Alliar (AALR3) lança serviços de saúde em marketplace a partir de R$ 19,90

Regiane Medeiros
Colaborador do Torcedores
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A Alliar (AALR3) comunicou nesta terça-feira (1) o lançamento de seu novo negócio, o marketplace de saúde denominado Cartão Aliança.

A solução criada pela Companhia provê o acesso a diversos serviços de saúde em um só canal, com custos a partir de R$ 19,90 mensais.

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Segundo a Alliar, o novo negocio foi criado para a realidade brasileira, onde mais de 70% da população não possui plano de saúde privado.

“Este novo negócio começou a ser testado (MVP) em março e, em julho, sua venda foi ampliada para todos os estados onde a empresa atua”, disse a Alliar.

Além disso, a Companhia destacou que o modelo de negócio traz uma receita recorrente e maior diversificação das suas fontes pagadoras, além de aproximar os clientes particulares com as marcas do Grupo Alliar.

JHSF (JHSF3) avança 1.168% na sua plataforma de marketplace

A JHSF Participações (JHSF3) apresentou o desempenho de sua plataforma de marketplace, o CJ Fashion, durante a Black Friday de 2020.

Assim sendo, o CJ Fashion apresentou crescimento de 1.168% nas vendas quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Já o número de pedidos cresceu 493%, passando de 250 marcas para mais de 400 em 2020.

A JHSF informou ainda que em outubro as vendas do Shopping Cidade Jardim e do Catarina Fashion Outlet, cresceram 34,5% e 36,2% respectivamente, em relação a outubro de 2019.

C&A (CEAB3) informa sobre alteração de participação relevante e crédito de R$ 120 milhões

A C&A Modas (CEAB3) recebeu hoje (1) uma notificação do acionista Itaú Unibanco informando que o mesmo reduziu sua participação para 4,934% das ações ordinárias da C&A.

Com isso, o banco passa a deter 15.210.604 ações da Companhia.

O Itaú declarou, ainda, que tal participação não tem o objetivo de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da C&A.

A varejista informou ainda que obteve êxito na ação judicial que que discutia a inexigibilidade do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) nas operações internas da Zona Franca de Manaus.

Com o trânsito em julgado na última segunda-feira (30), a C&A teve reconhecido o direito de reaver os valores apurados em relação às competências de abril/2011 a abril/2018.

Além de obter os direitos a fruição do benefício do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras -REINTEGRA.

A Companhia informou que está avaliando o impacto financeiro da decisão e que as melhores estimativas indicam que os créditos corrigidos representam aproximadamente R$ 120 milhões.

“Ressaltamos que, para aproveitamento do referido crédito, tal valor ainda deverá ser objeto de habilitação via procedimento administrativo perante a Receita Federal do Brasil”, destacou a C&A.

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