Money Week: Sérgio Machado e o sucesso da Trópico Investimentos

Paulo Amaral
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Sócio e gestor da Trópico Investimentos, Sérgio Machado estará na Money Week. Ele dará aos inscritos a oportunidade de conhecer um pouquinho mais da história de um dos fundos que melhor desempenho apresentou no último trimestre de 2021.

Em uma postagem recente no Twitter, rede social em que é muito ativo, o experiente gestor exaltou o desempenho do Fundo trópico SF2 Cash. Segundo Machado, quem aportou seu dinheiro nesse investimento não se arrependeu. Afinal, ele rendeu, em setembro, 123,6% do CDI.

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Sérgio Machado será um dos 70 palestrantes convidados para os painéis que monopolizarão a atenção do mercado financeiro entre os dias 25 e 29 de outubro. E falará sobre o cenário para a renda fixa com Selic em escalada. Para quem ainda não se inscreveu, vale lembrar que a Money Week é gratuita e 100% online.

Sérgio Machado: currículo de respeito

O gestor da Trópico Investimentos tem histórias de sucesso para contar. E não são poucas. Afinal, ele acumula quase quatro décadas de experiência no mercado financeiro. E era referência muito antes de fundar sua empresa.

Bacharel em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Sérgio Machado fez especialização em Finanças. A formação acadêmica durou quatro anos, entre 1978 e 1982, e fez aflorar sua ligação embrionária com o mercado financeiro.

As experiências profissionais, então, começaram a se acumular. Jive Gestão de Recursos, Vetorial Asset e Banco Fator, instituição na qual foi tesoureiro, fazem parte do recheado currículo. Por tudo isso, é considerado uma das estrelas da próxima edição da Money Week. E qual a especialidade de Sérgio Machado? Gestão de Recursos e controle de riscos.

“Eu sempre lembro do caso da profundidade média do lago de 1 metro, mas o cara que não sabia nadar morreu afogado, pois caiu no buraco de 5 metros. Médias são traiçoeiras”, postou, certa vez, em sua conta no Twitter, rede social em que conta com quase 90 mil seguidores.

A Trópico Investimentos

A gestora que hoje é uma das mais bem-sucedidas do Brasil nasceu em 2002, e com um outro nome: Orbe Investimentos. O foco, na ocasião, era em investimentos de longo prazo, e o sucesso foi instantâneo.

Em 2010, ainda como Orbe, a gestora cresceu e expandiu para mercados emergentes da América Latina. Peru, Chile e Colômbia passaram a fazer parte da companhia e, a partir daí, tudo mudou.

Quatro anos mais tarde o nome passou a ser Trópico Latin American Investments e, no Brasil, Trópico Investimentos. “Os mesmos sócios, o mesmo pragmatismo, até o endereço é o mesmo, só que agora, Trópico”, diz a companhia, em sua apresentação.

Além de Sérgio Machado, a Trópico conta em sua equipe com Fernando Camargo, Flávio Adorno, Rafael Herdale, Elaine Sfair, Renan Moretto e Glenda Ferreira. Os principais fundos administrados pela gestora são: Trópico Vex FIM, Trópico Value FIA, Trópico SF2 Cash FIM e Trópico Previdência FIM.

Influencer de peso, agora na Money Week

As postagens no Twitter são comuns para o bem-sucedido gestor. Sérgio é um dos maiores influenciadores da Fintwit, comunidade do mercado financeiro no Twitter que reúne gestores de carteiras de fundos, analistas, pesquisadores, operadores e investidores.

Os ensinamentos antes compartilhados com seus pouco menos de 90 mil seguidores, agora, também estarão na Money Week. Então, quem fizer a inscrição e acompanhar atentamente os painéis, certamente será recompensado. Afinal, quem não quer aprender mais sobre controle de riscos em dias como os atuais?

“O mais importante é não se afobar e não se desesperar. Tem jogo”, comentou.

E vamos lá meus amigos, novo dia novo mês, novo trimestre
Começando o fim do ano, muito importante, pois se alguma coisa tem de sair de Brasília tem de ser em 2021.
O tabuleiro está aí mas as peças estão confusas ainda.
O mais importante é não se afobar e nem desesperar, tem jogo.

Visão macro da economia brasileira

Bastante solicitado por veículos de imprensa, Sérgio Machado não se omite quando precisa opinar sobre o cenário da economia brasileira. Em entrevista recente para o Valor Econômico, foi questionado sobre a Selic.

Segundo o gestor da Trópico, o BC demorou para reconhecer que a inflação alta seria um fenômeno temporário. Isso, na opinião de Sérgio Machado, prejudicou as ações do Copom para contra-atacar a alta dos preços.

“O remédio vai ser mais amargo e terá que ser ministrado por mais tempo”, alertou, simples e objetivo.

Money Week 5ª Edição

5 Dias de Evento | 70 Autoridades do Mercado Financeiro | 20 Horas de Conteúdo