Vendas online são arma de empresas de e-commerce contra a crise

Jéssica De Paula Alves
Jornalista e produtora de conteúdo

Crédito: Freepik

Empresas com forte atuação no e-commerce resistem à crise graças ao salto nas vendas online, Assim, grandes varejistas são impulsionados na Bolsa e conseguem enfrentar a queda no mercado financeiro, informou a Folha de São Paulo.

Um exemplo é a Amazon. Nesta semana, segundo a Folha, a gigante americana do e-commerce, atingiu valor de mercado recorde. Com a pandemia de coronavírus e consequentemente, a paralisação das atividades econômicas. as principais Bolsas globais tiveram uma grande desvalorização, em março.

Inicialmente, as empresas de saúde e biotecnologia foram as primeiras a escapar do movimento. Mas o e-commerce também foi resistente.

Pesquisas apontam que vendas online saltaram durante a quarentena, especialmente as de itens essenciais, como alimentos, remédios e produtos de higiene. Mas paralelo a isso, eletrônicos,videogames, roupas e maquiagem também têm sido mais procurados nas plataforma.

O Magazine Luiza foi um exemplo no Brasil, informou a Folha. Em 2019, 48% da receita da companhia veio das vendas online, a grande aposta da varejista. A empresa tem um caixa robusto para atravessar a crise. Isso reflete na na baixa queda de vendas, com das ações 6,5%, enquanto o Ibovespa desaba 31,7%.

No mercado global, a Amazon atingiu valor de mercado recorde, a US$ 1,2 trilhões. A empresa viu a demanda nos Estados Unidos explodir. Levando-a a aumentar em mais de 20% em seu quadro de empregados em apenas um trimestre.

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