Vivara (VIVA3): Neo reduz fatia acionária; Gafisa (GFSA3) aumenta capital

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
1

Crédito: Vivara / Facebook / Reprodução

A Vivara (VIVA3) informou nesta quinta-feira (2) que a NEO Gestão de Recursos atingiu 4,89% das ações VIVA3, totalizando 11.557.960. As ações estavam detidas pelos fundos de investimento sob gerenciamento da NEO Gestão.

Desse total, 267.140 estão contabilizadas em empréstimos, informa a NEO.

A relevante redução acionária não tem o objetivo de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da sociedade da Vivara.

As ações da Vivara estão valendo R$ 21,20.

Gafisa (GFSA3) comunica novo aumento de capital

A Gafisa (GFSA3) aprovou aumento de capital em R$ 310,001 milhões, a partir da emissão de 75.610.000 ações ordinárias.

Além disso, a empresa propõe novo aumento de capital, no montante até R$ 389,999 milhões, em assembleia a ser realizada em agosto.

Esse novo montante virá a partir da emissão particular de até 95.121.951 ações ordinárias, ao preço de R$ 4,10 cada uma.

R$ 199,999 milhões, que representam o aumentam mínimo, serão subscritos pela emissão particular de 48.780.487 ações ordinárias.

O restante, de R$ 190 milhões, com a emissão particular de 46.341.464 ações ordinárias.

“Com isto”, informa em nota a Gafisa, “o novo capital social da companhia passará de R$ 651,248 milhões, dividido em 195.610.000 ações ordinárias, para R$ 1,041 bilhão, dividido em 290.731.951 ações ordinárias”.

IMC (MEAL3) à B3: repactuação de debênture e captação de recurso elevaram negociação de ações

A B3 (B3SA3) solicitou à International Meal Company (MEAL3) explicações para as últimas oscilações registradas com as ações da empresa.

Segundo a gestora da Bolsa, o número de negócios e a quantidade negociada foram atípicos.

A IMC esclareceu que, “após redução do volume de negociação de ações de sua emissão no início da pandemia da Covid-19 no país, o volume de negociação tem aumentado, notadamente após a repactuação das suas debêntures e do anúncio da intenção da companhia de realizar nova captação de recursos, por meio de um aumento de capital privado ou oferta pública de ações”.

Essa informação, inclusive, foi dada como “fato relevante” em 20 de junho último.

“Essa movimentação guarda relação também com a oscilação verificada pelo próprio Índice Ibovespa, e o incremento no volume de negócios com ações da companhia tem, em alguma medida, acompanhando a curva de recuperação do índice no último mês”, justifica a IMC.

No dia 1º de julho, a quantidade de ações da IMC negociadas subiu a 29,762 milhões, ante uma média de 7 milhões nos dias anteriores.

O volume também subiu significativamente. Nos últimos 10 dias, a média foi de R$ 32 milhões. No dia 1º, R$ 126,473 milhões.

“A companhia ressalva, contudo, que não tem conhecimento de fato específico que seria capaz de justificar a oscilação registrada com as ações de sua emissão na data de ontem”, conclui.