanos) e Max Landesmann (austríaco). É hoje uma das principais redes varejistas do Brasil, com mais de 1.300 lojas. É controlada por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Sicupira.

O maior acionista individual da empresa é a S-Velame Adm de Recursos e Participações, com 19,29%, seguido do BRC S.à.r.l., com 14,70%. A companhia tem 1.099.967.526 de ações em circulação no mercado.

A empresa reportou lucro líquido de R$ 225 milhões no balanço do 2TRI21. Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 36 milhões.

Petz (PETZ3)

A Petz (PETZ3) foi fundada em 2002 por Sergio Zimerman, em São Paulo. Atua no ramo de pet shops e foi a primeira do segmento a abrir seu capital para o mercado de valores imobiliários. A Petz vende serviços e produtos de marcas diversas destinadas a animais de estimação e domesticáveis nos setores de alimentos, farmácia, acessórios e beleza.

O maior acionista da empresa é a Sergio Zimerman Participações, do fundador da companhia, com 33,49%. A Petz tem 262.013.527 de ações em circulação no mercado.

A empresa registrou lucro líquido de R$ 21,63 milhões no balanço do 2TRI21. Os números refletem uma alta de 109% sobre os lucros do 2TRI20, com R$ 10,35 milhões.

Technos (TECN3)

Em 1956, a importadora Centauro foi fundada no Brasil para ser a distribuidora exclusiva da suíça Technos por aqui. O Grupo Technos é hoje a maior empresa de relógios da América Latina. Consolidamos nossa liderança em termos de faturamento no mercado brasileiro nos anos 90.

O investidor francês Aymeric Chaumet é o acionista com maior participação na empresa, detendo 12,74%. Depois está o Morgan Stanley, com 9,24%, e a Intrag DTVM, com 8,57%. A companhia tem 50.661.811 de ações em circulação no mercado.

O Grupo Technos (TECN3) reverteu o prejuízo do 2TRI20 e reportou lucro líquido de R$ 7,6 milhões no 2TRI21.

ilustração livro digital small caps

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