Tesouro Direto: taxas dos títulos sobem nesta terça (14)

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 7 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

As taxas dos títulos do Tesouro Direto registraram alta nesta terça-feira (14) na comparação às oferecidas na segunda-feira (13).

Todos os títulos do Tesouro apresentaram correções para cima, com destaque para variação do Tesouro Prefixado 2031 com juros semestrais.

TesouroInvestimento MínimoTaxa (% a.a.) 13/07/2020Taxa (% a.a.) 14/07/2020Variação (p.p.)
Prefixado 2023R$ 36,15 4,15%4,19%+0,04
Prefixado 2026R$ 36,08 6,08%6,15%+0,07
Prefixado 2031 juros semestraisR$ 37,256,61%6,70%+0,09
Selic 2025R$ 106,460,03%0,03% 0,00
IPCA + 2026R$ 57,272,31%2,35%+0,04
IPCA +2035R$ 37,943,76%3,81%+0,05
IPCA + 2045R$ 39,203,76%3,81%+0,05
IPCA + juros semestrais 2030R$ 42,352,93%2,95%+0,02
IPCA + juros semestrais 2040R$ 43,923,76%3,77%+0,01
IPCA + juros semestrais 2055R$ 45,803,91%3,96%+0,05

Cenário Interno

Ibovespa futuro abriu a terça-feira (14) em alta de 0,69%, aos 99 mil pontos. Ontem, a bolsa de valores teve queda de 1,33%. No exterior, mercados seguem mistos.

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Enquanto isso, o dólar abriu em queda de 0,39%, cotado a R$ 5,3885, com os investidores atentos ao avanço do coronavírus.

No Brasil, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), apresentou crescimento de 1,31% em maio, na comparação com o mês anterior. Mas veio abaixo do esperado de 4,4%.

Sobre maio de 2019, a queda é de 14,24%, sem ajuste. A queda foi maior que a esperada de -11,70%.

Desta forma, no acumulado do ano até maio, o IBC-Br tem queda de 6,08% e em 12 meses, recuo de 2,08%.