BR Distribuidora (BRDT3) registra lucro de R$ 3,14 bi no 4TRI

Regiane Medeiros
Colaborador do Torcedores
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Crédito: BR Divulgação

A BR Distribuidora (BRDT3) registrou lucro líquido de R$ 3,14 bilhões no quarto trimestre de 2020.

O resultado líquido no trimestre foi substancialmente maior ao equivalente no quarto trimestre de 2019, com R$ 96 milhões.

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Em 2020, a companhia reportou um lucro líquido de R$ 3,9 bilhões, alta de 76,6% sobre 2019.

O resultado financeiro foi uma receita de R$ 261 milhões ante uma despesa de R$ 27 milhões no quarto trimestre de 2019.

Receita estável

A receita líquida para o último trimestre de 2020 foi de R$ 24,29 bilhões, em linha com a receita obtida um ano antes.

Já no acumulado de 2020, a receita líquida da BR Distribuidora caiu 14,2%, aos R$ 81,5 bilhões.

A companhia informou que este foi o primeiro trimestre em que os volumes consolidados voltaram a apresentar crescimento em relação ao seu equivalente pré-pandemia.

“Destacamos as maiores vendas de Diesel (+5,5%) e Gasolina (+10,3%), ligeira redução no volume de etanol (-0,6%) e redução do volume de QAV de (-19,3%), especialmente impactado pela quase ausência de rotas internacionais sendo operadas pelas companhias aéreas até o momento.”

Ebitda dispara 70,6%

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado para o quarto trimestre foi de R$ 1,61 bilhão, alta de 70,6% na comparação com igual trimestre de 2019.

“Alcançamos um EBITDA unitário de R$ 104/m³, um marco histórico para a Companhia, que nos três anos anteriores à privatização operou com margem média de R$ 66/m³”, destacou a BRDT.

No ano, o Ebitda ajustado avançou 21,7%, com R$ 3,81 bilhões no acumulado de 2020.

A margem Ebitda para o último trimestre de 2020 foi de 6,7%, alta de 2,8 pontos percentuais. No ano, a margem subiu 1,4 pontos percentuais, para 4,7%.

Endividamento da BR Distribuidora

O endividamento bruto ajustado da BR Distribuidora alcançou o montante de R$ 8,049 bilhões em 2020.

Na comparação com 2019, a dívida bruta aumentou 26,2% em razão, principalmente, das maiores captações de caráter precaucional por causa da Pandemia da Covid-19.

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