Tecnisa (TCSA3) fecha acordo para encerrar processo judicial de R$ 107 mi

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)

Crédito: Divulgação

A Tecnisa (TCSA3) anunciou que a controlada da companhia, a Brest, celebrou acordo com a CPE (Companhia de Participações e Empreendimentos), referente à compra de um terreno na capital paulista.

Dessa forma, as duas empresas encerraram processos judicial a respeito da aquisição, pela Brest, desse imóvel em São Paulo. A Brest ajuizou ação pedindo que fosse reconhecida a perda do objeto das escrituras firmadas entre as partes relacionadas à aquisição do terreno.

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Os contratos estabeleciam a possibilidade de pagamento da aquisição do terreno com recursos obtidos por meio do empreendimento a ser desenvolvido no local – o que, no entanto, foi inviabilizado em razão de um decreto de desapropriação da prefeitura.

Explica o comunicado da Tecnisa: “O acordo envolve valor total de R$ 107 milhões, incluindo o pagamento à CPE, pela Brest, e com a participação de outras controladas da companhia, de parcela de R$ 102 milhões em dinheiro e de R$ 5 milhões com pagamento de direitos de promitente comprador.”

O imóvel, diz a Tecnisa, faz parte do banco de terrenos da companhia. Em caso da confirmação da desapropriação, a Tecnisa fará jus a uma indenização. Espera-se que a celebração do acordo tenha impacto negativo da ordem de R$ 42 milhões nos resultados da companhia.

Com a implementação do acordo, os processos judiciais são encerrados. “A administração entende, com base no parecer de assessor externo, que a celebração do acordo é benéfica para a companhia.”

Mitre (MTRE3): sócios majoritários aumentam participação para 50,02%

A Mitre (MTRE3) comunicou a consolidação do controle societário detido pelo grupo formado pelos acionistas majoritários Fabricio Mitre, Jorge Mitre, Star Mitre Empreendimentos e Participações e Mitre Partners.

O Grupo de Controle aumentou sua posição de 48,92% do total de ações de emissão da companhia para 50,02% do total de ações da companhia:

Acionistas              Número de ações    Posição

Fabricio Mitrei     24.338.372,               23,01%

Jorge Mitre           3.461.090                  3,27%;

Star Mitre de        21.055.265                19,91%;

Mitre Partners      4.052.939                    3,83%;

Posição Consolidada:  52.907.666       50,02%.

Hidrovias do Brasil (HBSA3) e VLI fecham parceria

A Hidrovias do Brasil (HBSA3) anuncia a parceria com a VLI, empresa controladora da Ferrovia Centro-Atlântica e que também realiza operações logísticas no corredor Centro-Norte.

A parceria foi celebrada por meio de Memorando de Entendimentos não-vinculante, para realizar uma avaliação técnica conjunta do projeto Ferrogrão –que visa impulsionar o escoamento de grãos pelo Arco Norte, contemplando uma linha de 993 quilômetros entre Sinop (MT) e Miritituba (PA).

Essa parceria permite que a VLI e Hidrovias unam suas respectivas expertises para o estudo de uma solução logística multimodal para a Ferrogrão, assim como busca de parceiro investidor para atuação conjunta no prosseguimento do projeto.

CEEE-D (CEED3): Justiça revoga liminar que impedia processo de venda

A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica, a CEEE-D (CEED3), anunciou que foi informada pelo governo do Estado do Rio Grande do Sul, acionista controlador e réu numa ação popular na 3ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central da Comarca de Porto Alegre.

A Justiça revogou a liminar parcialmente concedida “diante da não demonstração de modificações das situações fáticas e jurídicas em relação ao processo de venda da CEEE-D”. Segundo a companhia, não foram apontadas irregularidades para levar à paralisação do processo.

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