Vulcabras (VULC3): unidade de Horizonte (CE) ficará fechada até dia 31

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor

Crédito: Divulgação / Vulcabras Azaleia

A Vulcabras Azaleia (VULC3) informou ao mercado nesta quinta-feira (21) que está autorizada a retomar as atividades no Ceará, na cidade de Horizonte, a 40 quilômetros da capital Fortaleza, baseando-se em decreto estadual publicado em 20 de maio.

A unidade em Horizonte terá os funcionários dispensados do trabalho, utilizando o sistema de banco de horas, de 21 a 31 de maio, com retorno previsto em 1º de junho.

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Vulcabras preserva colaboradores

A empresa havia declarado que teria que paralisar as atividades para “preservar seus colaboradores e a comunidade e para colaborar para que esse período seja o mais breve possível”.

A Vulcabras é detentora das marcas Olympikus, Under Armour, Dijean, Opanka e Azaleia.

A empresa foi fundada em 1952, com o lançamento do Vulcabras 752, o sapato de couro com sola de borracha vulcanizada que se tornou um clássico da época.

Sabesp (SBSP3) tem rating em “BB”

A Fitch Ratings afirmou os IDRs de Longo Prazo em Moedas Local e Estrangeira em “BB” e o Rating Nacional de Longo Prazo “AA(bra)” da Sabesp (SBSP3), a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo.

O IDR Longo Prazo em Moeda Local e do Rating em Escala Nacional continua estável.

A ação de rating reflete a visão da Fitch de que a Sabesp “sustentará o robusto fluxo de caixa de suas operações e sua forte flexibilidade financeira para administrar os significativos vencimentos de dívida dos próximos trimestres, mesmo diante da pandemia de coronavírus”, diz em nota.

Santos Brasil (STBP3) fecha contrato de arrendamento

A SAntos Brasil (STBP3), informou que fechou com a Santos Port Authority (SPA) contrato de arrendamento de instalação portuária localizada no Saboó, na margem direita do Porto de Santos.

A instalação mede cerca de 42 mil metros quadrados de área e começou a ser explorada pela empresa em caráter transitório, pelo prazo de 180 dias, a partir de 15 de maio.

A empresa “movimentará carga geral na referida instalação portuária, conteinerizada ou não, a exemplo de celulose”, mas sem se limitar a isso.

“O Contrato de Transição reforça a presença da empresa no Porto de Santos e a ampliação dos serviços ofertados aos seus clientes, atuais e potenciais”, diz em nota.

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