A Taesa (TAEE11), informou ao mercado que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os termos de liberação para a energização da subestação Açailândia, integrante da concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica.
Com a entrada em operação da subestação, a Taesa passa a adicionar cerca de R$ 23 milhões à Receita Anual Permitida (RAP) do projeto, considerando o ciclo 2025-2026, acrescido de PIS/COFINS. O valor corresponde a 21,3% da RAP total do empreendimento, com efeitos retroativos entre os dias 10 e 13 de abril deste ano.
Antes dessa etapa, o projeto Tangará já operava parcialmente, com uma RAP habilitada de aproximadamente R$ 35,1 milhões, conforme comunicado divulgado em março. Com a nova energização, a receita total habilitada alcança cerca de R$ 58,2 milhões no ciclo 2025-2026, equivalente a 53,8% da RAP total prevista para o ativo.
O avanço operacional ocorre com significativa antecedência em relação ao cronograma regulatório. Parte do empreendimento foi entregue cerca de 23 meses antes do prazo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), originalmente previsto para março de 2028.
Leia também:
Execução antecipada
Segundo a companhia, o marco reforça sua capacidade de execução e está alinhado aos pilares estratégicos de crescimento sustentável, disciplina financeira, eficiência operacional e geração de valor aos acionistas.

O projeto Tangará corresponde ao lote trêsdo leilão de transmissão nº 02/2022, realizado em dezembro de 2022, promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e é integralmente controlado pela prórpia Taesa. O empreendimento possui receita anua permitira (RAP) total estimada em R$ 108,3 milhões para o ciclo 2025-2026 e investimentos regulatórios (Capex) de R$ 1,117 bilhão.
Localizado nos estados do Maranhão e Pará, no Norte do país, o sistema conta com cerca de 279 quilômetros de linhas de transmissão, incluindo 72 quilômetros em circuito duplo, consolidando a presença da Taesa na expansão da infraestrutura elétrica naquela região.






