Bolsa despenca 3,08% e julho é o 1º mês no vermelho desde fevereiro, com menos 3,94%

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Arte / EQI

A bolsa de valores acompanhou os mercados globais e simplesmente despencou nesta sexta-feira (30), com menos 3,08%, ficando com 121.800,79 pontos. É o menor patamar desde 13 de maio. Assim, com queda de 3,94%, julho se torna o primeiro mês negativo desde fevereiro, quando o índice recuou 4,37%. De lá para cá, só ganhos. A semana também se encerrou no vermelho, com menos 2,60%.

Foi um dia terrível, com a ressaca dos dados divulgados ontem pelos Estados Unidos. Aliado ao cerco que a China faz às empresas de tecnologia, os investidores simplesmente foram se preservar em paragens mais seguras. O dólar, uma delas.

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No Brasil, a live insana de Jair Bolsonaro (sem partido), ondem (29) à noite, elevou o tom ainda mais contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com mentiras sobre a urna eletrônica e a autenticidade das eleições. Ministros das duas Cortes ficaram indignados com o Presidente da República.

A máquina de criar crises que Bolsonaro se tornou não dá trégua nem durante o recesso parlamentar, quando, tradicionalmente, as coisas ficam mais tranquilas.

Hoje, o Ibovespa apresentou na mínima 121.748,18 pontos (-3,12%); e na máxima, 125.672,89 pontos (-0,002%).

O volume financeiro negociado foi de R$ 35,400 bilhões.

Confira a evolução do Ibovespa na semana, em cada fechamento de sessão:

  • segunda-feira (26): +0,76% (126.003,86 pontos)
  • terça-feira (27): -1,10% (124.612,03 pontos)
  • quarta-feira (28): +1,34% (126.285,59 pontos)
  • quinta-feira (29): -0,48% (125.675,33 pontos)
  • sexta-feira (30): -3,08% (121.800,79 pontos)
  • semana: -2,60%
  • janeiro: -3,32%
  • fevereiro: -4,37%
  • março: +6,00%
  • abril: +1,94%
  • maio: +6,16%
  • junho: +0,46%
  • julho: -3,94%
  • 2021: +2,33%

Fechamento da semana com a EQI

Juros

  • D1F22: +0,13 p.p. para 6,32%
  • D1F23: +0,21 p.p. para 7,81%
  • D1F24: +0,28 p.p. para 8,40%
  • D1F25: +0,32 p.p. para 8,70%
  • D1F26: +0,32 p.p. para 8,87%
  • D1F27: +0,28 p.p. para 9,02%
  • D1F28: +0,28 p.p. para 9,15%
  • D1F29: +0,27 p.p. para 9,26%
  • D1F30: +0,15 p.p. para 9,25%
  • D1F31: +0,24 p.p. para 9,45%

Dólar

O dólar acelerou nesta sexta. A moeda norte-americana ganhou 2,57% e passou a valer R$ 5,2099.

  • segunda-feira (26): -0,70% a R$ 5,1742
  • terça-feira (27): +0,06% a R$ 5,1775
  • quarta-feira (28): -1,31% a R$ 5,1099
  • quinta-feira (29): -0,60% a R$ 5,0792
  • sexta-feira (30): +2,57% a R$ 5,2099
  • semana: +0,02%

Euro

  • segunda-feira (26): -0,23% a R$ 6,1073
  • terça-feira (27): -0,01% a R$ 6,1067
  • quarta-feira (28): -0,76% a R$ 6,0604
  • quinta-feira (29): -0,34% a R$ 6,0395
  • sexta-feira (30): +2,64% a R$ 6,1987
  • semana: +1,19%

Criptomoedas*

  • Bitcoin: +2,13% a R$ 207.762,14
  • Ethereum: +5,27% a R$ 12.473,95
  • Tether: +1,78% a R$ 5,22
  • Cardano: +1,51% a R$ 6,71
  • Binance: +2,23% a R$ 1.643,65

*(variação nas últimas 24h – corte: 17h)

Bolsa em Nova York e cenário mundial

As ações dos EUA caíram na sexta-feira, impactadas pela Amazon, pelo avanço da variante delta, que fez a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitir novo alerta, pelo cerco da China às empresas de tecnologia, e, claro, pela ressaca dos números divulgados ontem nos Estados Unidos, mostrando que a economia não está respondendo como todos achavam que respondia.

A Amazon (AMZO34) reportou lucro líquido de US$ 7,8 bilhões no 2TRI21 (correspondente a US$ 15,12 por ação diluída). O resultado corresponde a um aumento de 50% em relação ao mesmo período de 2020, o que não quer dizer muita coisa, diante da pandemia.

