Vale (VALE3) entra em nova negociação exclusiva para a venda da Vale Nova Caledônia

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Reprodução / Vale Nova Caledônia

A Vale (VALE3) informou nesta quarta-feira (4) que sua subsidiária, Vale Canada Limited (VCL), celebrou exclusividade por 30 dias com um consórcio para negociar a venda de sua participação na Vale Nova Caledônia.

O consórcio liderado pela atual administração e empregados da Vale Nova Caledônia é apoiado pelos governos da Nova Caledônia e da França.

A Trafigura é acionista minoritária.

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As negociações incluem resolver pendências para a continuidade das operações da Nova Caledônia e a transição da VCL para a nova estrutura proprietária.

“Qualquer transação para a aquisição da Vale Nova Caledônia está sujeita à consulta prévia ao works council da empresa e às condições habituais para fechamento, incluindo aprovações regulatórias”, diz a Vale em comunicado ao mercado.

Centauro (CNTO3): Cade aprova aquisição da totalidade das quotas da Nike do Brasil

A Centauro (CNTO3) informou que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou a aquisição da Nike do Brasil.

O CADE ressaltou que as partes deverão se comprometer com a separação entre as atividades comerciais atuais por 3 anos.

Além disso, exige a manutenção do tratamento isonômico de clientes da Nike.

“Embora referida decisão não esteja sujeita a recurso, ela poderá ser objeto de embargos de declaração após a publicação no Diário Oficial da União”, informa a Centauro.

Fleury (FLRY3) fecha parceria com o Sabin

O Grupo Fleury (FLRY3) comunicou parceria com o Grupo Sabin, um fundo de investimento em participações, o Kortex Ventures.

O objetivo é realizar investimentos em startups de saúde digital, medicina diagnóstica e medicina personalizada.

O novo fundo Corporate Venture Capital tem um prazo de 10 anos e um aporte total de até R$ 200 milhões.

O valor será investido ao longo dos 4 primeiros anos.

O Fleury será detentor de uma participação de 70% e o Grupo Sabin de 30% do fundo.

O Kortex já é um dos maiores fundos de Corporate Venture Capital de saúde no Brasil.

Ele visa “identificar oportunidades no mercado, analisando e tomando ações para gerar valor nas empresas investidas”, informa.

“Com essa iniciativa, a companhia estará ainda mais conectada ao ecossistema de startups e healthtechs”, diz o Fleury.

A ideia é “acompanhar o desenvolvimento de negócios promissores e levar o que há de mais inovador aos seus clientes”.

A conclusão desta operação está condicionada à aprovação pelo CADE.

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