UE propõe até 100 bilhões de euros para apoiar emprego frente à crise

Daniele Andrade
Jornalista formada pela Universidade Positivo, pós-graduada em Mídias Digitais. Atualmente cursa bacharel em História. Gosta de produzir reportagens sobre política tanto nacional quanto internacional, economia e tecnologia.
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Crédito: Reprodução Franz Wender/Unsplash

A Comissão Europeia propôs mobilizar até 100 bilhões de euros, em empréstimo para os países mais afetados pelo coronavírus economicamente. O objetivo da União Europeia é garantir salários e evitar demissões em massa, segundo informações da Agence France-Presse.

A presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, da União Europeia afirmou em entrevista: “O confinamento paralisou a demanda e a oferta. Muitas empresas ficaram sem receita. E, se não fizermos nada, terão que demitir seus trabalhadores (…) Isso limitará nossa recuperação”.

Desde que a pandemia de coronavírus teve início, foram mais de 34.000 mortes somente na Europa. Além do custo de vida, a crise afetou a economia com as medidas para conter o vírus. Em que as atividades econômicas tiveram de ser diminuídas na UE.

Ao lado da Itália, a Espanha é um dos países mais afetados pela pandemia. Antes da crise, a taxa de desemprego já estava acima da média, com a crise se agravou mais ainda. Em março foram registrados mais de 300.000 novos desempregados, principalmente no setor de serviços segundo a AFP.

De acordo com o comunicado da Comissão da UE, o instrumento proposto vai permitir que empréstimos da União Europeia sejam obtidos “em condições favoráveis”. Para ajudar a cobrir os custos diretamente relacionados, a regimes de desemprego.

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Segundo a Agence France Presse, para financiar os empréstimos aos países que o solicitem, o Executivo da comunidade vai aos mercados financeiros. Para permitir os baixos custos, devido a sólida classificação de crédito da UE.

Na próxima reunião, marcada para o dia 7 de abril, a Comissão da União Europeia vai apresentar a proposta aos Ministros Europeus das Finanças. A reunião será dedicada a dar uma resposta à crise, após uma série de desacordos entre os países.