EUA: pedidos de seguro-desemprego sobem para 332 mil, pouco acima da projeção

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: EUA/Freepik/Divulgação

Os EUA tiveram 332 mil novos pedidos de seguro-desemprego na semana, ante projeção de 330 mil – e 312 mil (revisados de 310 mil) da semana anterior.

A média móvel de quatro semanas foi de 335,750 mil, com diminuição de 4,250 mil da média revisada da semana anterior. Este é o nível mais baixo para essa média desde 14 de março de 2020, quando era de 225,500 mil.

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A média da semana anterior foi revisada para cima em 500 pedidos, de 339,500 mil para 340 mil.

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Reprodução/Departamento do Trabalho

Os dados de emprego nos EUA são acompanhados de perto pelos investidores, porque são peça-fundamental, junto ao controle da inflação e da pandemia, para a mudança de postura de política monetária pelo Federal Reserve (Fed).

A leva alta nos pedidos de auxílio na semana reforça a tese do Fed de que a economia ainda demanda estímulos, especialmente em relação à retomada do mercado de trabalho, apontando que o tapering (retirada dos estímulos) ainda deve levar alguns meses para começar.