IRB Brasil (IRBR3) fatura R$ 8,9 bi em novembro, mas registra prejuízo líquido no mês

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Divulgação

O IRB Brasil (IRBR3) informou nesta sexta-feira (22) que até novembro de 2020 obteve um faturamento bruto de R$ 8,9 bilhões. Ou seja, crescimento de 15,8% em relação ao mesmo período de 2019.

Deste valor, R$ 4,6 bilhões são das operações no Brasil e R$ 4,3 bilhões no exterior.

Segundo o IRB, influenciaram o resultado os desenvolvimentos de sinistros nos segmentos rural e property, maior provisionamento da carteira de vida internacional de outubro e provisionamento adicional dos impactos dos negócios descontinuados em novembro.

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Em novembro de 2020, o prejuízo líquido do IRB somou R$ 124,5 milhões. Ao excluir o impacto dos negócios descontinuados, o prejuízo líquido se reduz para R$ 80,7 milhões, explicado quase que em sua totalidade pelo resultado financeiro do período e pelo desenvolvimento no mês das linhas de Property e Rural.

IRB (IRBR3): faturamento Bruto foi de R$ 709,8 mi

Em novembro de 2020 o faturamento bruto do IRB totalizou R$ 709,8 milhões. Assim, houve crescimento de 10,2% em relação a novembro de 2019. Foram R$ 399,3 milhões no Brasil e R$ 310,6 milhões no exterior. No Brasil 9,3% de crescimento em relação a novembro de 2019 e no exterior 11,4%.

Já no bimestre, o faturamento bruto superou o montante de R$ 1.402,8 milhões. O crescimento foi de 13,9% em relação ao mesmo período de 2019. Foram R$ 769,3 milhões no Brasil e R$ 633,5 milhões no exterior. Ou seja, crescimento de 13,4% e 14,6% respectivamente, em relação ao mesmo período de 2019.

No mês de novembro, o IRB registrou R$ 364 milhões de despesa de sinistro. Destaque para o impacto dos negócios descontinuados, na ordem de R$ 71,4 milhões. Com isso, o índice de sinistralidade alcançou 103,8% no mês de novembro de 2020. Ao excluir os efeitos do impacto dos negócios descontinuados e dos efeitos one-offs, o índice de sinistralidade reduziu para 89,5%.

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