Viveo (VVEO3) deve movimentar R$ 2 bi com IPO

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Divulgação

A distribuidora de produtos médicos Viveo (VVEO3) pode movimentar R$ 2 bilhões com seu IPO (Oferta Inicial de Ações).

De acordo com documento protocolado nesta segunda-feira (22) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os recursos serão investidos em crescimento e aquisições, além de permitir que sócios no negócio vendam suas participações.

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O IPO é coordenado por JPMorgan, Itaú BBA, BTG Pactual, Bradesco BBI, Bank of America e Safra.

Assim, o negócio leva em conta a venda integral do lote base da oferta. Cada ação será vendida por R$ 22,87, no centro da faixa definida pelos coordenadores, que vai de R$ 19,92 a R$ 25,81.

Segundo o prospecto, a fixação do preço deve ocorrer em 8 de abril. As ações devem estrear na Bovespa em 12 abril.

Sobre a Viveo

A empresa foi fundada em 1996 pela família Mafra. Hoje eles controlam o negócio com a família Bueno, fundadora do gruo Amil.

A Viveo, que tem como nome oficial CM Hospitalar, surgiu com objetivo de exportação e importação de medicamentos.

A partir de 2017, a empresa iniciou a aceleração de crescimento por meio de aquisições. Foram comprados pela Viveo o grupo de higiene pessoal Flexicotton, e empresas como Biogenetix, Vitalab, Byogene, de produtos hospitalares.

O grupo se apresenta como líder na distribuição de materiais médico-hospitalares e medicamentos no Brasil e tem uma participação de mercado de 7%.

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