Tensão entre EUA e Irã leva empresas a investirem em segurança cibernética

Gabriela Brands
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Crédito: Reprodução/ Facebook

Os confrontos entre Estados Unidos e Irã estão deixando empresas em estado de alerta para possíveis ataques cibernéticos. Conforme uma reportagem, publicada pela rede CNN, investidores estão comprando ações de empresas especializadas em defesa e segurança cibernética.

Ações de empresas cujos negócios poderiam se beneficiar de conflitos geopolíticos tem apresentado alta. É o que garante  uma nota divulgada pela Goldman Sachs na última sexta-feira (09). De acordo com o documento, as ações da construtora naval militar Huntington Ingalls Industries (HII) aumentaram 8%, enquanto as ações da Northrop Grumman (NOC) e da Lockheed Martin (LMT) aumentaram 9% e 6%, respectivamente. Já as empresas especialistas em segurança cibernética Zscaler (ZS) e CyberArk (CYBR) viram as ações subirem 18% e 17% no acumulado do ano, respectivamente.

Parte do impulso dessas ações pode ser atribuída ao fato de serem vistas como refúgios seguros em tempos de incerteza geopolítica e econômica. No entanto, Seth Seifman, analista aeroespacial e de defesa do JPMorgan afirmou que não acredita que conflito entre os dois países seja oportunidade de comprar ações de defesa de forma mais agressiva a longo prazo.

Conflito beneficia setor de energia

Segundo a reportagem da emissora americana, O setor de energia também se beneficia da luta crescente entre EUA e Irã. Depois de registrar o pior desempenho no mercado de ações em 2019, o setor pode se recuperar neste ano. Isso porque os preços mais altos do petróleo podem ajudar a impulsionar essa melhoria. Conforme analistas, se não houver uma grande interrupção no fornecimento, o preço do petróleo permanecerá na faixa de US$ 60 a US$ 65 por barril.


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