Prefixado, pós-fixado ou inflação? Qual a melhor renda fixa?

Redação EuQueroInvestir
Colaborador do Torcedores

Crédito: Pixabay

Em tempos de alta da Selic e, também, da inflação, uma pergunta comum entre os investidores é: prefixado, pós-fixado ou inflação? Afinal, qual a melhor renda fixa do momento? Descubra aqui.

Prefixado, pós-fixado ou inflação: entenda como funciona a renda fixa

Basicamente, a remuneração dos títulos de renda fixa pode ser prefixada, pós fixada ou híbrida. A seguir, veja como funciona cada uma das situações.

Renda fixa prefixada

O que caracteriza a renda fixa prefixada é a previsibilidade que o investidor tem ao adquirir esses títulos. Isto porque, no momento da aplicação, já se sabe qual será o rendimento do título até o seu vencimento.

Com a renda fixa prefixada, o investidor tem a facilidade de programar exatamente o quanto receberá no futuro. Ou seja, a rentabilidade será a mesma se os juros subirem ou caírem no período do investimento.

Renda fixa pós-fixada

Já na renda fixa pós-fixada, o investidor tem a garantia de que o título seguirá o desempenho de alguma taxa (como Selic ou CDI) ou algum índice (como o IPCA, por exemplo). Porém, a rentabilidade do investimento será conhecida somente no vencimento do título. Ou no resgate antecipado, quando for o caso.

A taxa pós-fixada é expressa sob forma de percentual da taxa ou índice que acompanha. Por exemplo, um CDB que paga 100% do CDI.

Se, por um lado, a renda fixa prefixada dá mais previsibilidade ao investidor, por outro, a pós-fixada é considerada mais defensiva e conservadora. Isso porque ela acompanha de forma mais próxima a performance das taxas de juros. Logo, o investidor saberá que o seu título renderá o desempenho do CDI, do IPCA ou de algum outro indicador financeiro.

Renda fixa atrelada à inflação

A renda fixa atrelada à inflação (também chamada de renda fixa híbrida) tem parte da remuneração fixa e parte acompanha um índice inflacionário que, normalmente, é o IPCA. Nesse sentido, um dos exemplos mais conhecidos é o Tesouro IPCA+, que tem parte da rentabilidade atrelada ao índice da inflação oficial do Brasil.

E quanto optar por uma ou outra modalidade de renda fixa?

Com a alta da inflação nos últimos tempos, uma das principais preocupações do investidor é preservar o valor do patrimônio. Por isso, em tempos inflacionários, é aconselhável ter parte do portfólio em alguma modalidade atrelada a índices de inflação.

Títulos de renda fixa, como Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs têm versões prefixadas, pós-fixadas e atreladas à inflação. Cabe observar também que todos esses investimentos, com exceção do Tesouro Direto, têm a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

O FGC garante ao investidor o ressarcimento de até R$ 250 mil por instituição financeira caso o banco venha a ter problemas de insolvência. Em relação ao Tesouro Direto, não há essa proteção porque o próprio governo é o garantidor do título. Ou seja, teoricamente, essas são as aplicações mais seguras do mercado.

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