CBA (CBAV3) estreia na B3 (B3SA3) com alta de 5,89%

Victória Anhesini
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie
1

Crédito: Divulgação

A Companhia Brasileira de Alumínio, CBA (CBAV3), estreia na B3 (B3SA3) nesta quinta-feira (15) em alta. No início do pregão, as ações chegaram a se valorizar 11,34%, mas fecharam com ganhos de 5,89%, a R$ 11,86.

O IPO (Oferta Pública Iniciai) da CBA ocorreu no início desta semana, levantando R$ 1,6 bilhão. A precificação do papel ficou em R$ 11,20.

Simule seus investimentos com um especialista e confira as melhores opções de acordo com seu perfil

Os recursos serão usados para tirar do papel vários projetos da CBA, principalmente na geração de energias renováveis. Hoje, com geração hidráulica, a empresa tem 100% de geração própria, mas muitas concessões têm vencimento dos contratos próximos.

A empresa pretende focar também em comprar outras companhias, por meio de fusões e aquisições (M&A).

A oferta é liderada pelo Bank of America (BofA). As demais instituições são XP, BTG Pactual, Citi e Banco do Brasil.

Sobre a CBA (CBAV3)

A CBA foi fundada em 1941, sob liderança de Antônio Ermínio de Moraes, um dos quatro filhos da família fundadora do grupo. Nasceu com o plano inicial de explorar as jazidas de bauxita da unidade de Poços de Caldas (MG) para beneficiamento em uma fábrica localizada na fazenda Rodovalho, em Mairinque (SP).

A empresa afirma que é a única companhia integrada de alumínio do Brasil, atuando desde a mineração da bauxita até a produção de um portfólio completo de produtos primários (lingotes, tarugos, bobinas casters e placas) e transformados (folhas, chapas, bobinas, telhas, perfis extrudados) de alumínio.

A CBA reverteu o lucro líquido de R$ 54 milhões em 2018 para um prejuízo líquido de R$ 34 milhões em 2019. Em 2020 o prejuízo saltou para R$ 879 milhões.

A companhia somou Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 661,8 milhões em 2020. Ou seja, valor menor do que os R$ 988 milhões de 2019 e os R$ 978 milhões de 2018.

Cases da Bolsa

Aprenda análise fundamentalista de ações na prática, com maiores cases já criados na B3