Caged aponta criação de 280,666 mil vagas de trabalho com carteira assinada em maio

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
1

Crédito: Agência Brasil

O Brasil gerou 280,666 mil vagas de trabalho com carteira assinada em maio, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.

A projeção do mercado era por resultado inferior, de 157.500 postos de trabalho com carteira assinada.

Praticidade e precisão, saiba quais melhores investimentos e como melhorar rentabilidade de suas ações

O saldo de 280,666 mil é resultados das 1.548.715 contratações e dos 1.268.049 desligamentos.

Comparativamente, em abril foram abertas 116,423 mil vagas (número revisado).

No mês, o total de carteiras assinadas no país é de 40.596.340, com aumento de 0,7% em relação ao mês anterior.

No acumulado do ano, o saldo na criação de empregos formais é positivo em 1.233.372 vagas.

A indústria respondeu pela abertura de 44,146 mil vagas em maio. A construção civil, por 22,611 mil. O comércio, por 60,480 mil. E serviços, por 110,956 mil.

Segundo o BTG Pactual (BPAC11), o saldo positivo reflete a reabertura gradual da economia, impulsionado principalmente pelo setor de serviços.

A expectativa é positiva para os próximos meses, com o avanço do cronograma de vacinação e com a prorrogação dos programas governamentais que permitem a redução da jornada e a redução dos salários.

Money Week 5ª Edição

5 Dias de Evento | 70 Autoridades do Mercado Financeiro | 20 Horas de Conteúdo

Caged

Caged

Caged x Pnad

O resultado do Caged segue contrastando com o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do IBGE. Os dados, divulgados na quarta-feira (30), apontam que a taxa de desemprego no Brasil foi de 14,7% no trimestre encerrado em abril, mantendo o maior nível da série histórica iniciada em 2012. O número de desempregados chegou a 14,8 milhões.