PNAD Contínua, Caged, IGP-M e Payroll são os destaques da semana

Victória Anhesini
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Crédito: Foto criada por snowing - Freepik.com

A última semana de junho está recheada de indicadores domésticos.

Atingir um patrimônio de R$ 100 mil é para poucos, o que amplia o desafio de busca pelas melhores aplicações para multiplicá-lo

A semana anterior foi agitada no mercado financeiro, com muitos altos e baixos. Agora, o noticiário econômico aguarda mais movimentação na bolsa nesta virada de mês, refletindo ainda decisões de Copom e Federal Reserve e as propostas de reformas.

Os indicadores para a semana geram expectativas de melhora por parte do mercado, uma vez que as notícias positivas do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre apontam que o cenário doméstico deve manter uma economia mais forte no segundo semestre.

Analistas e investidores esperam, em especial, os números de criação de empregos formais do Caged e a taxa de desemprego medida pelo IBGE, divulgada pela PNAD Contínua. Com mudanças de metodologia, os indicadores sofrem divergências nos números.

O IBGE também apresenta, no final dessa semana, o resultado da produção industrial de maio.

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Nos EUA, os investidores também devem acompanhar o Congresso americano e a situação ao pacote de estímulos para infraestrutura. O presidente Joe Biden realizou um acordo com um grupo de parlamentares sobre o valor, mas ainda há divisões entre os democratas, que defendiam um valor maior que o de US$1,2 trilhão acertado.

Além disso, o grande destaque da semana será o dado de emprego nos Estados Unidos. Uma das grandes prioridades do Fed no momento é a recuperação do emprego, e portanto, há preocupações sobre quedas fortes do desemprego e a retirada dos estímulos atuais. O Payroll será o centro das atenções.

Já no cenário corporativo, a Petrobras (PETR3, PETR4) venceu sozinha o leilão realizado pelo governo e pela Aneel para contratar a produção de usinas termelétricas. Conforme divulgado, a companhia combinou a de produção da usina Petrobras Cubatão. No total, são 163,3 megawatts para entrega a partir de 2025 por R$151,00 MWh, 162,5 megawatts médios a partir de 2026, a R$172,39 por MWh e receita fixa de R$34,15 milhões anuais.

Veja a agenda econômica completa

Segunda-feira (28)

  • FGV: Sondagem da Indústria, às 8h
  • BC: Boletim Focus (semanal), às 8h25
  • BC: Nota à imprensa – Política monetária e operações de crédito, às 9h30
  • Tesouro: Relatório mensal da dívida pública federal (mai)
  • Caged: Geração de emprego formal (mai)

Terça-feira (29)

  • FGV: IGP-M (jun), às 8h
  • FGV: Sondagem de Serviços (jun), às 8h
  • FGV: Sondagem do comércio (jun), às 8h
  • IBGE: Índice de Preços ao Produtor – indústrias de transformação (mai), às 9h
  • EUA: Confiança do consumidor – Conference Board, às 11h
  • Tesouro: Resultado primário do governo central (mai), às 14h30
  • China: Índice PMI da indústria de transformação (jun), às 22h

Quarta-feira (30)

  • IBGE: PNAD Contínua (abr), às 9h
  • BC: Nota à Imprensa – Política Fiscal (mai), às 9h30
  • BC: Fluxo Cambial (semanal), às 14h30

Quinta-feira (01)

  • Zona do Euro: PMI Industrial Markit (jun), às 5h
  • FGV: IPC-S (semanal), às 8h
  • EUA: Pedidos de auxílio desemprego (semanal), às 9h30
  • Markit: PMI Industrial (jun), às 10h
  • EUA: PMI Industrial Markit, às 10h45
  • Secex: Balança comercial mensal (jun), às 15h

Sexta-feira (02)

  • FIPE: IPC (jun), às 5h
  • IBGE: Pesquisa Industrial Mensal (mai), às 5h
  • EUA: Variação na folha de pagamentos (jun), às 5h
  • EUA: Taxa de desemprego (jun), às 5h
  • EUA: Payroll
  • CNI: Indicadores Industriais