Trégua comercial na China é vista como ‘frágil’, com analistas ainda vendo mais tarifas como uma possibilidade

Angélica Weise
Jornalista formada pela UNISC e com Mestrado pela UFSM. Escreve sobre tecnologia, política, criptomoedas e atualidades.
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Crédito: Foto: Nicolas Asfour/AFP

Foi assinado na quarta-feira (15) um acordo parcial entre China e Estados Unidos sobre as disputas comerciais.

A Fase 1 do esperado acordo comercial  promete acabar com a guerra de tarifas que abalou a economia mundial.

O pacto reduzirá algumas tarifas e fará com que Pequim estimule a compra de bens e serviços dos EUA, desativando assim um conflito de 18 meses entre as duas maiores economias do mundo.

Essa primeira parte do acordo comercial entre os dois países inclui a retirada parcial das taxas (embora mantenha algumas tarifas) e o aumento das compras chinesas de produtos norte-americanos.

Trump falou o seguinte durante a cerimônia:

“Hoje estamos dando um passo muito importante, que nunca foi dado antes, em direção a um futuro de comércio justo e recíproco através da assinatura da Fase 1 deste acordo histórico entre os Estados Unidos e a China “.

“Quero agradecer ao presidente Xi Jinping, que está assistindo. Vou viajar para a China em um futuro não muito distante. Ele é um grande amigo meu. Representamos diferentes países, mas desenvolvemos um relacionamento incrível. ”

No entanto, a segunda fase do contrato exigirá muito mais concessões do que a primeira, garantem analistas.

Com informações Cnbc