United Airlines (U1AL34) tem prejuízo de US$ 1,4 bi e queda de receita no 1TRI21

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Divulgação

A empresa aérea United Airlines (U1AL34) reportou prejuízo líquido de US$ 1,357 bilhão no primeiro trimestre de 2021.

O resultado é melhor do que o divulgado no mesmo período de 2020, quando a empresa teve prejuízo de US$ 1,704 bilhão.

A receita da United Airlines no 1TRI21 foi de US$ 3,221 bilhões contra US$ 7,979 bilhões no mesmo período do ano anterior. Ou seja, queda de 59,6%, de acordo com os dados divulgados pela empresa.

As despesas operacionais reportadas no primeiro trimestre caíram 49% em relação ao primeiro trimestre de 2019, uma queda de 34%, excluindo encargos especiais.

“Olhar voltado ao futuro”

Após seu retorno ao fluxo de caixa positivo no mês de março, a empresa está focada em retornar a um Ebitda positivo, mesmo que os negócios e a demanda internacional de longa distância permaneçam cerca de 70% abaixo dos níveis de 2019.

No comunicado, a United Airlines diz que continua com seu “olhar voltado ao futuro”, em direção ao objetivo de remover US$ 2 bilhões em custos estruturais para investir em programas-chave para clientes que “irão posicionar a companhia aérea para capitalizar na recuperação das viagens de negócios e na demanda internacional” por voos.

A United disse que espera que sua capacidade no segundo trimestre caia 45% em relação ao mesmo período de 2019, em comparação com uma queda de 54% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de dois anos atrás.

“A equipe United passou agora um ano enfrentando a crise mais perturbadora que nosso setor já enfrentou e, por causa de sua habilidade e dedicação aos nossos clientes, estamos prontos para sair desta pandemia com um futuro mais brilhante do que nunca”, disse o CEO da United Airlines, Scott Kirby.

Assim, a expectativa é retomar aos patamares de 2019 no ano de 2023 “se não antes”, diz a empresa.