Os resultados da empresa foram divulgados nessa quinta-feira, 29 de julho. Embora tenha superado as expectativas de resultados, a receita da companhia ficou aquém do esperado pelo mercado.

Mesmo com o crescimento de 27% da receita em relação ao 2TRI20, a Amazon não correspondeu às expectativas do mercado norte-americano. Segundo a empresa, a sua projeção de vendas para o próximo trimestre está entre US$ 106 bilhões e US$ 112 bilhões, o que, de acordo com analistas, permanece abaixo do número esperado pelo mercado, que é de US$ 119,2 bilhões.

Mas, pior, a empresa reportou sua primeira perda de receita trimestral em três anos, acendendo uma luz de alerta, justamente agora que seu criado, Jeff Bezos, sai do comando.

Depois do PIB e dos pedidos de auxílio desemprego relatarem números piores que a expectativa, o Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE) nos EUA variou 0,5% em junho, mesma variação observada em maio.

O núcleo do PCE, que exclui alimentos e energia, subiu 0,4%, abaixo da projeção de 0,6%. Na comparação anual, a alta foi de 3,5%, também abaixo da expectativa de 3,7%.

Apesar de vir abaixo da projeção, a alta representa o maior movimento para o índice desde 1991 e ficou 0,1 ponto percentual acima dos 3,4% de maio.

“Tem havido um pouco de volatilidade e instabilidade de preços no mercado nas últimas semanas”, disse Brian Belski, estrategista-chefe de investimentos da BMO, em uma nota reproduzida pela CNBC. “O aumento das preocupações com a variante delta e suas implicações potenciais para o momento de reabertura parece desempenhar um papel fundamental no preço das ações, enquanto os temas relacionados ao crescimento econômico, ganhos e suporte de políticas também permaneceram importantes no sentimento de risco”.

Leituras mais fracas do que o esperado na economia dos EUA aliviaram ainda mais as preocupações sobre o Federal Reserve desacelerando as compras de ativos.

O produto interno bruto do segundo trimestre dos EUA acelerou 6,5% em uma base anualizada, consideravelmente menos do que a estimativa de 8,4% do Dow Jones. Enquanto isso, os últimos pedidos de seguro-desemprego semanais também foram maiores do que o esperado.

O presidente do Fed, Jerome Powell, observou na quarta-feira que, embora a economia tenha evoluído muito desde a recessão da Covid-19, ainda há um longo caminho a percorrer antes que o banco central considere ajustar suas políticas dovish.

Já as ações dos mercados da Ásia-Pacífico caíram novamente, rumando para seu pior mês desde março de 2020, uma vez que as negociações voláteis continuaram para as ações chinesas de tecnologia, em meio a medidas regulatórias na China.

A rápida disseminação da variante do delta e as medidas regulatórias na China continuaram a pesar sobre o sentimento na Europa, que também fecharam o dia no vermnelho.

Em relação aos dados, a economia da zona do euro registrou uma recuperação mais acentuada do que o esperado no segundo trimestre, crescendo 2% a cada trimestre, de acordo com o escritório de estatísticas da UE, Eurostat.

A inflação na zona do euro subiu para 2,2% em julho, a maior taxa desde outubro de 2018 e acima da meta de 2% do Banco Central Europeu. No entanto, os formuladores de política do BCE indicaram que tais picos sejam temporários.

A inflação anual dos preços ao consumidor na Alemanha atingiu 3,1% em julho, a maior desde agosto de 2008, levando um importante sindicato do setor de serviços a pedir aumentos salariais imediatos e substanciais.

Nova York (sexta-feira)

  • S&P: -0,54%
  • Nasdaq: -0,71%
  • Dow Jones: -0,42%

Nova York (semana)

  • S&P: -0,38%
  • Nasdaq: -1,10%
  • Dow Jones: -0,36%

Nova York (julho)

  • S&P: +2,27%
  • Nasdaq: +1,20%
  • Dow Jones: +1,26%

Europa (sexta-feira)

  • Euro Stoxx 600 (Europa): -0,67%
  • DAX (Alemanha): -0,61%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,65%
  • CAC (França): -0,32%
  • IBEX 35 (Espanha): -1,26%
  • FTSE MIB (Itália): -0,60%

Europa (semana)

  • Euro Stoxx 600 (Europa): -0,48%
  • DAX (Alemanha): -0,80%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,07%
  • CAC (França): +0,67%
  • IBEX 35 (Espanha): -0,48%
  • FTSE MIB (Itália): +0,95%

Europa (julho)

  • Euro Stoxx 600 (Europa): +0,62%
  • DAX (Alemanha): +0,09%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,07%
  • CAC (França): +1,61%
  • IBEX 35 (Espanha): -1,65%
  • FTSE MIB (Itália): +1,04%

Ásia e Oceania (sexta-feira)

