Tesouro Direto tem queda de 7,72%, mas continua no topo dos investimentos

Jéssica De Paula Alves
Jornalista e produtora de conteúdo

Crédito: Pixabay

Os títulos do Tesouro Direto tiveram uma queda de 7,72% em novembro, mas continuam campeões de investimentos no ano. De acordo com o site Valor Investe, a queda ocorreu devido ao aumento da taxa de juros futuros e a possibilidade de mais cortes na Selic.

Assim, as taxas  dos contratos de juros futuros ficaram mais altas em novembro. Isso porque, com o dólar 5,73% mais caro, ocorreram efeitos nos preços ao consumidor.

Trajetória de sucesso

“Com isso, os títulos do Tesouro Direto passaram a pagar mais juros para quem investiu no fim do mês passado, ou seja, o preço do título em si ficou mais barato e teve desvalorização em relação ao patamar de outubro”, diz trecho da matéria do Valor Investe.

O IMA-B5+, que representa uma carteira com títulos mais longos do Tesouro IPCA+, recuou 4,43% em novembro. O IRF-M, cesta de títulos do Tesouro prefixados, recuou 0,91% no mês.

No ano, a história é outra e os títulos públicos seguem em trajetória de sucesso. O mesmo Tesouro IPCA+ com vencimento em 2045, que teve a maior queda no mês acumula ganhos de 58,6% no ano. Essa é a maior valorização entre os títulos públicos e bem acima da alta de 23,2% do Ibovespa.