EUA: Departamento do Tesouro detalha plano de US$ 2,5 trilhões

Paulo Amaral
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O Departamento do Tesouro dos EUA, comandado por Janet Yellen, detalhou nesta quarta (7) como será o plano que pode injetar até US$ 2,5 trilhões na economia.

De acordo com a nota divulgada, o plano desenvolvido pelo presidente Joe Biden, que prevê novas tributações às empresas, podem gerar receitas de US$ 2 milhões em investimentos na infraestrutura do País, mas chegar a até US$ 2,5 tri nos próximos 15 anos.

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Um dos pontos do plano da Secretaria do Tesouro dos EUA é o de aumentar o imposto corporativo da alíquota atual, de 21%, para 28%. Além disso, estão previstas a criação de um imposto mínimo global, a implementação de um piso de 15% para o IR de grandes corporações e uma melhor supervisão no pagamento de impostos.

“O impacto principal seria nos lucros das empresas de petróleo e gás. Pesquisa sugere pouco impacto sobre os preços da gasolina ou da energia para os consumidores dos EUA e pouco impacto sobre a nossa segurança energética”, pontuou a secretaria, em nota.

Mais dinheiro aos cofres dos EUA

O pacote apresentado na quarta-feira (31) tem como objetivo fazer o setor corporativo norte-americano se tornar uma espécie de financiador de projetos que gerem empregos para a população do país para trabalhar em obras, bem como no combate à mudança climática e na promoção de serviços sociais.

O Departamento do Tesouro dos EUA projetou ainda que a repatriação de empresas americanas no exterior poderá render US$ 2 trilhões ao país nos próximos dez anos, sendo US$ 700 bilhões gerados com a suspensão de incentivos para lucros auferidos na esfera internacional.

Outros US$ 35 bilhões seriam acrescidos aos cofres públicos em uma década com a eliminação de subsídios a combustíveis de energias fósseis, diz outro ponto da proposta elaborada pelo presidente Joe Biden e sua equipe. Ela ainda precisa passar pelo crivo do Congresso americano para, efetivamente, ser colocada em prática.

 

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