  • Shanghai (China): -0,42%
  • SZSE Component (China): -0,29%
  • China A50 (China): -2,25%
  • DJ Shanghai (China): -0,62%
  • Hang Seng HSI (Hong Kong): -1,28%
  • SET (Tailândia): -1,03%
  • Nikkei (Japão): -1,80%
  • ASX 200 (Austrália): -0,33%
  • Kospi (Coreia do Sul): -1,24%

Ásia e Oceania (semana)

  • Shanghai (China): -4,31%
  • SZSE Component (China): -3,70%
  • China A50 (China): -8,58%
  • DJ Shanghai (China): -5,05%
  • Hang Seng HSI (Hong Kong): -4,91%
  • SET (Tailândia): -1,50%
  • Nikkei (Japão): -0,96%
  • ASX 200 (Austrália): -0,02%
  • Kospi (Coreia do Sul): -1,60%

Ásia e Oceania (julho)

  • Shanghai (China): -5,40%
  • SZSE Component (China): -4,54%
  • China A50 (China): -13,86%
  • DJ Shanghai (China): -5,99%
  • Hang Seng HSI (Hong Kong): -9,86%
  • SET (Tailândia): -4,15%
  • Nikkei (Japão): -5,24%
  • ASX 200 (Austrália): +1,09%
  • Kospi (Coreia do Sul): -2,86%

Brasil: ambiente político e econômico

Não bastassem as intempéries internacionais, dentro de casa, os investidores precisam enfrentar a máquina de criar crises que é o presidente da República.

Na sua costumeira live de quinta-feira, Bolsonaro atacou mais uma vez as urnas eletrônicas, sistema de votação brasileiro utilizado desde 1996. Porém, ao contrário do prometido antes da transmissão, não apresentou uma única prova sobre as alegadas fraudes das urnas.

Bolsonaro citou “indícios fortíssimos”, mas apenas apresentou denúncias vazias e reportagens antigas de televisão, com as mesmas denúncias.

Ele afirmou que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, não quer o voto impresso. Barroso também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Entretanto, na verdade, a proposta sobre a impressão do voto, atrelado à urna eletrônica, como os bolsonaristas apresentaram na Câmara dos Deputados, deve ser derrotada pelo Congresso, em união rara entre vários partidos políticos. Entre eles o PP, do agora ministro da Casa Civil e líder do Centrão, grupo de partidos fisiológicos, senador Ciro Nogueira (PI).

E pior: fez alegações de que os mesmos ministros do STF que voltaram a dar elegibilidade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) são os que “vão contar os votos na sala secreta do TSE”, insinuando que a eleição já está decidida pelo próprio STF.

A reação foi de fúria, segundo a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo: o ministro do STF chegou a chamar Bolsonaro de “moleque”, no que foi assentido pelos demais pares. Eles prometem um freio nos seus avanços sobre a estrutura democrática brasileira.

No campo dos dados, o Banco Central (BC) informou que o déficit do setor público atingiu R$ 65,5 bilhões em junho. Com relação ao ano passado, houve uma desaceleração, de acordo com o Banco Central (BC). Naquela ocasião chegou a R$ 188,7 bilhões.

Apesar disso, o resultado fica abaixo da expectativa de mercado, que projetava um déficit de R$ 64 bilhões.

Segundo o Banco Central, no Governo Central houve déficit primário de R$75,1 bilhões no mês. Já nos governos regionais e nas estatais, superávits de R$ 8,4 bilhões e R$ 1,2 bilhão.

Já o Indicador de Incerteza da Economia brasileira (IIE-Br), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 3 pontos de junho para julho deste ano. Conforme a FGV, o indicador chegou a 119,3 pontos, retornando ao nível de maio de 2021. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (30).

Os dois componentes do índice apresentaram queda. O componente de Mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza na imprensa, recuou 2,8 pontos, para 118,9 pontos.

Para completar, a taxa Selic pode ter aumento de 1 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária, nos dias 3 e 4 de agosto. É o que aponta uma pesquisa do jornal Valor Econômico com 95 instituições financeiras.

De acordo com o jornal, 75 acreditam na alta em 1 ponto percentual e 20 projetam que o ajuste de 0,75 ponto será mantido.

Bolsa: ações

Das 84 ações negociadas na bolsa, apenas 3 subiram e 81 caíram em relação à sessão anterior.

