O Índice de Confiança do Consumidor, dos Estados Unidos (EUA), permaneceu praticamente estável em julho. Segundo o Conference Board, o índice ficou em 129,1 pontos, acima dos 128,9 pontos do mês anterior – revisto para cima.
Apesar disso, este é o nível mais alto desde fevereiro de 2020, segundo Lynn Franco, diretora Sênior de Indicadores Econômicos do The Conference Board.
Ela explicou que a avaliação dos consumidores sobre as condições atuais se manteve estável. O que sugere que o crescimento econômico no terceiro trimestre teve um início forte.
EUA: índice de situação atual cresce e expectativas fica estável
O documento do Conference Board mostrou também que o Índice da Situação Atual – com base na avaliação dos consumidores sobre as condições atuais do mercado de trabalho e negócios – aumentou de 159,6 para 160,3.
Por sua vez, o Índice de Expectativas – com base nas perspectivas de curto prazo dos consumidores para renda, negócios e condições do mercado de trabalho – ficou praticamente inalterado em 108,4, em comparação com 108,5 no mês passado.
A diretora Sênior de Indicadores Econômicos explica que o otimismo dos consumidores em relação às perspectivas de curto prazo não diminuiu. Além disso, eles continuaram a esperar que as condições de negócios, empregos e perspectivas financeiras pessoais melhorarão.
Expectativas para seis meses
Para os próximos seis meses nos EUA, o otimismo dos consumidores sobre as perspectivas das condições de negócios de curto prazo diminuiu ligeiramente em julho.
Segundo a pesquisa, 33,4% dos consumidores esperam que as condições de negócios melhorem, ante 33,7% do mês anterior.
Outros 10,5% esperam que as condições de negócios piorem, ante 10,8%.
Com relação às perspectivas do mercado de trabalho, as estimativas se mostraram divergentes.
A pesquisa apontou que 27,7% dos consumidores esperam mais vagas disponíveis nos próximos meses, ante 26,6%.
Por outro lado, 16,8% preveem menos empregos, ante 15,7%.
As projeções financeiras já se mostraram mais otimistas.
A pesquisa indicou que 20,6% dos consumidores esperam que sua renda aumente, ante 20,0%. Apenas 8,6% esperam que sua renda diminua, ante 8,4% do mês anterior.