Vale (VALE3) tem 75 barragens em estabilidade positiva e 29 em nível de emergência

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Divulgação/Vale

A Vale (VALE3) atualizou nesta quinta-feira (01) as informações sobre a situação de suas barragens.

Desta forma, das 104 estruturas inseridas no Sistema Integrado de Gestão de Segurança de Barragens de Mineração (SIGBM), 75 têm declaração de estabilidade positiva, três a mais na comparação com fevereiro.

A Vale tem ainda 29 barragens de minerais ferrosos sem declaração de estabilidade positiva e com protocolos de emergência ativos, das quais 19 estão em nível 1, oito em nível 2 e três em nível 3.

Grupo Soma (SOMA3) esclarece projeções de Ebitda

O Grupo Soma (SOMA3) esclareceu algumas informações publicadas no jornal Valor Econômico a partir de uma conversa da jornalista com o CEO do Grupo Soma.

Assim, a empresa afirmou em comunicado que as projeções feitas referem-se a uma “estimativa razoável” do Ebitda ajustado para a operação internacional da companhia desenvolvida por meio de sua subsidiária Plantage Inc.

A expectativa apresentada por ele é de projeção de Ebitda de R$ 25 milhões em 2021 para a operação internacional da empresa e entre R$ 40 milhões e R$ 60 milhões para 2022.

Segundo a companhia, os números são estimativas e não constituem promessa de desempenho e serão incluídas no formulário de referência da companhia.

BR Properties (BRPR3) informa juros de debêntures

A BR Properties (BRPR3) informou nesta quinta-feira (01) que no dia 1 de abril será efetuado o pagamento de juros de forma unitária da emissão pública de debêntures simples, não conversível em ações da 14ª emissão da BR Properties.

O preço unitário é de R$ 131,7.

NotreDame (GNDI3) esclarece sobre supostas dívidas com o SUS

A NotreDame Intermédica (GNDI3) enviou à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) esclarecimento acerca de uma consulta de um investidor feita a partir de uma notícia que apontava que a empresa tinha supostas dívidas não pagas junto ao SUS (Sistema Único de Saúde).

Segundo a NotreDame, todas as cobranças relacionadas ao ressarcimento ao SUS ou foram pagas pela companhia ou estão em discussão administrativa ou em discussão judicial, neste  último caso, com exigibilidade suspensa e com todas as cobranças garantidas por depósitos   judiciais.

“As discussões em processos administrativos ou judiciais versam principalmente sobre a hipótese dos beneficiários do GNDI terem usado a Rede Pública de Saúde, e se usaram, se estavam sob carência, dentro ou fora da abrangência geográfica do plano, se o procedimento era coberto ou não de acordo com rol de procedimentos da própria ANS, dentre outras matérias”.