Tecnisa (TCSA3) rejeita proposta da Gafisa (GFSA3) de aumento de capital

Regiane Medeiros
Economista formada pela UFSC. Produz conteúdo na área de mercado de capitais, finanças pessoais e atualidades.
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Crédito: Reprodução Tecnisa

A Tecnisa (TCSA3) examinou na quarta-feira, 24, a proposta da Bergamo Fundo, controlado integralmente pela Gafisa (GFSA3), para o aumento do capital no montante de R$ 500 milhões.

Após deliberação, a assembleia instalada decidiu rejeitar a proposta de Bergamo para o aumento do capital social.

Anteriormente, os membros do Conselho Fiscal da Companhia já haviam rejeitado a proposta de aumento de capital.

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Além disso, a assembleia analisou a sugestão de alteração, proposta pela Bergamo, relativas à alienação do controle acionário, ao cancelamento do registro de companhia aberta e à saída do segmento do Novo Mercado da B3.

Assim sendo, conforme o comunicado, a Tecnisa decidiu rejeitar também a proposta para a substituição dos dispositivos estatutários bem como para a alteração de regras relativas à alienação do controle acionário e ao cancelamento do registro de companhia aberta e à saída do segmento do Novo Mercado.

Na quinta-feira (10), uma primeira assembleia com 45% dos acionistas presentes já tinha rejeitado a continuidade dos estudos para a combinação de negócios entre as duas empresas, com uma rejeição de 97,5% dos votos.

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Romi (ROMI3) receberá R$ 41,3 mi de processo tributário envolvendo a Eletrobras (ELET3)

A Romi (ROMI3) comunicou ontem, 24, que receberá da Eletrobrás (ELET3) o valor de depósito judicial no montante de R$ 41,3 milhões.

O crédito é referente ao êxito no processo judicial tributário ajuizado pela Companhia em face da Eletrobrás.

De acordo com a Romi, o impacto no lucro líquido estimado será de R$ 30 milhões.

IRB (IRBR3) diz desconhecer justificativa para oscilação de papéis

O IRB (IRBR3) foi a público ontem, 24, para prestar esclarecimentos ao questionamento da CVM sobre as últimas oscilações registradas nas ações da Companhia.

Por meio de ofício, a B3 havia solicitado que o IRB justificasse a grande oscilação, tanto no número de negócios como na quantidade negociada de ações.

Entre os dias 22 de setembro a 23 de setembro, o número de negócios recuou de 25.076 para 7.151.

Ao mesmo tempo a quantidade negociada passou de 33,64 milhões para 15,61 milhões, no dia 23 de setembro.

Em resposta, o IRB esclareceu que “até o presente momento, não possui conhecimento de qualquer ato ou fato relevante pendente de divulgação que justifique qualquer oscilação no preço, número de negócios ou quantidade negociada de ações”.

A Companhia acrescentou ainda que no dia 23 de setembro, antes da abertura do pregão, divulgou comunicado ao mercado sobre as informações contidas no relatório mensal enviado à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

No entanto, o IRB entende que isso não constitui fato relevante, sendo tão somente esclarecimentos sobre informações públicas da Companhia.