A Cielo (CIEL3) reportou lucro líquido de R$ 180,4 milhões no balanço do segundo trimestre (2TRI21). Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo de R$ 75,2 milhões.
Segundo a companhia, o resultado foi impulsionado pela melhora em todas as unidades de negócios, com destaque para a Cielo Brasil (negócio de adquirência no Brasil) e Cateno.
O volume processado pela Cielo Brasil atingiu R$165 bilhões, expansão de 29,1% sobre o mesmo trimestre de 2020.
A empresa destacou os segmentos de varejo e empreendedores, que, em conjunto, apresentaram crescimento de 48,8% sobre 2TRI20, e já representam 39,3% do total transacionado.
Cielo (CIEL3) : principais números do balanço do 2TRI21
Lucro líquido
- Lucro 2TRI21: R$ 180,4 milhões
- Prejuízo 2TRI20: R$ 75,2 milhões
Ebitda
Receita líquida
- Receita 2TRI21: 2,81 bilhões
- Receita 2TRI20: 2,45 bilhões
Ebitda sobe 145%
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) no balanço do 2TRI21 atingiu R$ 580,8 milhões, alta de 145% na base anual.
A margem Ebitda consolidada foi de 20,7% ante margem de 9,6% um ano antes.
Receita avança 14,8%
No balanço do 2TRI21, a Cielo (CIEL3) registrou uma receita total de R$ 2,45 bilhões, alta de 14,8% sobre o mesmo período do ano anterior.
Na Cielo Brasil, as receitas líquidas registraram crescimento de 16,1% sobre o 2TRI20. Segundo a companhia, esse movimento foi impulsionado pelo crescimento do volume financeiro de transações.
Na Cateno, a recuperação do resultado também foi impulsionada pelo desempenho operacional, com destaque para a expansão de 43,6% do volume transacionado comparado ao 2TRI20.
Liquidez e endividamento
Em 30 de junho a companhia registrou liquidez total (total de disponibilidades) de R$ 11,968 bilhões, um aumento de 63,4% ante o mesmo período do ano anterior.
Na data base de encerramento do balanço, a Cielo registrou um total de empréstimos e financiamentos de R$ 8,85 bilhões, uma redução de 17,7%, quando comparado com junho/2020.