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EUA: vendas no varejo recuam 1,1%, pior que a projeção; mas produção industrial cresce

EUA: vendas no varejo recuam 1,1%, pior que a projeção; mas produção industrial cresce

As vendas no varejo dos Estados Unidos recuaram 1,1% em julho na comparação com junho, pior que a projeção de queda de 0,3%. Na comparação anual, a alta é de 15,78%, ante 18,73% da leitura anterior.

Os dados são de prévia divulgada nesta terça-feira (17) pelo Census Bureau, do Departamento do Comércio, e revelam uma desaceleração no crescimento. observado nos meses anteriores.

As vendas totais foram de US$ 617,7 bilhões, frente US$ 624,7 bilhões de junho. Os dados de junho foram revisados e a alta no mês foi de 0,7% (de 0,6% anunciados anteriormente).

As vendas o varejo excluindo automóveis caíram 0,4%.

Vale lembrar que as vendas no varejo representam quase 70% de toda atividade nos EUA e são interpretadas como indicador de saúde econômica geral.

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O recuo do varejo ficou novamente concentrado na queda das vendas de automóveis (-3,9%), reflexo dos problemas de semicondutores para carros novos, que tem resultado na aceleração dos preços dos carros usados.

Além disso, o segmento de Vestuário e Acessórios também apresentou recuo expressivo no mês, de 2,6%. Para restaurantes e bares houve aceleração (1,7%) que reflete o aumento da mobilidade social e as férias de verão.

A equipe do BTG Pactual (BPAC11) digital avalia que há expectativas positivas para o nível de consumo e a criação de vagas de trabalho. No entanto, com a aproximação de retirada dos programas adicionais de seguro desemprego em setembro deve haver uma acomodação dos dados do varejo daqui em diante.

vendas no varejo

Reprodução/Census Bureau

Produção industrial vem melhor que projeção

Outro dado divulgado nesta terça foi a produção industrial dos Estados Unidos, medida pelo Federal Reserve (Fed). Ela cresceu 0,9% em julho, ante projeção de 0,5% e resultado prévio de 0,2% (revisado de 0,2% anunciado anteriormente).

Na comparação com julho do ano passado, a alta é de 6,6%, quando a projeção era de alta de 7,2%.

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Reprodução/Federal Reserve