Vivara (VIVA3) não comenta sobre rumores de aquisição da joalheria H.Stern

Victória Anhesini
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie

Crédito: Divulgação / Trademap

A Vivara (VIVA3) estaria negociando a compra da H.Stern, fundada em 1945, no Rio de Janeiro, por Hans Stern. A informação foi divulgada pela revista Exame. Apesar da negociação ter sido mantida no sigilo, o assunto já circulava no mercado desde a última segunda-feira (31).

Em relação à aquisição, ao ser consultada pela Exame, a Vivara disse que “não comenta rumores de mercado”.

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Em outubro de 2019, a Vivara fez sua oferta pública (IPO, na sigla em inglês) de R$ 2,2 bilhões e captou R$ 450 milhões. No prospecto, não havia planos de aquisição e a companhia afirmou que o montante seria destinado à abertura de lojas e a criação de nova marca.

Desde então, mantém uma operação caixa líquido, ou seja, com mais dinheiro aplicado do que dívidas. Tem hoje 1,7 vez o Ebitda anual em recursos líquidos aplicados: R$ 325,5 milhões.

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A Vivara registrou lucro líquido 79,4% menor no primeiro trimestre de 2021. A empresa também reportou um aumento na receita líquida de 5,6% no comparativo do mesmo período em 2020. Houve receita de R$ 206,2 milhões no 1TRI20 e de R$ 217,7 milhões nos três primeiros meses de 2021.

Entretanto, mesmo sem comentar a respeito dos rumores, a companhia tem passado a mensagem de que está disposta a avaliar oportunidades de mercado. A ideia é acelerar o crescimento, de acordo com a teleconferência feita pela administração na apresentação dos resultados do primeiro trimestre.

Se a aquisição e fusão for confirmada, a Vivara passaria de 250 para 350 lojas, aproximadamente. Além disso, teria unidades em diversos países da América Latina e também em Paris, Nova York e Londres.

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