Telebras (TELB3, TELB4) reduz projeção de receita em 13,8% em 2020

Regiane Medeiros
Economista formada pela UFSC. Produz conteúdo na área de mercado de capitais, finanças pessoais e atualidades.

Crédito: Pixabay

A Telebras (TELB3, TELB4) comunicou em fato relevante na noite de quarta-feira (26) novas projeções para a receita operacional da companhia.

Segundo o comunicado, em 6 de março de 2020, a Telebras informou ao mercado uma projeção de receita operacional bruta para 2020 no montante de R$ 383,64 milhões.

Entretanto, na data de ontem, 26, a companhia divulgou atualização da projeção de sua receita operacional para o montante de R$ 330,62 milhões em 2020.

Conquiste sua Independência Financeira. Conheça os 4 Pilares para Investir

De acordo com a companhia, a atualização é justificada pelo fato de que, no comparativo real versus estimado, esperava-se um resultado parcial de R$ 173,76 milhões no 1º semestre de 2020, sendo que o alcançado foi de R$ 157,72 milhões, recuo de 9,23%.

Desse modo, com as novas estimativas, projeta-se uma redução de 13,8% na receita operacional bruta quando comparado ao valor projetado em março.

Na qualidade de estatal dependente, a Telebras é legalmente obrigada a informar determinadas projeções à União, seu Acionista Controlador.

Helbor (HBOR3): acordo operacional sobre ativos da empresa

O conselho de administração da Helbor (HBOR3) aprovou ontem a celebração do acordo operacional entre a companhia, seus acionistas controladores e a HBR Realty Empreendimentos Imobiliários.

Desse modo, foram aprovadas a realização de determinadas transações com a HBR, envolvendo ativos de titularidade da Helbor no valor total de R$132,14 milhões.

A companhia informou ainda que a implementação das transações fica sujeita à confirmação do valor dos ativos em referência por meio de laudo de avaliação elaborado por empresa especializada. Além disso, depende de verificação de determinadas condições suspensivas, em um prazo de 6 meses contados da data da celebração dos contratos, incluindo a obtenção, pela HBR, dos recursos financeiros necessários no contexto de oferta pública inicial de distribuição de ações.

 

BR Distribuidora (BRDT3) pagará JCP de R$ 601 milhões

A BR Distribuidora (BRDT3) informou que realizará, em 01 de setembro de 2020, o pagamento do valor total de R$ 601.650.456,25 dos juros sobre capital próprio (JCP) e parcela dos dividendos, que compõem o dividendo mínimo obrigatório referente ao exercício de 2019.

A título de JCP será pago o  montante de R$ 540.318.218,33 ou R$ 0,46379246209 por ação, com base na posição acionária de 04 de dezembro de 2019.

Já a título de dividendos, será pago o valor de R$ 49.862.435,84 ou R$ 0,0428003741 por ação de modo a atender ao dividendo mínimo obrigatório.

Vale lembrar que o valor dos dividendos complementares conforme definido na última AGO é de R$ 533.988.695,99 que será pago em momento mais oportuno até o prazo máximo de 31 de dezembro de 2020. Farão jus a ambas as parcelas de dividendos os acionistas na posição acionária do dia 31 de julho de 2020 (inclusive).

“Considerando a nossa atual geração de caixa e nível de endividamento, avaliamos oportuno antecipar o pagamento já em 01 de setembro das parcelas de juros sobre capital próprio e os dividendos mínimos,e seguiremos avaliando o melhor momento para pagamento dos dividendos complementares,que têm prazo máximo até 31 de dezembro de 2020, conforme determinação da Assembleia Geral Ordinária”, informou a companhia.

Bahema Educação (BAHI3) informa mudança acionária

A Bahema Educação informa que a Mint Capital Gestora de Recursos, gestora do Mint Educação Master FIA e da Fairfax Brasil Seguros Corporativos, informou que esta última passou a ser titular direta de 262.482 ações ordinárias da companhia, o que representa 11,82% do capital. E o Mint Educação Master FIA passou a deter 944.681 ações ordinárias, equivalente a 42,57%.