Veja quais as ações do Banco Central contra a crise do coronavírus

Jéssica De Paula Alves
Jornalista e produtora de conteúdo
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Crédito: Wikimedia

O Banco Central tomou uma série de medidas contra a crise do coronavírus. A maior parte significa injeção de dinheiro em instituições financeiras, que podem ou não emprestar-lo, informou a Folha de S. Paulo.

Com R$ 650 bilhões, a iniciativa de maior impacto previa que a instituição fizesse empréstimo aos Bancos de Letras Financeiras. Este  foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN ).

O BC revisou o impacto da iniciativa de R $ 670 bilhões por R $ 650 bilhões. A primeira liberação de recursos de depósitos compulsórios também ficou um pouco abaixo do estimado. Assim, o pacote que soma R $ 1.216 trilhões em potencial de injeção de liquidez. indo para R $ 1.193 trilhões, disse a Folha.

E uma linha temporária de empréstimos do BC para bancos com garantia de debêntures, com projeção de R $ 91 bilhões de impacto já está disponível.

Depósitos compulsórios

A medida de liberação de depósitos compulsórios foi anunciada em fevereiro.  Estes são uma parcela do valor investido por clientes no banco comercial (CDB, por exemplo).

E as instituições precisam depositar no BC como forma de seguro para diminuir a alavancagem. Assim, emprestam indiscriminadamente. Reduzindo essa fração, a capacidade do banco de fazer novos financiamentos aumenta.

Linha Emergencial

Em conjunto com o Ministério da Economia e o BNDES, criou uma linha emergencial de R $ 40 bilhões para financiar dois meses de folha de pagamento de empresas com faturamento de R $ 360 mil a R $ 10 milhões por ano. Nesse caso, o governo entra com 85% dos recursos. Os bancos entram com 15%. O risco de calote É dividido.

Além disso, uma PEC (proposta de alteração à constituição) do Orçamentação de Guerra autorizada ou BC a compra de créditos diretos públicos e privados, algo que já é feito pelos bancos centrais. .