Via Varejo (VVAR3) muda marca da Casas Bahia; veja este e outros destaques

Osni Alves
Jornalista desde 2007. Passou por redações e empresas de comunicação em SC, RJ e MG. E-mail: oalvesj@gmail.com.
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Crédito: Caminhões das Casas Bahia, marca da Via Varejo, em centro de distribuição de Jundiaí, São Paulo 4/12/2009 REUTERS/Paulo Whitaker

Depois de muitas mudanças internas, a direção da Via Varejo (VVAR3) lançou ontem (27) a nova marca da Casas Bahia. A intenção da empresa agora é ir atrás de um público novo: a alta renda.

De acordo com Estadão, os últimos 12 meses foram uma corrida de obstáculos para a companhia, dona da rede líder em eletrodomésticos no país.

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Depois de passar três anos à venda pelo grupo francês Casino, a empresa ficou defasada e viu a concorrente Magazine Luiza (MGLU3) ganhar espaço e se tornar referência em tecnologia e atendimento ao cliente.

O último ano foi uma maratona para recuperar o terreno perdido.

 

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Via Varejo (VVAR3): Casas Bahia muda marca

Via Varejo (VVAR3): Casas Bahia muda marca.

Nada de crise para os bilionários

Levantamento da Oxfam indica que o patrimônio dos bilionários do país aumentou na pandemia de US$ 123,1 bilhões para US$ 157,1 bilhões.

O voluma significa uma elevação de US$ 34 bilhões. O destaque é do Valor Econômico.

A Oxfam International é uma confederação de 19 organizações e mais de 3.000 parceiros, que atua em mais de 90 países na busca de soluções para o problema da pobreza, desigualdade e da injustiça, por meio de campanhas, programas de desenvolvimento e ações emergenciais.

Nada de crise para os bilionários

Nada de crise para os bilionários.

BNDES se opõe a aumento na Petrobras

Banco de fomento, o BNDES votou contra a proposta aprovada que reservou R$ 43,3 milhões para pagar diretores e o conselho de administração da petroleira por um ano.

Segundo o Valor, trata-se de um aumento de 26% em relação ao montante provisionado anteriormente à proposta.

ANP autoriza Petrobras a movimentar gasolina de aviação

BNDES se opõe a aumento na Petrobras.

Suzano (SUZB3): bioeconomia para substituir plásticos

A Suzano papel e celulose tem avançado em bioeconomia e quer substituir o plástico.

A companhia pretende substituir 10 milhões de toneladas de plástico e derivados do petróleo por produtos de origem renovável até 2030. A notícia é do Valor.

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Suzano (SUZB3): bioeconomia para substituir plásticos.

Setor de seguro e a Lei de Saneamento

Conforme o Valor, o setor de seguros espera forte aumento de demanda das empresas de saneamento devido à aprovação do marco legal, que prevê investimentos de R$ 700 bilhões até 2033 para estender o acesso à água potável e esgoto tratado para a população.

Porém, as seguradoras preveem um desafio em atrair resseguradoras internacionais para repassar os riscos dos projetos.

Setor de seguro e a Lei de Saneamento.

Onda verde no meio empresarial

Levantamento do Estadão indica que gestoras de grandes fortunas brasileiras estão ampliando a oferta de fundos voltados à sustentabilidade.

Impulsionadas pela maior demanda no mercado global por investimentos em “causas verdes”, administradoras de recursos estão migrando suas carteiras de negócios e estruturando novos produtos direcionados pelos critérios ambiental, social e de governança (ESG, na sigla em inglês).

Com cerca de R$ 30 bilhões sob gestão em fundos verdes, o Brasil ainda engatinha se comparado ao mercado global, que administra quase US$ 1 trilhão em fundos sustentáveis.

Onda verde no meio empresarial.

Teto dos gastos e pressão política

De acordo com o Estadão, a disputa por mudanças no teto de gastos se transformou numa verdadeira guerra dentro do governo.

Tentativas de flexibilizar a regra que amarra o crescimento das despesas à variação da inflação têm partido de integrantes do próprio Executivo e servido para encorajar parlamentares e entidades na defesa por mais gastos.

Lideranças do Congresso já se articulam para buscar uma alternativa para elevar investimentos em infraestrutura neste e nos próximos anos.

Em outra frente, uma coalizão de 230 organizações da sociedade civil se movimenta para derrubar o teto como resposta à pandemia da covid-19.

Teto dos gastos e pressão política.

Segunda etapa da Reforma Tributária

Destaque de O Globo informa que a equipe econômica quer antecipar envio da segunda etapa da Reforma Tributária ao Congresso.

O conjunto de propostas que compõem a Reforma Tributária do governo já era defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Paulo Guedes, FMI, Covid-19

Coronavírus

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta segunda-feira (27).

O país registrou 685 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 87.737 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.069 óbitos, uma variação de 1% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Sobre os infectados, já são 2.446.397 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 26.496 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 46.393 por dia, uma variação de 27% em relação aos casos registrados em 14 dias.