Radar traz Petrobras (PETR4 PETR3), Rede D’or (RDOR3) e Equatorial (EQTL3)

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
1

O Radar Corporativo destaca que a Petrobras (PETR4 PETR3) firmou termo de migração para o Plano Petros 3.

A Equatorial (EQTL3) apresentou os dados relacionados ao fechamento do segundo trimestre de 2021 (2T21), com aumento da energia total distribuída em 10,7%, com relação ao mesmo período de 2020.

Simule seus investimentos com um especialista e confira as melhores opções de acordo com seu perfil

As eleições para o conselho de administração da Petrobras (PETR3 PETR4) tem 11 candidatos para oito cadeiras em disputa.

A Viver (VIVR3) criou uma subsidiária, a Solv, para concluir obras inacabadas durante o período de recuperação judicial da empresa.

O conselho de administração da Gafisa (GFSA3) aprovou a emissão de 65.488.432 ações que deverão levantar até R$ 300,5 milhões, em uma emissão particular.

Além disso, a companhia também informou que a Planner Corretora reduziu participação na construtora. Agora detém 16.241.041 ações, correspondendo a uma participação de 5,40% no capital social.

A Aura Minerals (AURA33) encerrou sua 1ª emissão de debêntures, levantando um total de R$ 400 milhões

Já a Rede D’Or São Luiz (RDOR3) firmou acordo para gestão dos hospitais da Vale na região de Carajás.

A Eletrobras (ELET6)  informou que Eletronorte aprovou a repactuação de dívida com Amazonas Energia, no valor de R$ 808 milhões.

Enquanto a Iguatemi (IGTA3) informou a conclusão da 11ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações.

Por fim, a Inepar (INEP4) aprovou proposta de desdobramento das ações na proporção de 1 para 20, sem alteração no valor do capital social.

Veja a cobertura completa do Radar Corporativo:

Cias abertas

Eleição para conselho da Petrobras (PETR3 PETR4) tem 11 candidatos

As eleições para o conselho de administração da Petrobras (PETR3 PETR4) tem 11 candidatos para oito cadeiras em disputa. De acordo com matéria do Valor Econômico, entre os nomes estão oito que tentam a recondução. Uma assembleia geral extraordinária deve ser convocada até o fim do mês para promover o pleito.

Viver (VIVR3) cria subsidiária para concluir obras inacabadas

A Viver (VIVR3) criou uma subsidiária, a Solv, para concluir obras inacabadas durante o período de recuperação judicial da empresa. Serão concluídos 18 prédios, cujas obras já tiveram início, de acordo com o Estadão. Além disso, devem ser incluídos mais prédios de empresas afetadas pela crise no setor como OAS e Atlântica.

Petrobras (PETR4 PETR3) firma termo de migração para o Plano Petros 3

A Petrobras informou que assinou hoje (21), junto à Fundação Petrobras e Seguridade Social (Petros), um termo de compromisso, referente à sua participação paritária, para pagamento à vista da dívida reconhecida no processo de migração dos Planos PPSP-R e PPSP-NR para o Plano Petros-3 (PP3).

Em 30 de abril, o valor da dívida da Petrobras era de R$ 1,3 bilhão, de acordo com os critérios contidos nos termos de migração dos planos.

O montante final será corrigido pelas metas atuariais dos planos de origem (PPSP-R e PPSP-NR).  A previsão do início de operacionalização do PP3 é 1º de agosto de 2021.

Eletrobras (ELET6): Eletronorte aprova repactuação de dívida com Amazonas Energia, de R$ 808 milhões

A Eletrobras (ELET3 ELET6) informou nesta quarta-feira (21) que sua controlada Centrais Elétricas do Norte do Brasil, a Eletronorte, celebrou Instrumento de Confissão de Dívidas (ICD) com a Amazonas Energia (AmE), cujo objeto é a repactuação da dívida da AmE junto à Eletronorte, referente às faturas de operação, manutenção e potência dos contratos dos Produtores Independentes de Energia (PIEs).

Os PIEs estão localizados em Manaus, com faturas de vencimentos entre novembro de 2020 a julho de 2021.

O valor pactuado é de cerca de R$ 808,750 milhões, atualizados até 6 de julho de 2021.

