Money Week: 1º dia debate cenário macro, fiscal e de investimentos

Redação EuQueroInvestir
Colaborador do Torcedores
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Foto: Reprodução Money Week

Em seu primeiro dia, a 4ª edição da Money Week não poderia ter começado melhor, com a participação de Luis StuhlbergerRogério Xavier, que participaram da abertura do evento.

Mas a programação reservou muito mais atrações, como a participação de Tiago Reis, sócio-fundador do Suno Research, que apresentou as alternativas de investimentos para os próximos dez anos.

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Macroeconomia, cenário Brasil e panorama fiscal

Três especialistas em contas públicas analisaram o cenário atual do país. Segundo eles, o Brasil já entrou na pandemia com uma situação fiscal fragilizada e enfrentou uma cenário diferente de países desenvolvidos.

“Por lá, vemos  um desenvolvimento rápido da vacinação e uma capacidade de expandir fiscal. O problema é que o Brasil não tem essa capacidade”, disse Bernardo Mota, economista chefe da EQI Asset.

Gabriel Barros, sócio e economista-chefe da RPS Capital, lembrou que o Brasil foi o segundo país emergente com maiores gastos, atrás apenas do Chile. Ainda assim, a situação fiscal preocupa.

No curto prazo, há ajudas pontuais. “A arrecadação está respondendo bastante a essa recuperação em V. A valorização de commodities está ajudando no curto prazo, pois aumenta a base de arrecadação por parte de algumas empresas”, afirmou Barros.

No médio e longo prazo, porém, especialistas falam da importância das reformas que estão na fila do Congresso. Os economistas falam em uma reforma possível, mesmo que não seja a ideal.

“Vejo uma reforma precarizada, mas que mesmo assim tem dificuldade de ser aprovada. Podemos avançar em algumas medidas, em alguns pontos da reforma administrativa, na transferência de capital da Eletrobras do púbico para o privado, mas não vamos avançar muito mais que isso”, avaliou Fernando Schuler, cientista político.

Schuler lembrou que a partir do segundo semestre o país entra em um clima pré-eleitoral. “O cenário de polarização, ainda que Lula tenha se mostrado mais moderado, e a CPI do Covid trazem instabilidade”, lembrou.

Importância da diversificação

Diversificação foi o tema final do primeiro dia de MoneyWeek. Guto Antunes, diretor do MezaPro e CEO do Meubank, que desenvolve um trabalho intenso de análise de investimentos, falou sobre criptoativos.

“A primeira lição é estudar e conhecer os ativos que irão compor a sua carteira. Hoje em dia são mais de 4 mil criptoativos”, afirmou. Segundo ele, os dois mundos (investimentos reais e criptoativos) hoje em dia não são mais tão distantes, mas é sempre importante acompanhar a tecnologia do ativo para saber se está em um investimento adequado.

Money Week: outras atrações

Participaram do primeiro dia de Money Week:

  • Pablo Spyer, da EQI, conhecido como o bordão, “Vai Tourinho”, que falou sobre o seu ínicio de carreira na bolsa de valores;
  • Elias Wiggers, também da EQI, que deu dicas sobre onde aplicar após receber alguma bolada; e
  • Brenda Peixoto, da EQI, ensinando o que os investidores devem saber antes de começar a investir na bolsa;
  • Já o presidente da Anbima, Carlos Ambrósio, detalhou o que são regras do suitability e sobre a atividade de aconselhamento;
  • Além disso, Álvaro Schocair e Cris Arcangeli palestraram sobre como empreender para superar a crise e buscar a liberdade financeira;
  • Por fim, no quadro, “O que você tem em sua bolsa?” A economista do Banco Inter, Rafaela Vitória, e a analista da Suno, Gabriela Mosmann, contam quais são os seus investimentos.

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