Carrefour (CRFB3) converte antes do prazo todas as lojas Makro para bandeira Atacadão

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Reprodução/Carrefour

O Carrefour (CRFB3) soltou nota nesta quinta-feira (24) comunicando que “todas as lojas adquiridas” do Makro foram “integralmente convertidas para a bandeira Atacadão”.

A empresa afirma que em 1º de junho último concluiu a inauguração de todas as lojas, com exceção da loja alugada localizada em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, incluindo posto de combustível, que “foi excluída da transação, por questões negociais junto ao proprietário do imóvel”.

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O Carrefour desembolsou aproximadamente R$ 1,958 bilhão com a aquisição das 22 lojas próprias, 7 lojas alugadas e 13 postos de combustível. A exceção temporária, porque os trâmites ainda estão em andamento, são uma loja em Palmas, capital do Tocantins, e outra em Volta Redonda, no interior do Rio de Janeiro. Outras 2 lojas próprias estão atualmente em fase final de registro nos respectivos cartórios de registro de imóveis: as de Maceió, Alagoas, e Teresina, Piauí.

A empresa ainda comemora a “rápida e eficiente” conversão, antes prevista para levar de 12 a 15 meses, mas que ocorreu em 6 meses.

“As vendas nos primeiros meses de operação indicam que nossa meta inicial de maturação será atingida até o final de 2021, ou seja, as vendas mensais esperadas para o quarto ano serão atingidas no sexto mês de operação plena”, comemora o Carrefour.

Carrefour ressalta resultados acelerados

Segundo a empresa, a estimativa é que em 4 anos as 28 lojas novas lojas do Atacadão somem R$ 350 milhões ao ano ao EBITDA do Grupo, uma importante contribuição para o EBITDA do Atacadão, que totalizou R$ 3,6 bilhões em 2020.

“Adquirimos pontos comerciais extremamente relevantes, com um enorme potencial de vendas e observamos isso já nos primeiros meses”, destacou Marco Oliveira, diretor vice-presidente de Operações do Atacadão.

Como resultado da acelerada maturação das lojas, o crescimento esperado da receita após 4 anos, em relação aos níveis anteriores à aquisição, foi revisado para cima em 100%, contra a meta anterior de 60%, o que se traduz em uma expectativa de R$ 5,4 bilhões em receita bruta (R$ 4,9 bilhões em receita líquida) em 4 anos para as 28 lojas.

Duratex (DTEX3) cria Corporate Venture Capital

A Duratex (DTEX3) comunicou hoje a criação de um fundo de Corporate Venture Capital (CVC) para investimentos em start-ups e scale-ups, em múltiplos estágios. O primeiro aporte é de R$ 100 milhões.

A empresa ressalta que será a única cotista do fundo, porém contará com o auxílio da Valetec, uma gestora de venture capital especializada.

“Por meio deste fundo”, explica a Duratex, será possível “acompanhar as macro tendências de transformação e inovação do setor de construção, reforma e decoração, através do desenvolvimento de negócios relevantes no longo prazo”.

Carlos Henrique Pinto Haddad, ice-Presidente de Administração, Finanças e Relações com os Investidores, em nota ao mercado, explica que “esta nova frente tem como objetivo mapear potenciais disrupções dos negócios e produtos da companhia, além de ser o veículo adequado para abordar oportunidades identificadas em seu core business”.

BR Malls (BRML3) tem alteração acionária relevante com o Morgan Stanley

A BR Malls (BRML3) recebeu comunicado do Morgan Stanley informando que o investidor atingiu posição equivalente a 5,0% do total de ações ordinárias da companhia brasileira.

Em detalhes, essa posição corresponde a 31.801.132 American Depositary Receipts (ADRs); 12.036.000 Instrumentos Financeiros Derivativos com previsão de Liquidação Física, em Posição Comprada; 6.000.000 em Posição Vendida; 549.600 Instrumentos Financeiros Derivativos com previsão de Liquidação Financeira, em Posição Comprada; e 178.700 em Posição Vendida.

Como de praxe neste tipo de comunicação, o Morgan Stanley ressaltou que “não objetiva alterar a composição do controle ou estrutura administrativa da companhia”.

PetroRio (PRIO3) tem plano de desenvolvimento de Frade aprovado pela ANP

A PetroRio (PRIO3) informou hoje que a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou o Plano de Desenvolvimento revisado do Campo de Frade, localizado a cerca de 118 quilômetros da costa norte do estado do Rio de Janeiro, em lâmina d’água entre 1.050 e 1.300 metros.

O novo Plano permite a perfuração de quatro poços produtores e três poços injetores horizontais.

A ANP ainda autorizou a retomada imediata da injeção de água em dois poços injetores existentes, até o início da operação dos novos poços injetores, ou um ano.

Segundo a PertroRio, “a primeira fase do Plano de Revitalização do Campo de Frade incluirá a perfuração de um poço produtor e dois poços injetores, com previsão de início entre o 4T21 (quarto trimestre de 2021) e o 1T22 (primeiro trimestre de 2022). Após a conclusão desta fase, a companhia pretende iniciar o desenvolvimento de Wahoo”.

Em novembro de 2020, a PetroRio assinou contrato com a BP Energy do Brasil para a aquisição das participações de 35,7% no Bloco BM-C-30 (Campo de Wahoo), e de 60% no Bloco BM-C-32 (Campo de Itaipu). O campo de Wahoo tem potencial para produzir mais de 140 milhões de barris (100% do campo).

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