Mais negociadas

  • Vale (VALE3): R$ 108,76 (-5,89%)
  • Petrobras (PETR4): R$ 26,91 (-3,24%)
  • Itaú Unibanco (ITUB4): R$ 30,30 (-1,08%)
  • Localiza (RENT3): R$ 62,15 (-7,36%)
  • Bradesco (BBDC4): R$ 24,25 (-1,70%)

Maiores altas

  • Telefônica (VIVT3): R$ 41,21 (+0,39%)
  • JBS (JBSS3): R$ 32,05 (+0,34%)
  • Cielo (CIEL3): R$ 3,38 (+0,30%)

Maiores baixas

  • Localiza (RENT3): R$ 62,15 (-7,36%)
  • Banco Inter (BIDI11): R$ 70,98 (-5,99%)
  • Vale (VALE3): R$ 108,76 (-5,89%)
  • Locamerica (LCAM3): R$ 27,19 (-5,85%)
  • Bradespar (BRAP4): R$ 73,96 (-5,66%)

Maiores altas da semana

  • JBS (JBSS3): R$ 32,04 (+4,53%)
  • Itaú Unibanco (ITUB4): R$ 30,30 (+4,41%)
  • Weg (WEGE3): R$ 35,71 (+2,61%)
  • CSN (CSNA3): R$ 46,75 (+2,21%)
  • Usiminas (USIM5): R$ 20,57 (+1,83%)

Maiores baixas da semana

  • Banco Inter (BIDI11): R$ 70,98 (-12,69%)
  • Natura (NTCO3): R$ 53,75 (-10,85%)
  • Via (VVAR3): R$ 12,59 (-10,65%)
  • Locaweb (LWSA3): R$ 24,91 (-9,84%)
  • Lojas Americanas (LAME4): R$ 7,09 (-9,34%)

Maiores altas de julho

  • JBS (JBSS3): R$ 32,04 (+10,02%)
  • Hering (HGTX3): R$ 37,20 (+9,83%)
  • CSN (CSNA3): R$ 46,75 (+7,64%)
  • Usiminas (USIM5): R$ 20,57 (+6,64%)
  • Gerdau (GGBR4): R$ 30,80 (+6,39%)

Maiores baixa de julho

  • Lojas Americanas (LAME4): R$ 7,09 (-66,38%)
  • Pão de Açúcar (PCAR3): R$ 31,03 (-18,83%)
  • Via (VVAR3): R$ 12,59 (-18,56%)
  • CVC (CVCB3): R$ 22,30 (-17,25%)
  • Cogna (COGN3): R$ 3,64 (-14,55%)

Outros índices brasileiros

  • IBrX 100: -3,41% (sexta-feira) | -2,95% (semana) | +0,00% (julho) (52.632,97 pontos)
  • IBrX 50: -3,52% (sexta-feira) | -2,70% (semana) | -3,85% (julho) (20.526,62 pontos)
  • IBrA: -3,24% (sexta-feira) | -2,89% (semana) | -3,93% (julho) (4.961,98 pontos)
  • SMLL: -2,53% (sexta-feira) | -3,93% (semana) | -5,80% (julho) (2.962,40 pontos)
  • IFIX: +0,18% (sexta-feira) | -0,15% (semana) | +2,51% (julho) (2.824,12 pontos)
  • BDRX: +1,94% (sexta-feira) | -1,21% (semana) | +5,91% (julho) (13.415,33 pontos)

Commodities

Petróleo Brent (outubro)/barril

  • segunda-feira (26): +0,54% (US$ 74,50)
  • terça-feira (27): -0,24% (US$ 73,52)
  • quarta-feira (28): +0,48% (US$ 73,83)
  • quinta-feira (29): +1,67% (US$ 75,10)
  • sexta-feira (30): +0,41% (US$ 75,41)
  • semana: +3,26%
  • julho: 0,19%

Petróleo WTI (setembro)/barril

  • segunda-feira (26): -0,22% (US$ 71,91)
  • terça-feira (27): -0,36% (US$ 71,65)
  • quarta-feira (28): +1,03% (US$ 72,39)
  • quinta-feira (29): +1,70% (US$ 73,62)
  • sexta-feira (30): +0,45% (US$ 73,95)
  • semana: +2,60%
  • julho: +0,56%

Ouro (agosto)/onça-troy

  • segunda-feira (26): -0,14% (US$ 1.800,40)
  • terça-feira (27): +0,03% (US$ 1.799,80)
  • quarta-feira (28): +0,03% (US$ 1.800,30)
  • quinta-feira (29): +1,75% (US$ 1.831,20)
  • sexta-feira (30): -1,01% (US$ 1.812,60)
  • semana: +0,66%
  • julho: 2,36%

Prata (setembro)/onça-troy

  • segunda-feira (26): +0,39% (US$ 25,32)
  • terça-feira (27): -2,64% (US$ 24,65)
  • quarta-feira (28): +0,92% (US$ 24,87)
  • quinta-feira (29): +3,64% (US$ 25,78)
  • sexta-feira (30): -1,33% (US$ 25,43)
  • semana: +0,78%
  • julho: -2,87%

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