Vulcabras (VULC3) aprova licenciamento de Azaleia à Grendene (GRND3) por 3 anos

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)

Crédito: Divulgação

A Vulcabras (VULC3) informou, em fato relevante nesta quinta (24), que aprovou o licenciamento da Azaleia à Grendene (GRND3).

O licenciamento, diz a empresa, inclui a “produção e comercialização de calçados femininos em geral no Brasil e em qualquer outro país do mundo, exceto Peru, Chile e Colômbia, pelo prazo de três anos”

Ele pode ser renovado por um período adicional de outros 3 anos, acrescenta a Vulcabras.

Com o licenciamento da marca, a Grendene poderá passar a utilizá-la nos produtos fabricados e comercializados.

Poderá, inclusive, criar designs para os produtos.

Vulcabras: remuneração

“A remuneração da Vulcabras pela licença de uso da marca Azaleia será paga pela Grendene com base em um percentual das receitas operacionais líquidas mensais dos produtos”, explica o comunicado da Vulcabras.

Dessa forma, a Vulcabras, acrescenta a nota, continuará distribuindo e comercializando calçados femininos apenas no Peru e na Colômbia, por meio de suas subsidiárias. No Chile, essa operação será feita pelo franqueado.

O abastecimento de produtos para esses países será “fornecido pela Grendene e sua fornecedoras”.

A Vulcabras conclui: “Enquanto operada pela companhia, a comercialização de calçados femininos aferiu receita operacional de aproximadamente R$ 132 milhões o exercício social até 31 de dezembro de 2019. Esse montante exclui as receitas da subsidiárias do Peru e da Colômbia, além da franquia no Chile.”

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