Rede D’Or São Luiz (RDOR3) firma acordo para gestão dos hospitais da Vale na região de Carajás

A Rede D’Or São Luiz (RDOR3) celebrou, por sua afiliada Hospital Esperança, contrato de prestação de serviços com a Vale (VALE3) tendo por objeto a gestão e execução de ações e serviços de saúde no Hospital Yutaka Takeda, localizado na Cidade de Parauapebas, no Estado do Pará, e no Hospital Cinco de Outubro, localizado na Cidade deCanaã dos Carajás, no Estado do Pará.

Esse contrato inaugura um novo modelo de parceria entre uma autogestão e uma rede hospitalar com objetivo de aumentar a qualidade assistencial e trazer mais sustentabilidade ao setor, beneficiando toda a população atendida pela Vale na região de Carajás.

Os Hospitais, cujos imóveis são de propriedade da Vale, desenvolvem atividades ambulatoriais, pronto socorro e médico-hospitalares para pacientes adultos e pediátricos. O contrato terá vigência de 10 anos.

Light (LIGT3) conclui resgate antecipado de todas as 7.250% Notes 2023

A Light (LIGT3) informou que foi realizado o resgate antecipado de todas as 7.250% Notes Units com vencimento em 2023.

Além delas, as suas respectivas notes subjacentes em circulação no mercado internacional que contemplavam 7.250% notes sênior emitidas pela Light SESA e 7.250% notes sênior emitidas pela Light Energia, ambas garantidas pela Light.

Hospital Care Caledônia (HCAR3) fecha acordo com acionistas minoritários

O Hospital Care Caledônia (HCAR3) aprovou a incorporação da SF 279 Participações Societárias.

A empresa ofereceu aos 388 acionistas minoritários das suas controladas Hospital Vera Cruz (HVC), São Lucas Hospital Care (SLHC), Baia Sul Hospital Care (BSHC) e Austa Participações a possibilidade de participarem de um processo de reorganização societária para que se tornassem acionistas da Hospital Care por meio da contribuição de suas ações nas Sociedades Controladas em uma nova sociedade, a SF 279.

Dos 388 acionistas minoritários, 333 optaram por participar da migração.

Ao final da Incorporação, a Hospital Care deterá 97,95% do capital do HVC; a totalidade do capital social do SLHC; 97,08% das ações do BSHC e 96,72% da Austa.

BR Properties (BRPR3) firma acordo com fundo VBI

A BR Properties (BRPR3) firmou acordo com o Fundo de Investimento Imobiliário VBI Logístico, administrado pelo BTG Pactual, para venda de parte do Galpão Pirituba, em São Paulo.

O termo de acordo prevê o desenvolvimento pelo fundo, na área do terreno, de um empreendimento imobiliário consistente em dois galpões logísticos Last Mile com área construída total de aproximadamente 8.450 m².

Após a conclusão da construção, a companhia será proprietária de 40% do empreendimento.

Balanços

Tegra informa sua prévia operacional do 2T21

A Tegra Incorporadora divulgou a prévia dos seus resultados operacionais, ainda não auditados, relativos ao segundo trimestre de 2021.

Os destaques são lançamentos na ordem de R$ 565 milhões, além de vendas brutas de R$ 345 milhões, aumento de 26%; com Vendas Sobre Ofertas (VSO) de 14,6%, aumento de 0,8 pontos percentuais em relação ao 1T21, e VSO LTM de 49.8%, queda de 2,9 pontos percentuais. As vendas de estoque pronto ficaram em R$ 119 milhões.

A área útil das unidades lançadas cresceu 387% no 2T21 em relação ao 1T21. O número de empreendimentos entregues subiu de dois para quatro, um crescimento de 100%.

Equatorial (EQTL3): energia total distribuída no 2TRI cresceu 10,7%

A Equatorial (EQTL3) apresentou hoje os dados relacionados ao fechamento do segundo trimestre de 2021 (2T21), com aumento da energia total distribuída em 10,7%, com relação ao mesmo período de 2020.

No semestre, o aumento foi de 7,3%, com relação ao primeiro semestre do ano passado.

O maior impacto do resultado veio dos consumidores livres, que consumiram 35,1% a mais no 2T21, em comparação ao 2T20. No semestre, esse grupo consumiu 24,7% a mais do que o mesmo período de 2020.

Entre as unidades, a com maior avanço no segundo trimestre é a Equatorial Piauí, que cresceu 14,7% e 9,9% no primeiro semestre, sempre em comparação com os mesmos períodos de análise do ano anterior.

