Startups na Amazônia e alívio no gasto público: os destaques do domingo

Paulo Amaral
Jornalismo é meu sobrenome: 20 anos de estrada, com passagens por grandes veículos da mídia nacional: Portal R7, UOL Carros, HuffPost Brasil, Gazeta Esportiva.com, Agora São Paulo, PSN.com e Editora Escala, entre outros.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

Preocupação mundial, e apontada pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel, como determinante no acordo UE e Mercosul, a Amazônia é destaque do Estadão.

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A principal manchete da capa do jornal deste domingo (23) traz a informação de que várias startups de bieconomia estão investindo em ciência e tecnologia para salvar o local.

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De acordo com a reportagem, os pequenos negócios envolvem comunidades ribeirinhas (locais), indígenas e agricultores familiares, todos unidos em prol de um único objetivo: fomentar a bioeconomia sem a a derrubada da floresta.

O material apontou ainda que, apesar de a Amazônia ocupar 60% do território brasileiro, tem participação de apenas 8% no Produto Interno Bruto (PIB) do País. E é esse cenário que essas startups querem mudar.

Produtos como açaí e cosméticos, extraídos a partir dos óleos das plantas, têm potencial de comércio no exterior e podem ajudar a fomentar a economia da região.

Argentina congela TV paga, celular e internet

Da Amazônia para a Argentina. A edição dominical de O Estado de S. Paulo também destacou em sua capa o decreto assinado pelo presidente da Argentina, Alberto Fernández, congelando tarifas de celular, internet e tv por assinatura.

“Decidimos declarar como serviços públicos a telefonia móvel, os serviços de internet e a TV por assinatura. Dessa maneira, garantimos o acesso desses serviços para todos”, justificou.

O documento assinado no sábado (22) prevê a validade da decisão até 31 de dezembro de 2020. Segundo o texto, os serviços congelados são “públicos, essenciais e estratégicos”.

Essa definição faz as empresas que prestam tais serviços deixarem de ter preços baseados na livre concorrência e passarem a ter tarifas definidas pelo Estado.

Folha dá destaque ao alívio no gasto público

O jornal Folha de S. Paulo deste domingo deu destaque à previsão de alívio nos gastos públicos para 2021.

Segundo a reportagem, com a inflação baixa no País, o reajuste do salário mínimo em 2021 será menor.

A consequência disso incidirá diretamente nos gastos públicos, com previsão de economia na casa dos R$ 7,9 bilhões.

Outros benefícios atrelados à alta dos preços, como aposentadorias e pensões, também devem ter reajustes menores, de acordo com o material da Folha.

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O lado “bom” da Covid-19 também é destaque

A principal reportagem da Folha, no entanto, deu destaque para o lado “bom” da Covid-19 no Brasil.

Segundo país com maior número de casos e mortes da doença causada pelo novo coronavírus, o Brasil pode tirar uma lição importante dessa pandemia.

De acordo com a manchete da Folha, a prática adquirida em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) durante o pico da crise fez com que a taxa de mortalidade de pacientes graves caísse na faixa de 1/3.

Um projeto da Amib (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) mostrou em  números essa evolução.

“Toda doença tem uma curva de aprendizado, mas a da Covid foi impressionante e acelerada. Com uma UTI inteira de pacientes e a mesma doença foi possível observar, aprender e fazer pesquisa”, atestou Suzana Lobo, presidente da Amib.

Até a manhã deste domingo, o Brasil registrava 3.582.362 casos de coronavírus, com 114.215 mortes.

O Globo dá destaque à recuperação de Bolsonaro

A capa de O Globo, principal jornal do Rio de Janeiro, destacou neste domingo o crescimento do prestígio do presidente da República, Jair Bolsonaro, e como isso influenciará nas eleições municipais de 2020.

Segundo a reportagem, a recuperação da imagem do presidente deu início à uma corrida de pré-candidatos às prefeituras para buscar o apoio declarado de Bolsonaro, que ainda segue sem filiação a nenhum partido desde que deixou o PSL.

O ex-partido do presidente, aliás, também é foco dos candidatos, pois possui o segundo maior tempo de televisão e está em processo de reaproximação com Jair Bolsonaro.

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