Xiaomi e Comac são incluídas em lista negra do governo Donald Trump

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Xiaomi/Divulgação

Nove empresas foram acrescentadas pelo governo de Donald Trump nesta quinta-feira (14) à lista negra de supostas empresas militares chinesas.

Assim, entraram na mira dos EUA a fabricante de telefones celulares Xiaomi e a fabricante de aviões Comac, segundo a Reuters.

As companhias estarão sujeitas a uma nova proibição de investimentos nos EUA. Assim, investidores americanos estão obrigados a venderem participações em empresas chinesas que estão na lista até novembro de 2021.

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Ainda não se sabe quais serão os impactos sobre a Xiaomi neste primeiro momento.

As outras sete companhias vetadas ainda não foram reveladas.

As ofensivas dos EUA a companhias chinesas já acontecem desde meados de 2019. Uma das principais vítimas do governo Trump foi a Huawei, que perdeu diversos contratos e fornecedores graças à pressão estadunidense.

Na quarta-feira foi anunciado que as gigantes Alibaba (BABA34), Tencent e Baidu (BIDU34) serão poupadas da lista negra de Trump.

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