A BRF (BRFS3) registrou lucro líquido de R$ 22 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).
Um ano antes a companhia havia registrado prejuízo de R$ 38 milhões.
“É importante destacar que o trimestre ainda foi impactado pelos gastos de R$80 milhões associados ao combate dos efeitos da Covid-19. Excluindo-se esses impactos de Covid-19 no resultado, ajustados pela alíquota padrão de tributos, o lucro líquido teria sido de R$103 milhões no 1T21”, ressaltou a companhia.
BRF (BRFS3) : principais números do balanço do 1TRI21
Lucro líquido
- Lucro 1TRI21: R$ 22 milhões
- Prejuízo 1TRI20: R$ 38 milhões
Ebitda
Receita líquida
- Receita 1TRI21: 10,59 bilhões
- Receita 1TRI20: 8,94 bilhões
Ebitda recua 1,4%
O Ebitda ajustado da BRF (BRFS3) no balanço do 1TRI21 atingiu R$1,23 bilhão, queda de 1,4% sobre um ano antes.
A margem Ebitda ajustado apresentou aumento de0,6 p.p., passando de -0,4% no 1TRI20 para 0,2% no 1TRI21.
Receita sobe 18,4%
No balanço do 1TRI21, a BRF (BRFS3) registrou uma receita de R$ 10,59 bilhões, alta de 18,4% sobre o mesmo período do ano passado.
Segundo a companhia, o crescimento reflete o melhor desempenho comercial no Segmento Brasil, com crescimento 15,1% na receita líquida, bem como o aumento da receita líquida do Segmento Internacional (2,4%), dado principalmente pelos efeitos da desvalorização cambial de 22,8% no 1TRI21.
O lucro bruto ajustado do trimestre contabilizou R$ 2,19 bilhões, queda de 2,6%, enquanto a margem bruta atingiu 20,7% ante 25,2% do 1TRI20.
Endividamento da BRF (BRFS3)
O endividamento bruto total da BRF (BRFS3) atingiu R$ 24,71 bilhões no 1TRI21.
Ao mesmo tempo, as captações do trimestre totalizaram R$ 143 milhões e as liquidações totalizaram R$ 90 milhões.
O endividamento líquido da companhia totalizou R$ 15,318 bilhões no 1T21, R$ 270 milhões inferior ao 1TRI20.
A alavancagem bruta ajustada, medida pela razão entre o endividamento bruto e o Ebitda Ajustado dos últimos doze meses, finalizou o trimestre em 4,78x vs. 4,22x no mesmo período do ano anterior.
O prazo médio do endividamento foi estendido para 9,7 anos no 1TRI21, incremento de 5,2 anos em comparação ao 1TRI20.