O número total de consumidores também cresceu. A variação positiva no 2T21, em relação ao 2T20, foi de 2,2%, passando de 7.709.427 para 7.875.598, incluindo residenciais convencionais, de baixa renda, comerciais e industriais.

Emissões e dívidas

Gafisa (GFSA3) aprova emissão para captar R$ 300,5 milhões

O conselho de administração da Gafisa (GFSA3) aprovou a emissão de 65.488.432 ações que deverão levantar até R$ 300,5 milhões, em uma emissão particular. Com isso, o valor do capital social da companhia passará a ser de R$ 1,4 bilhão.

Os recursos serão usados para que debenturistas possam subscrever ações da empresa no âmbito da emissão feita anteriormente para aquisição da UPCON. Isto ocorre porque o preço de conversão das conversões das debêntures em ações foi feito em um período pré-pandemia, com as condições de mercado diferentes das atuais.

Aura Minerals (AURA33) capta R$ 400 milhões em debentures

A Aura Minerals (AURA33) encerrou sua 1ª emissão de debêntures, levantando um total de R$ 400 milhões. A oferta emitiu 400.000 papéis, ao valor nominal de R$ 1 mil cada. Os papéis terão prazo de vencimento de cinco anos, sobre os quais incidirão juros remuneratórios correspondentes a 100% da variação acumulada da taxa DI, acrescidos exponencialmente de uma sobretaxa de 4,5% ao ano.

Iguatemi (IGTA3) conclui 11ª emissão de debêntures

A Iguatemi (IGTA3) informou a conclusão da 11ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações. A 1ª série representou captação de R$ 263,871 milhões e a 2ª série, de R$ 236,129 milhões.

Inepar (INEP4) aprova desdobramento de ações

A Inepar (INEP4) aprovou proposta de desdobramento das ações na proporção de 1 para 20, sem alteração no valor do capital social.

Mudança acionária

Focus Energia (POWE3) informa mudança acionária

A Artisan Partners informou que suas subsidiárias passaram a deter o total de 4.473.300 ações ordinárias, equivalentes a 4,99% do total das ações ordinárias de emissão da Focus Energia (POWE3).

Mater Dei (MATD3): Equitas passa a deter 5% do capital da empresa

O Mater Dei (MATD3) informou que os fundos de investimento geridos pela Equitas passam a deter 18.006.146 de ações ordinárias da empresa, representando 5,07% do capital social.

Aquisições

Gafisa (GFSA3): Planner reduz participação na companhia

A Gafisa (GFSA3) informou que a Planner Corretora reduziu participação na construtora. Agora detém 16.241.041 ações, correspondendo a uma participação de 5,40% no capital social da empresa.

Em notificação, a Planner informou que não pretende a composição do controle ou a estrutura administrativa da construtora.

IPO

Livetech (LVTC3) muda oferta; empresa pode levantar até R$ 688,4 milhões

A Livetech (LVTC3) mudou o caráter de seu IPO. Deixa de ter uma oferta secundária de ações e passa a ser uma IPO com esforços restritos. Porém, inclui a possibilidade de ter lotes adicionais e suplementares de ações. As intenções de investimento se encerram nesta quinta-feira (22). A oferta está prevista para o dia 26 deste mês.

O preço por ação estará na faixa indicativa entre R$ 23,20 e R$ 25,75, sendo a oferta primária composta por 19.400.000 de papéis. Mas considerando um valor médio de R$ 24,48 por ação, a oferta poderá levantar até R$ 688,4 milhões, incluindo oferta primária, lote adicional e suplementar.

Após a conclusão do bookbuilding, a oferta poderá ser acrescida de mais 30% do total de ações, ou seja: de mais 5.820.000 ações. Já o lote suplementar corresponde a 15% do total da oferta primária, correspondendo a 2.910.000 ações.

Privalia suspende novamente IPO

A Privalia decidiu suspender novamente seu IPO devido a uma conjuntura ainda desfavorável de mercado. Porém, de acordo com matéria da Coluna do Broadcast, do Estadão, a empresa manterá a parceria com o BTG Pactual (BPAC11).

O banco de investimentos ficaria com 5% da oferta para levar adiante a operação. Além disso, o acordo também prevê a distribuição de produtos do banco na plataforma da Privalia.

Cases da Bolsa

Aprenda análise fundamentalista de ações na prática, com maiores cases já criados na B3