BR Distribuidora (BRDT3) lucra 2 vezes mais no balanço do 1TRI21

Regiane Medeiros
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Reprodução/BR Distribuidora

A BR Distribuidora (BRDT3) registrou lucro líquido de R$ 492 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).

Os números refletem uma alta de 110,3% sobre o resultado do mesmo período do ano anterior, com lucro de R$ 234 milhões.

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BR Distribuidora (BRDT3): principais números do balanço do 1TRI21

Lucro líquido

  • Lucro 1TRI21: R$ 492 milhões
  • Lucro 1TRI20: R$ 234 milhões

Ebitda ajustado

  • Ebitda ajustado 1TRI21: R$ 1,18 bilhão
  • Ebitda ajustado 1TRI20: R$ 545 milhões

Receita líquida

  • Receita 1TRI21: 26,13 bilhões
  • Receita 1TRI20: 21,18 bilhões

Ebitda avança 116,9%

O Ebitda ajustado da BR Distribuidora (BRDT3) atingiu R$ 1,18 bilhão no 1TRI21, aumento de 116,9% em relação ao R$ 545 milhões do 1TRI20.

A margem Ebitda ajustada passou de 2,6% no 1TRI20 para 4,5% um ano depois.

Receita sobe 23,3%

No balanço do 1TRI21, a BR Distribuidora (BRDT3) registrou R$ 26,13 bilhões em receita líquida, alta de 23,3% sobre o mesmo período do ano passado.

O lucro bruto atingiu R$ 1,87 bilhão, aumento de 98% sobre a base anual.

A margem bruta ficou em 7,2% ante 4,5% no 1TRI20.

Na comparação anual a companhia teve um crescimento no volume vendido de 1,6%, principalmente em razão das maiores vendas de diesel (+9,5%), de produtos Ciclo Otto (+8,6%) e Óleo Combustível (+67,4%).

Já o segmento de vendas de produtos de Aviação registrou queda de 12% dado o forte impacto da Pandemia do COVID-19, além de menores vendas de coque (-35,6%).

Na comparação trimestral, a companhia informou a redução do volume de vendas (-9,2%), dado pelos efeitos sazonais em adição aos efeitos da pandemia na redução da mobilidade urbana.

Endividamento da BR Distribuidora (BRDT3)

O endividamento bruto ajustado da BR Distribuidora (BRDT3) alcançou o montante de R$ 9,027 bilhões no 1TRI21, uma redução de 9% em relação ao 1TRI20.

O endividamento líquido (R$ 5,1 bilhões) aumentou R$ 443 milhões, principalmente devido ao pagamento de R$ 498 milhões aos acionistas sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP) no 1TRI21.

A alavancagem se manteve estável na comparação com o 4TRI20 em 1,2x (Dívida líquida/ Ebitda ajustado Ltm).

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